Como diz minha esposa, "que graça tem viver desse jeito", quando ela se encontra em situações em que o cotidiano nos impõe um estado em que nos mantemos refém de ações que se dependesse do nosso querer em nenhum momento as viveríamos.
Esta semana vivemos mais um capítulo do que a mídia vem chamando de crise dos poderes, embora deveríamos entender que a crise apenas existe quando há a intenção nítida, firme de se encontrar uma solução descente para o desenvolvimento positivo de todos os envolvidos, o que não é o caso aqui - aqui a dificuldade é fazer com que a mídia de uma vez por todas mire em outra catástrofe e os deixem em paz.
E, neste capítulo, assistimos a encontro do Gilmar com o Renan, e então, lembro do que repete sempre minha esposa e me pergunto: que graça tem posar de juiz do STJ, ou seja, ser um dos homens mais influentes do país, exercendo um dos cargos mais cobiçados. Ter estudado o que estudou e então ter que se submeter, nacionalmente, a um homem que apesar de estar onde está não passava (ou seria não passa?) de um meliante acusado nacionalmente até bem pouco tempo?
Isto lá é crise? Isto é um descalabro.
E somente não afirmo que é o final dos tempos porque nós somos bom o suficiente para prorrogar nossa agonia por mais um centena de séculos.
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http://www.midiamax.com/noticias/848734-apos+encontro+com+gilmar+mendes+renan+nega+crise+entre+poderes.html
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