segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Caos no Egito



Uma lição ainda mais triste a respeito do caos no Egito tem a ver com aqueles ladrões de colarinho branco, (políticos e todo o estado de proteção montado) de todo o mundo onde finalizam por tirar partido de situações como esta, pois a população é obrigada a optar entre ficar a mercê, ao roubou, ao achaque de seus comandantes, sejam eles de que partido for, ou irem para as ruas e correr o risco de terem um caos tal qual este, apenas mais um a que assistiremos rumo as acomodações políticas e sociais dos países, isto quando não termina como uma Síria, onde ainda que o país tenha se acabado, os oportunistas continuaram no poder.

Ou seja

Resta a nós míseros observadores passivos, a dúvida entre continuarmos sendo vilipendiados ou lutarmos até morrermos nós e nossos familiares enquanto assistimos a quebra de toda uma história de mentiras até então vivida por aquilo que entendíamos por "nossa pátria", embora parecesse que vivíamos em um estado de ordem.

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http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/nyt/2013-08-18/caos-no-egito-revela-que-paz-e-mais-dificil-que-revolucao-na-primavera-arabe.html


Caos no Egito revela que paz é mais difícil que revolução na Primavera Árabe

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Se é para falar em esperança II




Ao longo de vários séculos, filósofos e pensadores que com seriedade preocupavam-se com os rumos da humanidade frente aos descalabros de sua existência, ao envilecimento exponencial e inflexível de suas respectivas épocas, ou já amontoadas de tempos anteriores, onde em muitas delas, quando acompanhada a pontuação na linha do tempo, é possível anotar situações que podem descansar sobre um histórico que as denomine; as qualifique como: momentos capitais acumulados e de proporções diversas para este que se tem como proprietário do planeta caso nada fosse procurado.

E, diga-se de passagem; seriamente? Não foi. Não houve uma preocupação séria, muitos menos foi pensado um plano “b”, assim mesmo, minúsculo, nem isso. Não foi; não está sendo, e aqui, não será.

Os momentos capitais foram barganhados paulatinamente, um a um, por um prato qualquer de comida, uma saída evasiva e condizendo com a inteligência dos administradores à época. Negociatas de aceite mutuo; acertos que beiraram a insanidade. Executados por gerenciadores de uma sociedade que precisava permanecer esfolando, explorando, coexistindo, tentando sobreviver a qualquer custo no planeta, por desconhecer – em alguns casos fingidamente; e por não ter certeza de que algum futuro ainda pior poderia (se é que isto fosse Possível) bater à porta.

Ainda assim, homens verdadeiramente preocupados tentaram a todo custo, uma saída que fosse, para que ao menos uma parte civilizada pudesse ser salva. Como se daquela parte, em algum momento futuro renascesse uma raça, acreditamos: como a idealizada por Deus. Mas nada, não salvaram aquela e o que assistimos foi uma derrocada ainda maior do humano como humano não somente na sua essência, mas na sua decência, ou nos despojos do que um dia foi imaginado um projeto promissor.

Por sua vez, isto nos dá ao menos uma lição; e é um tipo de lição esperança, porque ao analisarmos a que tipo de lodo pode o humano sobreviver, não digo apenas literalmente (ao que vemos em cidades e até países sem a mínima infra estrutura), mas também ao intrincado processo de aceitação das mais diversas vilanias que pode ele não apenas absorver, mas aplicar, assim que lhe é dada a chance, descobre-se do que é capaz, ou, quanto pode rastejar para manter-se no que entende como fazendo parte do que julga ainda uma sociedade.

É fato que as mentes pensantes de hoje já não tem mais motivos para se preocupar, elas se folgam na “inteligência” humana da adaptação, ou da aceitação promiscuamente barata de negociar um tipo de sobrevida para se ser aceito entre os seus.

Também é sabido que nos adaptaremos aos piores ataques da natureza, aos processos mais estéreis que formos apresentados. Nossos amigos intelectuais pensantes finalmente permanecem tranquilos, agora descansam em seus divagares prazerosos. É certo que é um tipo de tranquilidade de pais de adolescentes que ainda que pouco saibam da vida, se entendem pessoas grandes, livres e independentes.

Ou ainda, que mesmo frente às maiores barbaridades ou à eminência das maiores catástrofes, mesmo aquelas invisíveis que levam as famílias e até mesmo a instituição família, implacavelmente a extinção, bem como a extinção do caráter, do companheirismo, da amizade, do que é honra, do que é ética, nada; todas as cabeças inteligentes permanecem tão inertes quanto às massas no que diz respeito a tomarem medidas preventivas, não é preciso nada disso; já não é preciso que se faça mais nada. O homem finalmente provou; encimado, do ápice de sua insignificância; de sua ignorância, que está certo: encontrarão uma saída, se adaptarão. Este é o seu mundo. Foram e estão sendo talhados para aqui permanecer; debalde é anotar que fizeram por merecer.

