domingo, 30 de abril de 2017

“Rouba mas faz”


Vai longe o “Rouba mas faz”; porém, como inflacionou este expediente.

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O jornal Folha de hoje informa que no Datafolha o metalúrgico continua a frente nas pesquisas, mas mais; ampliou a vantagem...

Imagino de imediato; será que esse indivíduo, com tanto dinheiro, não pode estar comprando a pesquisa? Avalio que o melhor seria que essa “verdade” fosse fabricada, afinal temos tantas por aí; não vejo nada de bom para o povo brasileiro no decorrer das próximas décadas, no entanto penso que a história pode ser ainda mais medonha caso esta informação seja factível.

No mesmo jornal o texto do Hélio Schwartsman, otimista, insinua que “A humanidade tem jeito?”, e depois de alguns fatos finaliza: “Em tese (e é bem em tese mesmo), até o Brasil tem esperança”.
Já no primeiro editorial um trecho chama a atenção – comentando sobre a pesquisa - e não pude deixar de complementar a ideia - não sei se faltou ao autor ou é por conta da (im)parcialidade -; “É provável que o ex-presidente beneficie-se da memória de bons anos de crescimento e distribuição de renda durante seu governo”, complemento que não devemos esquecer que esta distribuição foi exponencialmente dividida a favor do pai dos programas.


Mais feliz é uma pequena nota matreira cujo título insinua que “Lula não se lembra do que disse em fevereiro” fazendo referência a visita de Temer ao hospital durante a internação da mulher do metalúrgico onde falaram sobre a “conveniência de novos encontros” ao que Lula hoje diz não ter interesse devido “a forma como ele (Temer) chegou ao governo”. O que mudou? Mas o que interessa é o final da observação que aqui anotamos: “Se Lula não consegue lembrar de uma conversa ocorrida há menos de três meses, pode-se entender que não lembre quem é o dono do apartamento do edifício Solaris e o sítio de Atibaia”.

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No muro leio: "Vote nulo - Se eles fossem inteligentes fariam mais que política; mostre-se inteligente você, deixe-os com os seus".

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Em tempo:

Ainda na Folha de hoje

"Eu não sou de reclamar, mas ninguém aguenta. São quase 18 horas tentando massacrar esse pobre coitadinho que veio de Garanhuns"

Ex-presidente, ex-metalúrgico e ex-coitado

Será que ele já foi coitado alguma vez?

Trava mente - Os espertos são coitados fingidos que ludibriam os verdadeiros coitados ou se tornaram espertos porque nada possuíam de coitado?

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Corrupção: 250 bilhões/ano


"A nossa época é a época da crítica, à qual tudo tem que submeter-se. A religião, pela sua santidade e a legislação, pela sua majestade, querem igualmente subtrair-se a ela. Mas então suscitam contra elas justificadas suspeitas e não podem aspirar ao sincero respeito, que a razão só concede a quem pode sustentar o seu livre e público exame."

Immanuel Kant

Não podemos mais "aspirar ao sincero respeito". Na "nossa época", compreender e aplicar o que o preocupado filósofo professou é um disparate. O processo da institucionalização da corrupção no Brasil pode ultrapassar os 300 bilhões/ano, e nada pode ser feito e, como consolo, devemos entender que isso não é o pior; com certeza o estrago menor ao país, é a grana roubada.


domingo, 23 de abril de 2017

Boa leitura!






Imperdível a análise política do sociólogo Sérgio Abranches publicada hoje na Folha. E não é demais observar um ponto de suma importância; enquanto acontece o que ele relata minuciosamente em suas observações, onde é fácil entender a necessidade quase exclusiva de pretensos políticos, verdadeiros arrivistas (palavra extraída no próprio texto) buscando a melhor forma de, infiltrados, se acomodar num sistema colapsado; o trabalho do político e a política necessária e obrigatória fica relegada ao segundo plano, afinal, se o foco é o auto encaixe para salvar o seu, que espaço sobra para defender as reais necessidades do país???     

sábado, 22 de abril de 2017

Dos registros inúteis... "curitibananada"

Aí, Vô ti pegá hein!?!


Nestes dias em que ouvimos o "Italiano" dizer (na cadeia por ajudar a f... o Brasil) ao Moro: querer ajudar o Brasil. Nada do que tentemos - "tentemos?" - pode mudar a trajetória do país da passividade; enquanto assiste o metalúrgico desfilar em Curitiba, debaixo do nariz do povo da "República Curitibanana" sem nada fazer... aqui, só se... pára na tv.



quarta-feira, 12 de abril de 2017

Sabe o que isso significa?





E segundo alguns, a corrupção nem é nosso maior mal; penso no que o pretenso metalúrgico está falando - um dia depois de ter sido acusado de levar, "na mão grande" 13 milhões em espécie; talvez algo como:Esse governo "golpista" é mesmo fraco, não só deixou que me acusassem como ele próprio está na lista!!!