quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Desculpas



Não, as palavras abaixo não desculpam a nossa presidenta, elas apenas endossam a sua incompetência em gerenciar problemas. A matéria abaixo funciona mais ou menos como no caso de decretar a pena de morte a alguém inocente – mal julgado ou sem julgamento algum como nesse caso, apenas pelo fato de que é assim que funciona - em um estado onde essa lei é aplicável. Essa senhora deveria sim pedir desculpas por mais esse acinte.  A questão é: qual é a diferença se é a ONU, países afins ou não ou um grupo particular de defensores da natureza que sugere o não desmatamento? O que deve prevalecer é a sensatez, e na atualidade senhora presidenta, o bom senso ou um mínimo de inteligência não avalizaria a derrubada de 80 campos de futebol por mês de matas nativas; o que a senhora acha?`


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Em algum site pró governo hoje


Dilma: Brasil não assinou acordo de desmatamento porque não foi consultado e porque fere lei nacional
'Um assessor (dos países proponentes) disse que não nos acharam, coisa um pouco difícil dado o tamanho do país'

NOVA YORK. A presidente Dilma Rousseff afirmou que a proposta de redução a zero do desmatamento em escala global até 2030, que circulou na Conferência do Clima, não é uma resolução do ONU e, portanto, o Brasil não se opôs a um acordo no âmbito da instituição. A iniciativa foi apresentada por Alemanha, Reino Unido e Noruega e organizações e empresas internacionais, informou Dilma.

O Brasil não a assinou, explicou a presidente, porque seu governo não foi consultado e porque o desmatamento zero colide com a legislação brasileira.

Para ser acordo, informou um diplomata brasileiro, a proposta teria de ter sido negociada e transformada em projeto de resolução da Conferência, o que não foi o caso com o texto do desmatamento zero. Menos de 20% dos membros da ONU endossaram a iniciativa.

Dilma ironizou o fato de a proposta de circulado, até o período de encontros preparatórios da Conferência, à margem do Brasil:

- Somos um país com uma grande quantidade de florestas, que temos a melhor política de redução de florestas. Um dos assessores (dos países proponentes) disse que não nos acharam, coisa um pouco difícil dado o tamanho do país.

Dilma explicou que a existência do conceito de manejo florestal na legislação brasileira se choca com a noção absoluta de desmatamento zero. Populações ribeirinhas, por exemplo, têm seu sustento atrelado ao manejo.

- Além de não terem nos consultado, eles propõem algo que é contra a lei brasileira. A lei brasileira permite que nós façamos o manejo florestal, muitas pessoas vivem do manejo florestal, que é o desmatamento legal, sem danos ao meio ambiente, nas beiras, principalmente nas populações tradicionais, você pode ter o manejo florestal. Contraria e se contrapõe à nossa legislação - afirmou Dilma.

Ela disse ainda:


- Ficou visível uma questão que eu queria deixar claro o que acontece. É uma declaração que foi apresentada por alguns países, não foi apresentada pela ONU, não é uma declaração da ONU, sobre florestas. Foi apresentada por três países: Alemanha, Reino Unido e Noruega, algumas ONGs e empresas privadas internacionais. Por que o Brasil se recusou a assinar? Primeiro porque não nos consultaram.

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