O ser humano permanece intransigente, comandado por seus governos eleitos ou não, muito bem aconchavados ou que assim se mostram quando nada há a se fazer a não ser dar alguma demonstração de força de quem é que sabe; assim todos: comandantes e comandados sobrevivem no que podemos entender como uma paz arranjada e suportável, assim então, é certo que a capacidade total de adaptação a seja lá qual for o terreno fétido e inóspito que o habitante se auto proporcione, ainda assim podemos ter certeza: continuaremos chafurdando em frente, ou ao menos... chafurdando.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Cartel Siemens Alstom e prefa de SP



Em casos assim o que há para se fazer ou dizer? só registrar.
Quem é que pode com estas forças?
E alguém não incauto pode acreditar que algo vai acontecer a alguns dos diretores destas três corporações?

Ainda que nada à nós dê, e pouco se dê à eles: – autores e detratores da vez – políticos vilões; mais essa rusga política. Uma a mais apenas de tantas que ainda assistiremos fruto do mesmo gênero que está aqui observado, ainda assim ao menos, a uma situação desavergonhadamente positiva, todo este processo pode ser comparado: ao período de eleições, que é justamente nas épocas eleitoreiras que algumas modificações e devido ou em detrimento dele, (este pequeno espaço bianual) que a roubalheira mais aparece: devido também as dedurações, e onde algum tipo de infra estrutura, ainda que superfaturada, pipoca aqui e ali, ou seja, é apenas do absurdo de suas disputas absurdas, dessa deflora mutua nas arenas políticas que podemos assistir algum tipo de realidade política ainda que nefasta, como a presenciada agora neste caso do metrô paulista.



 

Pá q?



 

Como diz minha Bela Senhora, “Pá q?”, em um de seus bordões quando quer gozar do rosário de ignorâncias alheias praticadas, que insistem em nos rodear.

Agora, ao assistir que cientistas querem clonar o Mamute que foi desenterrado na Sibéria após um bilhão de anos, indignou-se e soltou mais uma vez o seu “pá q”; “para que eles vão fuçar isso, afinal, já não tem os animais que ainda não conseguiram dizimar para prender em celas ou torturar de todas as maneiras, querem ressuscitar o coitado para fazê-lo sofrer também?”

Quem sou eu para discutir com ela, ainda mais com argumentos como estes.

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Exposições


 

Mamute fêmea de 39 mil anos é exposto ao público no Japão

Gritos sem efeito



         Os apelos de FORA SARNEY’s não foram ouvido, ele irá deixar o cargo por apodrecimento natural, porém ainda agora assistimos mais uma das suas com a sua famigerada fundação Sarney. Por outro lado é muito bom que uma pessoa dessas viva por muitos anos, ela vai e o estado fica, quem sabe um dia seus maus exemplos não serão utilizados como didática de como o povo precisa ser educado para não cair nas mão de tipos assim.

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Quanto ainda poderíamos assistir se a clonagem humana enfiasse um tempo de validade ainda maior num camarada destes.


Fundação Sarney é investigada; acervo tem quadros de Sarney como padreREYNALDO TUROLLO JR.
ENVIADO ESPECIAL A SÃO LUÍS




A fundação criada pelo governo do Maranhão para preservar a memória do senador José Sarney (PMDB-AP) como presidente da República vive hoje numa espécie de "limbo institucional": o acervo está sob os cuidados de servidores públicos, mas continua ligado à entidade privada original, a Fundação Sarney.

A Promotoria investiga o caso e já aponta irregularidades porque a antiga fundação --criada pelo ex-presidente em 1990-- não foi liquidada, exigência legal para que pudesse transferir seus bens à nova fundação, pública.


Enquanto isso, a passagem da fundação privada para a pública -iniciada em 2011 pelo governo Roseana Sarney (PMDB)- elevou os gastos do órgão com pessoal em 187% e fez o número de funcionários dobrar, de 22 para 44, todos indicados sem concurso.

Segundo o Ministério Público, o inventário do acervo, outra exigência legal, nunca foi feito, e ninguém sabe ao certo o que há no Convento das Mercês, sede da fundação, prédio erguido em 1654 e hoje o mais suntuoso do centro histórico de São Luís.

Fundação Sarney



Acervo da "Fundação Sarney", criado pelo governo do Maranhão para preservar a memória do senador José Sarney (PMDB-AP), tem obras com o político e aliados retratados como religiosos

PINTURAS

Entre obras de arte, condecorações, livros e objetos acumulados por Sarney ao longo de sua vida pública há uma série de pinturas que retrata o político, familiares e aliados como padres, freiras e apóstolos. A coleção, com cerca de 30 quadros, está em uma sala fechada à visitação.

