O
gushiken morreu mas a pergunta não: pagou ele tudo o que devia à justiça e ao
povo, ou ficou devendo, ou ainda, devendo muito?
Quem
sabe?
Porém
embora não passe de mera especulação momentânea; pode não ser amanhã. Afinal,
será que os brilhantes defensores dos facínoras do mensalão não conseguem, esses
assombrosos senhores do corpo de inteligência judicial deste ignorante país,
encontrar mais uma brecha na lei, - como já se está falando será possível com a
“vala das infringências”, e a possível entrada dos dois novos senhores
substitutos, na arena da justiça, num possível voto a favor de novas votações
do excelentíssimo Celso de Mello - com a então também partida prematura desse
moribundo ainda que já liberto?
Não digo nada que não o ressuscitarão em benefício dos seus comparsas ainda
agarrados a matéria grotesca. É tão difícil entender isso!?!

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