sábado, 26 de março de 2011

Um conselho: Tenham medo

É certo que a evidência não faz o fato, "but"...

O que é pior; um STJ que a maioria absoluta do país julga culta embora tenha demonstrado na votação da ficha limpa, desta semana, traços que vitimizam apenas os coniventes, bem como, pode-se ligar também a posturas interesseiras ao permitir a volta de um Jader Barbalho a vida pública, por exemplo; ou uma patuléia desprovida de cultura alguma que vota no facínora?



quarta-feira, 23 de março de 2011

Um conselho: Tenham medo II


É a única certeza. Deveremos ter muito medo. Nada mais é possível que façamos além de temer estes “comandantes” das leis do país.
Não é possível que se fale mais nada, quem quer ouvir palavras pomposas e discursos cheios das últimas intenções assista a estes senhores determinando que bandidos podem também aviltar nossas minguadas reservas, desculpem, nunca estivemos tão bem monetariamente falando, desculpem, cometi um erro mas vou deixar assim mesmo, demonstrando que sou humilde, analfabeto e pouco inteirado da real situação do país.

Em tempo:
Fui obrigado a postar a foto deste senhor aqui, a única esperança que tenho é de que esta foi uma postura de chegada, devido a ser este tal de Luiz Fux um calouro em votação ou talvez por não entender o quão sério é a cadeira que lhe deram, ou não é tão séria assim!?!

O BRASIL DEVERIA JAMAIS ESQUECER ESTE DIA E ESTE SENHOR.

-0-

Texto aleatório retirado de algum site qualquer da net neste dia.

Após um longo impasse no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a aplicabilidade da Lei da Ficha Limpa, o ministro Luiz Fux desempatou e a Corte decidiu, seis meses após a eleição do ano passado, que as novas regras de inelegibilidade só serão válidas a partir do pleito de 2012.
Aqueles que tiveram seus registros negados pela Justiça Eleitoral no ano passado poderão ser empossados. A decisão desta quarta-feira valerá para todos os demais recursos que discutem a aplicabilidade da nova lei.
Com a decisão desta quarta-feira, haverá mudanças no Senado e na Câmara, mas não deverá afetar a majoritária base aliada do governo Dilma. Deverão ser empossados como senadores Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Jader Barbalho (PMDB-PA), Paulo Rocha (PT-PA) e João Capiberibe (PSB-AP). Já na Câmara, Janete Capiberibe (PSB-AP) deverá assumir uma cadeira como deputada federal.
Fux, indicado pela presidente Dilma Rousseff neste ano como o 11o ministro da Corte, foi empossado neste mês e só nesta quarta-feira declarou sua posição em relação à nova lei. Com a posição contrária do magistrado e a manutenção do voto pelos demais ministros, as restrições propostas pela nova lei não poderão ser aplicadas contra os candidatos que concorreram nas eleições gerais de 2010.
Em seu voto, Fux seguiu parecer do relator do caso, ministro Gilmar Mendes, ao entender que a nova lei "colide frontalmente" com o artigo 16 da Constituição Federal, que prevê o princípio da anterioridade, em que uma lei eleitoral não pode entrar em vigor no mesmo ano de sua aprovação. A lei foi aprovada no mesmo ano da eleição.
"A Lei da Ficha Limpa fixou novas causas de inelegibilidade em 2010 que não poderiam ser aplicadas no mesmo ano da eleição", declarou Fux. "Além de ter afrontado a cláusula da anterioridade, feriu também de morte a garantia da segurança jurídica, inerente ao estado de direito. Surpresa e segurança jurídica não combinam", acrescentou.
Apesar do voto contrário, ele elogiou a Ficha Limpa como um dos "mais belos espetáculos democráticos" e como "lei do futuro", mas alertou que "a tentação de aplicação da lei é muito grande, até para quem vota contra, mas deve ser resistida".
Na ratificação de seu voto a favor da lei apenas a partir de 2012, Mendes declarou não ser possível a aprovação de novas regras que alterem um jogo já em curso.
"Não há dúvida que a alteração de regra repercute de alguma forma no processo eleitoral", disse.
DESEMPATE
De iniciativa popular, a Lei da Ficha Limpa contou com 1,6 milhão de pessoas antes de ser aprovada pelo Congresso Nacional, em maio de 2010, e sancionada sem vetos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no mês seguinte.
A lei impede que políticos com condenação na Justiça por decisão de um colegiado disputem eleições, assim como aqueles que renunciaram ao mandato para evitar cassação.
A discussão em torno da lei voltou ao STF com o recurso de Leonídio Bouças (PMDB-MG), que teve candidatura a deputado estadual rejeitada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), devido a uma condenação por improbidade administrativa em 2002.
No ano passado, os então dez ministros do STF não chegaram a um consenso sobre a validade total da lei já na última eleição, houve empate.
Os ministros Joaquim Barbosa, Carlos Ayres Britto, Cármen Lúcia, Ellen Gracie e Ricardo Lewandowski —que também é presidente do TSE— se posicionaram a favor da aplicação da nova lei ainda em 2010 e repetiram o voto nesta quarta-feira.
Foram contra, além de Mendes, o presidente da Corte, Cezar Peluso, e os ministros Celso de Mello, José Antônio Dias Tóffoli e Marco Aurélio Mello. Agora, com a chegada de Fux, houve o desempate.






