Não,
as palavras abaixo não desculpam a nossa presidenta, elas apenas endossam a sua
incompetência em gerenciar problemas. A matéria abaixo funciona mais ou menos
como no caso de decretar a pena de morte a alguém inocente – mal julgado ou sem
julgamento algum como nesse caso, apenas pelo fato de que é assim que funciona
- em um estado onde essa lei é aplicável. Essa senhora deveria sim pedir
desculpas por mais esse acinte. A
questão é: qual é a diferença se é a ONU, países afins ou não ou um grupo
particular de defensores da natureza que sugere o não desmatamento? O que deve
prevalecer é a sensatez, e na atualidade senhora presidenta, o bom senso ou um
mínimo de inteligência não avalizaria a derrubada de 80 campos de futebol por
mês de matas nativas; o que a senhora acha?`
*
Em
algum site pró governo hoje
Dilma: Brasil não assinou
acordo de desmatamento porque não foi consultado e porque fere lei nacional
'Um assessor (dos países
proponentes) disse que não nos acharam, coisa um pouco difícil dado o tamanho
do país'
NOVA YORK. A presidente Dilma
Rousseff afirmou que a proposta de redução a zero do desmatamento em escala
global até 2030, que circulou na Conferência do Clima, não é uma resolução do
ONU e, portanto, o Brasil não se opôs a um acordo no âmbito da instituição. A
iniciativa foi apresentada por Alemanha, Reino Unido e Noruega e organizações e
empresas internacionais, informou Dilma.
O Brasil não a assinou,
explicou a presidente, porque seu governo não foi consultado e porque o desmatamento
zero colide com a legislação brasileira.
Para ser acordo, informou
um diplomata brasileiro, a proposta teria de ter sido negociada e transformada
em projeto de resolução da Conferência, o que não foi o caso com o texto do
desmatamento zero. Menos de 20% dos membros da ONU endossaram a iniciativa.
Dilma ironizou o fato de a
proposta de circulado, até o período de encontros preparatórios da Conferência,
à margem do Brasil:
- Somos um país com uma
grande quantidade de florestas, que temos a melhor política de redução de
florestas. Um dos assessores (dos países proponentes) disse que não nos
acharam, coisa um pouco difícil dado o tamanho do país.
Dilma explicou que a
existência do conceito de manejo florestal na legislação brasileira se choca
com a noção absoluta de desmatamento zero. Populações ribeirinhas, por exemplo,
têm seu sustento atrelado ao manejo.
- Além de não terem nos
consultado, eles propõem algo que é contra a lei brasileira. A lei brasileira
permite que nós façamos o manejo florestal, muitas pessoas vivem do manejo
florestal, que é o desmatamento legal, sem danos ao meio ambiente, nas beiras,
principalmente nas populações tradicionais, você pode ter o manejo florestal.
Contraria e se contrapõe à nossa legislação - afirmou Dilma.
Ela disse ainda:
- Ficou visível uma
questão que eu queria deixar claro o que acontece. É uma declaração que foi
apresentada por alguns países, não foi apresentada pela ONU, não é uma
declaração da ONU, sobre florestas. Foi apresentada por três países: Alemanha,
Reino Unido e Noruega, algumas ONGs e empresas privadas internacionais. Por que
o Brasil se recusou a assinar? Primeiro porque não nos consultaram.

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