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| E a imparcialidade? |
E quem irá
falar das finas camadas invisíveis que sutilmente vem sendo depositadas ao
longo dos séculos?
Quanto do populismo até então escovado ao discurso político, camuflado de obsoleto, tem se mostrado presente, manifesto, acanhadamente oferecendo-se em novas perspectivas; atualizando-se, se reestruturado ao modus operandi vigente e rearranjado. Nada virtual, pontualmente viral e sorrateiramente visceral; repaginado e transfigurado como um fake social, como uma ideia –“ideia” - em milhares de páginas, socioconectadamente falando, onde pode, sem que seja percebido, ou perceber – ou concatenar, como muito de tudo o que tem se apresentado; tão indomável quanto inexplicável - tomar as dores do generalizado e banalizado descaso humano e fazer justiça não de uma forma organizada, mas a pior delas, através do caos das mentes desembestadas, própria e contumaz quando provocado o efeito manada, gerando, ao fazer seus seguidores - quando não sabem, sempre por desconhecimento; o desconhecimento secularmente trabalhado – se entenderem senhores de algo novo, ainda que inicialmente - aqui o perigo -, não saibam, nem desconfiam para que lado precisam ir, por conta justamente e também, de sua natureza pura de sobrevivência, onde o comando tem, repetidamente, se mostrado não superior aqueles tantos que domina; uma vez apossado de pós verdades e fake news que podem ser disseminadas através da sabedoria analisada apenas com as pontas dos dedos dos e/ou nos teclados???
Então... e quando vamos falar sério?

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