terça-feira, 8 de março de 2011

Tex não trabalharia no governo de berlusconi



Tex chegou às bancas italianas pela primeira vez em 30 de setembro de 1948, sob a pena de Gianluigi Bonelli e arte de Aurelio Galleppini, trazendo a aventura O Totem Misterioso, na qual Tex ajuda Tesah, filha de Urso Cinzento, Sakem dos Pawnees a recuperar um símbolo de Totem, roubado de seu pai pelo bandido Coffin, e, depois, a achar o próprio Totem, que esconde uma passagem para um suposto tesouro. Esta história foi publicada na edição comemorativa dos 50 anos de Tex pela editora Opera Graphica.

-0-

Quem leu TEX sabe: ele não trabalharia pra berlusconi.

-0-


A última de Berlusconi

O primeiro-ministro comete gafes, atrai confusão e é mulherengo, mas os italianos no fim lhe dão votos.

18 de outubro de 2009


A popularidade do premiê italiano, Silvio Berlusconi, cai a 45% - nível mais baixo desde que ele assumiu o cargo, no ano passado. Os escândalos sexuais e a suspensão da imunidade do premiê seriam as causas, segundo a pesquisa, divulgada pelo jornal La Repubblica.

Silvio Berlusconi tem sido acusado de suborno, evasão fiscal, corrupção e manipulação da imprensa. Sua mulher o deixou, acusando-o de andar com prostitutas e promover orgias em sua villa na Sardenha. O primeiro-ministro italiano faz piadas embaraçosas (e depois as repete, como aquela sobre o "bronzeado" do presidente americano, Barack Obama). Desaparece periodicamente para se submeter a novas cirurgias plásticas. Está em guerra com o establishment legal italiano, com quase todos os jornalistas que não trabalham para ele e com a Igreja Católica. Na semana retrasada o tribunal constitucional italiano retirou sua imunidade, o que significa que o país pode esperar uma nova série de processos e escândalos.
Mas, de longe o mais interessante sobre Berlusconi é que... os italianos continuam votando nele. A coalizão um tanto esfarrapada que lidera - ll Popolo della Libertà, Povo da Liberdade - teve uma vitória decisiva nas eleições gerais de 2008 e deu uma surra na oposição no pleito para o Parlamento Europeu em junho de 2009. Quer se concorde ou não com sua filha, que diz que ele "entrará para os livros como o líder mais amado e mais longevo na história da república italiana", não se pode contestar o fato de que Berlusconi tem sido a força dominante na política italiana desde que se tornou primeiro-ministro pela primeira vez, em 1994. Mas por quê? Parece haver várias respostas, algumas relacionadas ao estranho impasse que o levou ao poder.

No início dos anos 90, o sistema político da Itália se desfez depois de uma série de investigações judiciais que revelaram uma corrupção profunda permeando toda a classe política. Em consequência, os principais partidos e os principais líderes políticos desapareceram da noite para o dia, às vezes literalmente: Bettino Craxi, líder do Partido Socialista durante quase 20 anos, fugiu para a Tunísia quando ia ser preso e acabou morrendo no exílio.

