sábado, 30 de janeiro de 2016

Prisões hospitais








Ao menos nesse país – embora não seja exclusividade nossa -, observando o descaso com o dinheiro público, que não de hoje assombra o honesto, parece-me que há uma categoria de homem cuja patologia que o torna um hediondo administrativo ainda não foi devidamente investigada. Que assusta não apenas por ainda não ter sido estudada, mas devido à falta de percepção como um todo na sua prévia identificação. E, a despeito de o porquê, no entanto, todos estão muito aquém disso, e ainda mais distantes, de criar mecanismos para antes de puni-los, trata-los.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Não mate o mosquito, mate seu filho


A campanha do governo é, “Se o mosquito pode matar ele não pode nascer”, porém há um juiz defendendo o direito ao aborto em casos de microcefalia com risco de morte.

Então essa é a solução; sempre por um viés paliativo? 

Pelo sim pelo não o tema é polêmico. O governo e as pessoas não conseguem acabar com os criadouros do mosquito então como solução autorizam que os fetos sejam sacrificados; “esse é nosso mundo”. Ainda que nem todos concordem, há um viés de uma solução drástica imposta a população quando a resposta deveria ser remediada com muita antecedência pelo estado... quando ele continua fazendo quase nada.

E agora, com essa nova opção encontrada por nossa sempre presente, classe científica, os especialistas... o governo irá mudar o slogan da campanha! Afinal de qualquer maneira o feto poderá não nascer!?! 

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Já no dia 31 de janeiro a Folha em sua matéria de capa anuncia:

Grávidas com zika abortam antes de atestar microcefalia

Mulheres com diagnóstico do vírus pagam até R$ 15 mil por procedimento ilegal


Mãe não merece passar nove meses carregando uma criança que não vai sobreviver

Jesseir Coelho de Alcântara, juiz da 1ª Vara Criminal de Goiânia, é contra a descriminalização do aborto.

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Ok. senhores concordantes com essa declaração e tantas outras que vimos por aí defendendo o indefensável ou não, pergunto então; e a criança merece a sentença de morte, muitas vezes por irresponsabilidade dos pais?


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Entre os absurdos do dia nos jornais...

Juiz defende direito a aborto em casos de microcefalia com risco de morte.

As consequências da epidemia de microcefalia, que atinge pelo menos 20 Estados brasileiros, além do Distrito Federal, vão além do cotidiano de mães, hospitais e clínicas de saúde de família, e chegam também aos tribunais.

O juiz goiano Jesseir Coelho de Alcântara, que autorizou uma série de abortos legais em casos de anencefalia –mal que impede o desenvolvimento cerebral do feto– e outras doenças raras, disse que a interrupção da gravidez em casos de microcefalia com previsão médica de morte do bebê é "válida" e precisa ser avaliada "caso a caso".

"Se houver pedido por alguma gestante nesse caso de gravidez com microcefalia e zika, com comprovação médica de que esse bebê não vai nascer com vida, aí sim a gente autoriza o aborto", afirma o titular da 1ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida de Goiânia, que já permitiu interrupção de gestações em casos de síndromes de Edwards e de Body-Stalk, anomalias que inviabilizariam a sobrevida do bebê fora do útero.

A afirmação foi feita no momento em que Pernambuco, principal epicentro da doença no Brasil, registra aumento nas mortes de bebês com microcefalia associada ao vírus zika. Mesmo em casos comprovados de morte do bebê, a interrupção da gravidez está longe de ser unanimidade no país e gera intenso debate entre juristas, ativistas e sociedade civil.

Formado por membros da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), da FEB (Federação Espírita Brasileira), do FENASP (Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política), entre outros, o Movimento Brasil Sem Aborto afirma que interrupções em gestações de fetos com microcefalia ou outras má-formações são "inaceitáveis" sob qualquer aspecto.

Na opinião do juiz, entretanto, se o aborto é permitido por lei em casos de fetos anencefálicos, "cuja vida após o nascimento é inviável", também se justifica em "gestações em que o feto comprovadamente nascerá sem vida", devido à microcefalia.

"A anencefalia e a microcefalia severa, com morte no nascimento, são casos similares", argumenta o juiz Alcântara, por telefone. Ele afirma que, para que tomar a decisão, são necessários três laudos médicos, mais parecer favorável do Ministério Público.

