terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Acostumar-se ou acomodar-se



Mas como sempre... adaptar-se. É o que fazemos de melhor.

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No segundo mandato da presidenta “Diuma”, estamos assistindo – forçadamente? - algumas mudanças com relação à obrigatoriedade de seu governo em dar um rumo diferente a situação escatológica anunciada por economistas realistas sobre a derrocada, o colapso certo, não apenas da economia no Brasil.

Isso; caso a “viúva” (como se referem alguns ao país) continue sendo assediada, explorada, aviltada, mal cuidada como nas últimas décadas.

E o óbvio, a julgar pelas primeiras notícias, como não poderia ser diferente, se faz novamente: confirmando que a mudança maior é com relação ao povaréu, a massa, o contribuinte que movimenta isso tudo, ou seja, é por nossa conta; mais uma vez se desfaz sobre nossos ombros; às costas do trabalhador, do minifundiário, daqueles que se arriscam na informalidade, e do empresariado remediado para baixo.

 Nós, ordinários votantes e não votantes; situacionistas ou oposicionistas, chutando ou não cachorro-morto, deveremos uma vez mais nos curvar às varias notícias ainda piores do que as anteriores no que se refere a aperto de cinto, e continuarmos seguindo sem fazer nada por não haver nada o que fazer, mas não por isso, mas pelo estado instalado; e porque todo o governo conhece seus comandados, e então eles sabem até onde pode ser apertado o torniquete, afinal eles somente o utilizam no povo.

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Prévia da semana...


Racionamento há meses; apagão ontem (que o ministro Eduardo Braga, o sujeito mais arrogante que pode existir na face da terra, garante que foi um fato isolado); volta do Cide na gasolina; violência em alta; corrupção na mesma; dólar em alta; milícia; Ptbrás; impostos sem comentários; inflação; PIB?; IDH?; sem merenda; greves; aumentos dos transportes sucateado e etc...; usinas que levam milhões com atraso médio de 12 meses; aumento do salário dos políticos... E hoje a senhora “Diuma”, vetou, após elevar tributos, a correção da tabela do IR em 6,5%, medida aliviaria a tributação dos salários e outros rendimentos, mas Planalto diz que proposta levaria a perda de R$ 7 bilhões para as contas do governo. Como diz o vizinho “pus agora!?!”

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