Berlusconi ocupou o vácuo político prometendo atacar questões que ninguém ousava abordar - especialmente a imigração em massa do Norte da África - e enfrentar problemas que ninguém conseguia resolver, entre eles a intricada legislação tributária e a notória burocracia do país. Mas, olhando em retrospectiva, fica claro que Berlusconi (cujo histórico na concretização efetiva de qualquer das reformas que prometera é bastante pobre) trouxe consigo a contrarrevolução. Ele havia feito carreira sob a velha ordem - como a maioria dos demais políticos - e, uma vez no poder, pôs fim à limpeza judicial. Os italianos, como me disse o jornalista Beppe Severgnini, "estavam com medo da própria ousadia". Também temiam o caos e, num país que tivera em média um governo diferente por ano nas últimas seis décadas, Berlusconi parecia trazer algum tipo de estabilidade.
A esquerda italiana está desorganizada, a centro-direita está paralisada, mas muita gente prefere o diabo que já conhece. Berlusconi, é claro, tem uma ferramenta que nenhum dos outros políticos tem: uma televisão popular. Como dono, controla três canais de TV aberta e vários canais digitais. Também controla de fato a televisão estatal, pois é o primeiro-ministro. Há jornais, revistas e talk-shows noturnos que o criticam, mas não atingem o mesmo número de pessoas. Assim como seu amigo Vladimir Putin, primeiro-ministro russo, Berlusconi não tenta exercer influência sobre toda a mídia - apenas sobre a parte que influencia a maioria dos eleitores. Isso pode não determinar o resultado de eleições, mas certamente ajuda, e também fez da Itália o centro do maior movimento pela liberdade de imprensa fora da antiga União Soviética.
Mas, no fim das contas, mesmo esse poder não explica a grande quantidade de votos. Tem de haver algo de sedutor no próprio Berlusconi. Severgnini o chamou de "espelho" da Itália moderna. Percebe-se o que quis dizer com isso. Berlusconi é um novo rico (como quase todo o mundo no país) e não tem medo de mostrar isso (vide a villa na Sardenha); ama as mulheres e o futebol (é dono do clube Milan); é leal aos amigos (chegando a protegê-los da lei); e, claramente se divertindo nas festas e em seu iate, Berlusconi representa de algum modo uma versão caricatural do ideal de vida italiano. Precisamente por ser caricatura é que convive bem com situações em que outros se embaraçariam. Os italianos rolam de rir contando casos de Berlusconi. Além disso, com ele como primeiro-ministro ninguém precisa se levar muito a sério. Nem tem de se preocupar com geopolítica, estado do planeta, pobreza, falência do Estado. Pode-se ficar em casa, pensando abobrinha e discutindo o mais recente escândalo legal. E talvez também isso seja parte da atração do primeiro-ministro italiano.

-0-

As vezes a história fala por si só, o problema é que são os homens que a constroem, e nem sempre temos construtores a sua altura.
Não teria a história vergonha de nós?

Domingão do Chinelão

http://colunistas.ig.com.br/natv/2011/01/24/domingao-do-faustao-marca-a-pior-audiencia-de-sua-historia/




segunda-feira, 24 de janeiro de 2011


Briga pela audiência | 16:22
‘Domingão do Faustão’ marca a pior audiência de sua história
Depois do período de férias, é bom Fausto Silva começar a pensar em mais reformulações para seu “Domingão”. No último domingo, o programa marcou a pior audiência de sua história. Segundo números do Ibope, a primeira parte da atração, exibida antes do futebol, chegou a empatar com a Record em 10 pontos. Já na segunda parte Faustão venceu Gugu por 13,6 contra 10,8. Somadas, as médias das duas partes do “Domingão” fecham em 12,2, um número menor do que a pior audiência de sua história, registrada em 14 de fevereiro do ano passado, um domingo de Carnaval, quando o dominical atingiu 12,7 pontos. A luz amarela deve ter acendido na Globo.


1773 COMENTÁRIOS

1773 Mestre Rethard Ado 25/01/2011 14:04
O que acontece é que o PÉSSIMO do Domingão do Faustão foi alcançado por outras emissoras dividindo assim o Ibope.

-0-

O Grande Renato Russo em um dos seus shows ao vivo fez referência com muita irreverência aos programas de auditórios como "Domingão do Chinelão". Sou partidário deste letrista único da música brasileira.

ABAIXO OS PROGRAMAS DE AUDITÓRIOS