Procurado, o Conselho Federal de Medicina disse discordar dessa visão. Em nota, a entidade afirma que "no caso de fetos com diagnóstico de microcefalia, em princípio, não há incompatibilidade com a vida."

POUCA INFORMAÇÃO

Há poucos dados oficiais sobre mortes de fetos e recém-nascidos microcefálicos no Brasil –e os que existem estão desatualizados. Questionado sobre o tema, o Ministério da Saúde diz que só tem informações consolidadas sobre mortes de recém-nascidos com a doença em território nacional até 2014, período anterior à epidemia. A pasta diz que depende de informações enviadas pelos Estados para obter números mais atuais.

O Conselho Federal de Medicina afirmou que "a interrupção antecipada da gestação deve ser definida à luz do que determinam o Código Penal do Brasil e o STF (Supremo Tribunal Federal). A incompatibilidade com a vida foi a essência para a fundamentação do STF, quando se manifestou favoravelmente pelo aborto de fetos anencéfalos."

No Código Penal, são previstas duas formas legais de aborto: em casos de risco de vida para a mãe ou em gestações resultantes de estupro. Em 2012, o STF admitiu uma terceira hipótese e a interrupção de gestações de fetos anencéfalos deixou de ser considerada crime.

EUGENIA?

Nas redes sociais, em blogs e páginas religiosas, críticos do aborto afirmam que a interrupção de gestações por conta da microcefalia seria uma forma de "eugenia". O termo se refere a técnicas que visam "melhorar qualidades físicas e morais de gerações futuras", segundo o dicionário Michaelis, e frequentemente é associado a políticas de controle social adotadas por Adolf Hitler durante o regime nazista alemão.

A professora de direito da Universidade de Brasília e especialista em bioética, a antropóloga Debora Diniz, vê "eugenia" nas políticas públicas que envolvem o controle de nascimentos: "Eugenia é quando o Estado pede que mulheres não engravidem, como foi feito", disse.

Em localidades como Colômbia, El Salvador, Equador e Jamaica, as autoridades pediram que mulheres não engravidassem, por medo da microcefalia ligada ao zika. No Brasil, em novembro, o diretor de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde chegou a recomendar que as mulheres adiassem seus planos de gravidez. Dias depois, voltou atrás.
"Quando o país pede que suas mulheres não engravidem, quando isso portanto é uma política pública, o estrago é muito maior que o resultado das escolhas individuais das mulheres", afirma Diniz. "Controlar liberdades da população é o pior caminho que o Estado pode seguir. A solução do problema não pode vir pelo controle dos úteros."

Forte crítica às políticas do Ministério da Saúde para erradicação da doença, a antropóloga, que tem passagens como professora visitante nas universidades de Leeds (Reino Unido), Michigan (Estados Unidos), Cermes (França), entre outras, diz que as mulheres não podem ser punidas pelo "ato de negligência do país em não ter controlado o mosquito Aedes aegypti, que transmite o zika.

"Ou o Estado oferece as melhores condições e cuidado permanente aos recém-nascidos com microcefalia, ou permite que as mulheres possam fazer a escolha individual de interromper suas gestações", diz. "O aborto não é uma solução para esta tragédia, mas seria uma forma de proteger as mulheres vítimas da falta de políticas efetivas para erradicação da doença."

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Despirocô geral


"Não tem uma viva alma mais honesta do que eu", 

afirma Lula em conversa com blogueiros hoje pela manhã.

Épakábá! Ele não devia ter "firmado o purfo" ainda.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

A volta do pé-no-saco



... e por falar em pé-na-bunda.

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Piada rápida

Jérôme Valcke é demitido da Fifa após escândalo em venda de ingressos na Copa do Brasil.



PS.: a quem interessar possa, foi desse indivíduo que “autoridades” brasileiras ligadas ao esquema da copa tiveram que se dobrar e ouvirem caladas que “teria que ser do jeito brasileiro”, lembrando que o brasileiro precisa sempre estar levando um pé na bunda para se mexer; #ficadica.  

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Bem vindo ano olímpico


Nosso esporte preferido...
















...arremesso de culpa.