"Hackers nas eleições americanas"
Uma ação intratável no plural - Porque não é possível que seja
tratada devido a ineficiência, descaso e passividade humana como um todo hoje e também, porque seria impossível que isto fosse admitido no passado. Ou seja, o que podemos avaliar, ou entender quando o Obama vem a público informar que avisou que isso “traria
consequências”? É isso e pronto? Só?
Estamos falando da eleição do homem mais poderoso do planeta
e uma parcela importante do jogo político, noticiada na mídia, informa que sabem
que a eleição pode ter sido “arranjada” e nada pode ser feito?
Se compararmos isto a uma catástrofe, ela entraria na
classificação de hecatombe e nada será feito?
*
Editorial da Folha de hoje (19/12/2016): “Ação de hackers na eleição americana é
alerta de tipo indesejável de interferência na democracia.” Espera aí,
então é isso? “tipo indesejável”; o que é isso?
É disso que estou falando, tudo é muito passivo, não há
sangue nos olhos, não há perplexidade; “ok, aconteceu, vamos para outra”.
Senhores; por favor!
Ok, então, ainda na Folha “é grave, contudo a flagrante tentativa de um governo de imiscuir-se na
mais importante decisão eleitoral do outro”, meu Deus, o que é isso,
estamos falando das eleições nos USA e quem “imiscuiu-se” foi a Russia, alôôô!!!
E pasmem; no mesmo editorial: “A ação dos hackers,
bem como a divulgação internacional de notícias falsas nas redes sociais, serve
de alerta para essa nova e indesejável modalidade de interferência no processo
democrático”.
(caraaaaaalho; e este é o jornal que dou uma espiada todas as
manhãs, caraaaalho)

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