sábado, 27 de julho de 2013

Copacabana coração de mãe*

 


Poucos lugares no mundo são tão ecléticos como a nossa praia mais famosa, onde tudo é permitido; de atos assustadoramente promíscuos 
à oração mais fervorosa.

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        Da forma mais alheia possível entendo, ao assistir este mar de gente extasiado frente a um homem simples, que é somente desta maneira que o nosso cartão postal mais famoso consiga, quem sabe, parecer um pouco menos pecador frente ao mundo, embora saibamos que muitos daqueles que vêm de muito longe ali obter prazer não estão nem um pouco preocupado com a purificação de seus becos.

*Copacabana deve receber amanha o maior público de toda a sua história. Cerca de três milhões de pessoas se despedirão do papa no final da Jornada Mundial da Juventude.        

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Sacolismo - Plugado, mas desligado



John Lennon, em 69, criou em Nova York o Bagism... Agora, estamos dando vazão ao Sacolismo, que engloba, agrega, une, remete, associa e, ao final de tudo, é um resumo; verdadeira síntese da sobrevivência mundial contemporânea. De um contemporâneo que se estenderá, nos parece, para muito além do contemporâneo como o conhecemos; como o entendemos: como um espaço de tempo mensurável.

O Sacolismo transcende este contemporâneo comum e pode ter como símbolo a própria matéria prima, (depois que o petróleo é transformado em plástico), à sua durabilidade; a sua resistência frente às intempéries do tempo para quantificar sua permanência. E também bastante apropriado. Até porque este objeto por si só demonstra a capacidade humana de criar materiais que, antes da preocupação de sua causa, (qual a gravidade, quão nocivo é o que estamos desenvolvendo; qual o percentual deste total pesquisado será gasto em observar o que a nova descoberta trará de malefícios ao planeta ou ao homem) a atenção se volta para o obvio. E o que é levado em consideração, sempre, - e porque não, somente - são os benefícios, porém, muito antecipadamente, os beneficiados (pesquisadores e seus financiadores).

Apreciando inicialmente a ideia bastante séria do Líder Inglês por trás de um material banal do cotidiano, (o saco) embora carregada como sempre, com seu humor ferino; de seu velado e agudo ataque verbal, surgiu a nossa observação. Entendendo que poderemos também aqui, criar a versão terceiromundista de mais uma de suas genialidades criativas - afinal nem de longe possuímos a sofisticação e a fama do Beatle, mas nem por isso somos proibidos de brincar, de satirizar, de inventar o que quer que seja; em um momento que, a cada dia mais, acontecemos como uma piada pronta frente ao universo.

O Sacolismo então é a derivação despretensiosa do Bagism.  E se o primo rico nasceu da sacola ou do saco, a nossa versão tem como porta estandarte a sacola plástica amiga de todas as horas. Que a cada dia mais, ganha as páginas dos noticiários com votos contra e a favor a sua utilização, mas este não é o ponto principal aqui desta nossa construção textual, quando entendemos que esta estrela poder muito bem suplantar, merecidamente, seu mísero posto de coadjuvante dos porta-malas de ricos e pobres e então ser elevada a um patamar filosófico digno, ao considera-la, alavanca-la a ícone, ao resumo final do pensamento humano atual: plugado, mas desligado – já chegaremos lá... a explicação.  

Um prêmio tardio, seria mais como um reconhecimento pelo conjunto da obra. 

As sacolas plásticas tem várias utilidades; e, além de seu uso comum, são fartamente estocadas nos lares, mesmo aqueles bem localizados. Servindo a uma série de arranjos dos mais interessantes, e assim, fazendo uma alusão à ideia original do John; não seria despropósito que todos a adotássemos como uma espécie de máscara, onde então, poderíamos comungar tanto a ideia do revolucionário Inglês/Americano, ao associa-la a de outro cabeludo que a dois mil anos repetiu que todos nós somos iguais, daí, com as sacolas plásticas na cabeça, teríamos, - quem sabe - mais respeito uns pelos outros, pois obviamente, menos diferenças seriam apontadas entre nós.