De acordo com a Promotoria, os bens e o acervo da nova Fundação da Memória Republicana, incluindo as telas religiosas, estão nesse "limbo": sob tutela pública, mas ligados à fundação privada.

"Considera-se [a situação] uma irregularidade. Adotaremos providências após auditoria", diz o promotor Paulo Avelar. "Sem inventário há muita dificuldade de detectar o real patrimônio da fundação. Está tudo obscuro. Exemplo: tínhamos lá tantas telas. Hoje não sabemos se estão lá porque não tinha registro."

No centro da sala "secreta" em que estão os quadros religiosos há uma mesa de reuniões, circundada pelas imagens. Sarney é retratado como cônego (padre). Sua mulher, Marly, como freira.

Roseana aparece como membro de irmandade, levando a faixa de governadora. Os outros filhos do senador, Sarney Filho e Fernando, aparentam estar de apóstolo e discípulo. O ministro maranhense Edison Lobão (Minas e Energia) aparece de hábito religioso.

A direção da fundação não informou qual é o valor repassado pela Secretaria da Educação, por ano, para manter a entidade. Em 2012, o governo remanejou R$ 1,5 milhão da Secretaria da Cultura para a fundação.

SEM CONTABILIDADE

A polêmica em torno da Fundação José Sarney começou em 2011, ano em que a entidade privada iniciou processo de extinção, argumentando não ter mais recursos.

Para absorver o acervo que seria deixado e passar a mantê-lo com verbas do Estado foi criada, então, a Fundação da Memória Republicana.

A lei que a instituiu foi sancionada por Roseana em meio a críticas da oposição. Agora, a Promotoria diz que as irregularidades na liquidação do antigo órgão comprometem a existência do novo.

A liquidação está inviabilizada porque a Fundação Sarney não apresentou balanços contábeis de 2010 a 2012 e doou imóveis de forma irregular, entre outros pontos apontados pela Promotoria.

O Ministério Público deverá começar uma auditoria nos bens e no acervo da fundação em até 30 dias.

eike-ricando - O que nunca saberemos sobre tudo?



O que nunca saberemos sobre tudo?  

Será que a velha máxima do: “Toda a riqueza provém de roubo”, ainda é válida ou está muito batida?
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Enricando, ou seria eike-ricando
 

 

Com declínio de Eike, agricultores pedem terra desapropriada de volta no porto de Açu, no RJ

RAQUEL LANDIM ENVIADA ESPECIAL A SÃO JOÃO DA BARRA (RJ)

Silvana de Alvarenga Barreto enxuga as lágrimas e empertiga-se na poltrona estreita depois de contar que o marido faleceu no dia 5 de maio, logo depois de completarem 29 anos de casados.

Ela está convicta de que Aloísio Barreto "morreu de tristeza" por causa das complicações da depressão que o atormentou desde 2011, quando perdeu suas terras.

"O progresso sempre mexe com alguém, mas aqui só trouxe desgraça. Faz dois anos que tomaram a terra e não fizeram obra nenhuma", diz Assis, filho do casal.

A indignação de Assis é a mesma da maioria das cerca de 300 famílias que tiveram as terras desapropriadas para a construção do complexo industrial do porto do Açu, no norte do Rio de Janeiro, o projeto mais ousado do empresário Eike Batista.

Dos 70 quilômetros quadrados --7.000 campos de futebol-- desapropriados pela Companhia de Desenvolvimento do Rio de Janeiro (Codin), vinculada ao governo do Estado, só 10% estão ocupados por obras.


Editoria de Arte/Folhapress


A desapropriação, no entanto, está quase completa. Das 466 propriedades, 420 foram desocupadas, algumas com ajuda da polícia. Há na área várias casas demolidas e terrenos cercados com placas como "Propriedade privada da LLX", "Propriedade privada da Codin" e "Não ultrapasse". A LLX opera o porto.

Com a derrocada de Eike, atolado em dívidas, os agricultores querem as terras de volta. As lideranças rurais preparam com auxílio de advogados uma ação popular, que vai pedir à Justiça a reversão das desapropriações por "desvio de finalidade", já que pouca coisa saiu do papel até agora.

O projeto de Eike previa a instalação de siderúrgica, cimenteiras, termelétrica, um polo metal mecânico, um polo ferroviário, entre outras empresas. Eike chegou a dizer que a negociava a vinda de uma fábrica de produtos da Apple para o Açu.

OUTRO LADO

Por meio de nota, a Codin informou que "o desvio de finalidade não procede, porque já existem empresas entrando em funcionamento e outras em fase de obras".

O órgão ressaltou que, para mitigar os impactos sociais, reassentou pequenos agricultores e paga um auxílio produção aos demais.

A LLX não comentou a possível ação. Diz que a área adjacente ao porto é importante para evitar que a cidade cresça em seu entorno, criando gargalos logísticos como há, por exemplo, em Santos. Ela prevê que toda a área do complexo esteja ocupada em 2030.