sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Incongruências


Notas


A Suzane Von Richthofen ganhou liberdade no dia dos pais, a Isabella Nardoni no dia das crianças. A tramitação dos imbróglios contra Lula arrastam-se a passos lentos, segundo a Folha, hoje. O Temer está gastando bilhões que não possuímos para que parlamentares oportunistas aprovem para verem liberados estapafúrdios projetos – uma contrapartida nojenta - para que as inegáveis acusações contra o pai do Michelzinho não passe, por conta de burlescas votações, e, finalmente por agora, na última quarta-feira, entre o descaramento cênico e o contumaz palavreado confuso afetado, a senhora Cármen Lúcia em sua fala de encerramento do encontro teatral, "com as devidas vênias"; deixa clara mostra da casa estar contra a operação Lava Jato, justamente numa sessão – que em nada difere da pataquada espetaculosa dos parlamentares - que antecipa a liberdade da, já absurda, pseudo prisão (ele deveria estar realmente atrás das grades) de Aécio Neves.


Da série; anotado.

*

13.10.2017 - COLUNISTA DA GLOBO DIZ QUE CÁRMEN LÚCIA MATOU A LAVA JATO

Para o jornalista Helio Gurovitz, o voto da presidente do STF no julgamento sobre punição a parlamentares, que decidiu a votação, "foi uma das exposições mais vacilantes e obscuras no conteúdo jurídico – e mais claras na sujeição à pressão política. Cheio hesitações, vaivéns e argumentos convolutos, lembrou uma daquelas figuras fractais cujo comprimento tende ao infinito e cuja área – ou substância – tende a zero"



Nenhum comentário:

Postar um comentário