É preciso reforçar nosso argumento lembrando que, embora venham se transformando em fonte constante de discussão de ecochatos ou não da vez, continuam mais versáteis do que nunca, tanto que chamou nossa atenção para que não passasse em branco no nosso discurso – talvez este texto seja mais uma demonstração escancarada de inveja por não conseguirmos ir além de ensacolar coisas neste ícone maior do (super)mercado consumista. Nem perto chegamos, por exemplo de inspirados engenheiros que por não terem conseguido se formar, demonstram suas aptidões perdidas, em um país que brinda a falta de cultura, de estudo; então, estes engenheiros que se perderam, pululam em comunidades pobres imitando Macgyver e criando até carrinhos transformers onde ONGs oportunistas já encontraram campo de atuação com o velho discurso social, que, além desta explicação altruísta, aparece outra também pura, a de empestar seus conhecimentos em fazer dinheiro e, com o apoio financeiro do governo, despretenciosamente, ajudarão a exportar sacolas plásticas agora transformadas em não-sei-o-que. São tantas novas utilidades. Está dando tão certo que até mesmo a reporter esteve lá.

Ao final as discussões são tanto para o bem quanto para o mal, nossas amigas sacolas têm a personalidade dos grandes personagens das histórias, ou seja: ou são amadas ou odiadas (inclusive elas poderão emprestar um pouco desta personalidades aos seus usuários). Poucos ficam indiferentes a elas em uma hora de precisão, e ao final podem ser comparadas ao humano comum: aceitam tudo.


Este aceitar tudo não pode ser confundido erroneamente como um parvo sem vontade de lutar, não, - não é isto que está em questão aqui - o que devemos entender neste ponto de vista é que, como as sacolas plásticas, alguns homens aceitam a opinião de qualquer um que lhes apresente um argumento um pouco mais elaborado que o admirado e até então insubstituível orador, agora ultrapassado. Acontece que isto se dá sempre sem que se busque entender quais das verdades e mais mentirosa. O saco plástico é assim, se dá a qualquer um que o queira, não busca fazer distinção alguma sobre quem está querendo lhe alugar a cabeça, independentemente de para que fim se dê esta intenção.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Vergonha eterna


 

Ao assistir o filme Cavaleiro Solitário e fácil entender o porquê ele está sendo um fracasso de bilheteria nos EUA, afinal, cheio de mensagens subliminares que poucos entendem, uma fica bastante evidente: mais uma vez, os assassinatos e acordos espúrios que os antepassados daquele povo foi capaz de fazer para tornar o país um império econômico – muito embora este não seja um privilégio exclusivo deles, mas aqui é apenas as barbaridades amiericana que está em questão.

E, por mais que vivam bem, e muitos se orgulham não apenas do passado como da forma como chegaram aonde chegaram, é fato que ninguém tem a coragem de assumir que a forma como foi feita, foi vergonhosa, e a vergonha, por mais que esteja ou tentem fazê-la calar, mesmo que busquem exorcizar velhos demônios, é como repete durante a película, que o medo ronda aqueles que sobreviveram, não apenas devido a forma da conquista, mas se a desgraça causada a inocentes em algum momento não retornará sobre a cabeça de seus orgulhosos herdeiros.

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A Disney embolsando menos....(?!?)


 

Ex-CEO da Disney minimiza fracasso de “Cavaleiro Solitário"


“A grande vantagem da Disney é que ela é uma companhia tão grande, que um tropeço como esse não vai ter nenhum efeito”, disse Michael Eisner Jon


Johnny Depp em cena de "O Cavaleiro Solitário": Barton Crockett, analista da Lazard Capital Markets, estima que a companhia terá que amortizar dívidas por até US$ 190 milhões pelo filme

Los Angeles - Michael Eisner, que foi presidente da Walt Disney Co. durante 21 anos, afirmou que seu sucessor, Robert Iger, deveria continuar no cargo depois que o mandato, que já foi prolongado recentemente, acabar.

 “Se eu tivesse que escolher, ele ficaria mais tempo. Quem sabe, talvez ele fique”, disse Eisner em entrevista no dia 10 de julho com a Bloomberg Television na conferência da Allen Co. em Sun Valley, Idaho. “Quanto mais tempo ele ficar, melhor para os acionistas”.

Eisner minimizou as consequências financeiras do filme “O cavaleiro solitário”, um fracasso de bilheteria da Disney.

A companhia também produziu o filme mais popular de 2013, “O homem de ferro 3”, que arrecadou US$ 1,2 bilhão no mundo inteiro, segundo a empresa de pesquisas do ramo Box Office Mojo. Eisner e Iger participaram da reunião anual de executivos de finanças, entretenimento e tecnologia.

“A grande vantagem da Disney é que ela é uma companhia tão grande, ao contrário do que era quando eu cheguei, que um tropeço como 'O cavaleiro solitário' não vai ter nenhum efeito”, disse Eisner. “Os parques de diversões são fortes e eles têm todos esses filmes da Marvel, da Pixar e da 'Guerra nas estrelas' para estrear”.

Iger, 62, é o presidente da maior companhia de entretenimento do mundo desde que ficou no lugar de Eisner em 2005. A Disney, com sede em Burbank, Califórnia, anunciou em 1 de julho que prolongaria o mandato de Iger por 15 meses, até junho de 2016, alegando a rentabilidade total de 193 por cento dos acionistas obtida sob seu comando. Iger também é presidente do conselho da companhia.

O velho Bernie...



 
        ...ainda na ativa e querendo salvar mais alguns.

Tenho esse todo poderoso mundial como responsável direto pela morte do Airton Senna, é claro que jamais o verei na cadeia devido a isso, assim, o que devo esperar é que ele apareça vez ou outra em manchetes que denigram um pouco sua imagem super blindada, muito embora mesmo que ele tenha culpa no cartório em relação a este episódio recente, é muito certo que também isto pouco lhe aranhe a fama conquistada. Quero apenas acrescentar que não se trata de despeito, afinal, despeito se tem quando se é próximo de alguém mais forte e se pode alcançá-lo em algum instante, assim a inveja, ou o ciúme, embora nocivo ao homem, faz algum significado, se é que posso assim me expressar, mas no nosso caso isso não procede, a distância entre meu querer e seu poder é, neste instante, indizível, que somente cabe observá-lo ao longe que invejá-lo.

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Divulgação – a quem interessar possa.


 

Chefão da F-1 é indiciado na Alemanha por suspeita de suborno

O chefe comercial da F-1, Bernie Ecclestone, 82, foi indiciado na Alemanha em um caso relativo à venda de uma participação na holding da categoria há oito anos, anunciou um porta-voz de um tribunal de Munique nesta quarta-feira. O britânico é acusado de suborno e abuso de confiança.

A questão envolve o possível suborno de Ecclestone a um banqueiro alemão em um negócio no qual o banco BayernLB vendeu sua participação de 48% na holding da F-1 ao CVC, um fundo de private equity, que tinha o apoio de Ecclestone para ingressar na categoria.

Ecclestone, que não pôde ser imediatamente contatado para comentar o assunto na quarta-feira, negou irregularidades.

 


O piloto Jean Alesi (à esquerda) conversa com o ator Sylvester Stallone e o presidente da Associação dos Construtores de Automobilismo, Bernie Ecclestone

O caso pode atrasar os planos preliminares para listar a empresa F-1 na bolsa de Cingapura, no final do ano. Uma tentativa anterior de listagem foi cancelada no ano passado devido à turbulência do mercado.

O empresário da F-1 continua a ser fundamental para o negócio automobilístico transformado por ele em uma máquina global de circular dinheiro, e é uma figura familiar nas corridas. Ele sempre disse não ter planos de se aposentar e não há nenhum sucessor óbvio.

O caso surgiu após Ecclestone ter feito pagamentos a Gerhard Gribkowsky, ex-diretor de risco do BayernLB, que foi preso no ano passado por sonegação de impostos.

Ecclestone negou que os pagamentos a Gribkowsky fossem subornos. Disse a um tribunal de Munique, em novembro de 2011, que pagou Gribkowsky para "mantê-lo quieto", depois de a Alemanha pressioná-lo a respeito de seus assuntos fiscais, e não para facilitar a venda para a CVC.

O BayernLB acabou ficando com a participação na F-1 após a falência do império de mídia de Leo Kirch. O banco então atribuiu a Gribkowsky a tarefa de se livrar do negócio.

O CVC alcançou uma participação de 63% na F-1, mas reduziu sua fatia para cerca de 35% por meio de uma série de acordos.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

PolÉtica



11/07/2013

A proposta primeira deveria consistir em mudar a palavra, transformando POLÍTICA EM POLÉTICA.

Enquanto não voltarmos, primeiramente, a um passado remoto e resgatarmos a ética, partindo dos mandatários para os mandados, não será possível pavimentar um caminho seguro para o futuro. 

“Furo!?!”



Por que a MTV está em baixa!?!

- A juventude migrou para a internet, onde o aglomerado de iguais é maior?
- Tudo o que não tem uma base sólida em algum momento será extinto?
- A música mundial tá uma m...?
- Novas ideias mediocres pode dar mais dinheiro?
- Todas as alternativas estão corretas?

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"Furo!?!", ...é bem providencial.



Com MTV em baixa, equipe do "Furo" lança canal de vídeos no YouTube

Com a iminência do fim da MTV Brasil, a equipe do "Furo MTV" está diversificando suas atividades.

Os apresentadores Bento Ribeiro, Bruno Sutter, Paulinho Serra e Daniel Furlan e os diretores Gabriel Giacomo e Marcelo Botta lançaram um canal de vídeos no YouTube.
Lá, semanalmente, publicam o programa "Amada Foca".

O "Furo MTV" deve ficar no ar na televisão até o mês de outubro.
A informação é da coluna Outro Canal, assinada interinamente por Alberto Pereira Jr. e publicada na Folha desta quinta-feira (11).

terça-feira, 2 de julho de 2013

Acefalodemência



Algo sobre os 30 pontos a menos do PT

É só calar a voz da rua e ouvir a voz do bom senso para responder a pergunta a seguir: alguém capaz é capaz de acreditar que o povo realmente acordou?

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Esta semana as pesquisas registraram uma queda acentuada, vertiginosa, sem precedentes na curta história do PT – a presidenta Dilma em mais ou menos uma misera quinzena acumulou uma queda de quase trinta pontos em sua até então popularidade emprestada, onde a única força que dependia dela é não fazer força alguma.

Mas isto não é importante, afinal cedo ou tarde isto poderia acontecer, seja com a Dilma ou com quem quer que o partido dos trabalhadores colocasse lá, o que deve chamar a atenção é o fato de que em apenas alguns poucos dias a Dilma e o PT passaram de endeusados de uma maioria absoluta ao que vem mostrando as pesquisas: os verdadeiros inimigos do estado, os reais representantes do atual quadro sem graça, sem sal sem açúcar e quase sucateado brasileiro.

E o que significa isso?

Que eles, os petistas juntamente com os políticos em geral são uma vergonha, - tá, e daí, até aqui novidade nenhuma - sim, principalmente, porque se o povo assim se comporta é porque os políticos assim o querem; assim o desenhou. Porém o que deve chamar a atenção, e o que deve ser observado, é a opinião volátil do povo, e mais, de quem quer que seja: mídia ou institutos de pesquisas ou algum tipo de poder paralelo que comanda as notícias. Porque, fica a pergunta, como tantos em tão pouco tempo podem, de uma hora para outra, mudar de opinião em relação a um governo estabelecido a mais de uma década? (Aha; mas não está estabelecido, dirão alguns entendidos, então tá, pode ser aí que resida o problema). Mas a questão persiste. Ninguém realmente acordou. O que há é uma balburdia generalizada e mais uma vez uma meia dúzia de cabeças aproveitando-se do pequeno caos vigente.

É certo que a falácia do Lula em algum momento deveria ser sufocada de uma forma ou de outra, afinal ele apenas entrou para a presidência por insistência e utilizando uma conversa que o aproximou da massa votante e de alguma maneira, volto a insistir: por insistência lhe foi dado, sabe se lá por que cargas d’água, a chance de ser presidente do Brasil. Talvez porque quem realmente se interessa pelo Brasil não busca a presidência – e o mérito dele? Tem nosso desgraçado operário padrão algum mérito? Sim, apenas o da insistência. Porém isto de nada serve para levantar um país com o nosso histórico e em meio a um turbilhão de mudanças mundiais que precisam de pessoas com personalidade, conhecimento, coragem e sabedoria para fazer o que deve ser feito.

 Fato é que o discurso cheio de “conformes” do Lula só serve mesmo para o seu povo e ele jamais poderia saber que sem alguns predicados pétreos, vamos usar essa palavra que está na moda, e também não negligenciando que aqueles que o colocaram lá poderiam em algum momento tranquilamente sabotá-lo, principalmente quando ele pensasse em deitar em berço esplendido; ou imaginaria ele que apenas tomando algumas atitudes de conchavo e outras cocitas mais no governo seria seu salvo conduto eterno para perpetuar no poder uma equipe piada que por séculos servirá de chacota para as verdadeiras raposas – nacionais ou não - que convenientemente se mantiveram sempre a postos a seu lado?

Deve sair o PT e ficar o povo, porém é claro, o povo sempre seguirá o pastor com os argumentos certos para a pauta do dia; e somente do dia.
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A seguir, a notícia que, mesmo que tenham partido de uma falta generalizada de bom senso, finalmente deu as caras e quem sabe possa então ser um início de mudança real, quem sabe? Neste país, onde tudo parece ser parte de uma piada, como já disse aqui anteriormente, porque não?

Popularidade de Dilma cai 27 pontos em três semanas e chega a 30%


O momento de instabilidade da economia  brasileira, com bolsas de valores em queda e dólar e inflação em alta, somado à onda de protestos que tomou conta do País nos últimos 15 dias, fez com que a aprovação do governo de Dilma Rousseff despencasse 27 pontos percentuais em apenas três semanas, segundo pesquisa do Datafolha, finalizada na noite desta sexta-feira (28).
Pelo número, é possível afirmar que, em média, somente três em cada dez brasileiros aprovam o atual governo.
No momento, apenas 30% dos brasileiros consideram a gestão da petista boa ou ótima, sendo que na primeira semana de junho, antes das manifestações que se espalharam pelo Brasil, o número chegava a 57%. Uma pesquisa feita em março mostrou mais que o dobro da aprovação atual: 65%.
Os entrevistados responderam, também, sobre o desempenho de Dilma frente aos protestos. Para 32%, a postura foi ótima ou boa, enquanto 38% julgaram como regular e outros 26% avaliaram como ruim ou péssima.
O índice representa a maior queda de popularidade de um presidente desde que Fernando Collor de Mello aprovou o plano econômico que confiscou a poupança dos brasileiros, em 1990. Na época, a aprovação caiu de 71% para 36% no intervalo de três meses.
A parte da população que considera o governo de Dilma ruim ou péssimo foi de 9% para 25%, sendo que a nota média da petista foi de 7,1 para 5,8, em escala de zero a dez.
Quando perguntados sobre o desempenho da presidente na reação aos protestos, 30% disseram que foi bom ou ótimo, contra 38% que acharam regular e outros 26% que optaram por ruim ou péssimo.
A avaliação positiva da gestão econômica do atual governo caiu de 49% para 27%, o que ajuda a explicar a queda da popularidade de Dilma.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou para menos. Foram ouvidas 4.717 pessoas em 196 municípios.