“Quênia queima 105 toneladas de marfim de elefante.”
*
E o que não sabemos...
...e o que não nos é mostrado...
...e o que não é apreendido...
...e o que é “acertado”...
...e o que podemos fazer?
Quem não tem vergonha de ser humano?
A que espécie realmente pertencemos se nos dizemos evoluídos.
Ao assistirmos a isso e a tanto mais hoje; como é possível que entendamos caminhar
rumo à evolução?
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Entre os absurdos da vez:
Quênia queima 105 toneladas de marfim de elefante e quer
banir comércio do produto
Publicado: 30/04/2016 18:38 BRT Atualizado: 30/04/2016 18:38
O presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta, ateou fogo neste
sábado (30) a 105 toneladas de marfim de elefantes e mais de uma tonelada de
chifres de rinocerontes, em uma cerimônia realizada no Parque Nacional de
Nairóbi. A estimativa é de que este tenha sido o maior volume de marfim já
destruído.
A iniciativa é mais um esforço do Quênia para coibir o
comércio internacional de marfim e produtos obtidos por meio da caça de animais
ameaçados. No total, 11 pilhas de presas de marfim e uma de chifre de
rinoceronte foram queimadas.
"Chegou a hora de assumirmos uma posição e a posição é
clara. O Quênia está declarando que o marfim não tem valor para nós, a não ser
se estiver em nossos elefantes", declarou Kenyatta.
As pilhas correspondem a mais de 8.000 elefantes e 343
rinocerontes abatidos, de acordo com o Serviço de Vida Selvagem do país. O
valor estimado do material era de US$ 150 milhões.
Alguns críticos sugeriram que o marfim e os chifres deveriam
ter sido vendidos e o dinheiro arrecadado poderia ter sido usado em projetos de
desenvolvimento e de proteção ambiental no país. Mas Kenyatta rebateu dizendo
que o Quênia quer mostrar que o marfim não deve ter nenhum valor comercial.
Alguns especialistas que acompanham o tema alertaram ainda
que queimar as pilhas não será suficiente para impedir o abate de elefantes,
pois grupos internacionais se aproveitam das fronteiras pouco vigiadas do país
e da corrupção.
O Quênia pretende pressionar pelo banimento total do
comércio de marfim no 17º encontro da Convenção sobre Comércio Internacional de
Espécies Ameaçadas, que será realizado na África do Sul ainda este ano.
Em 1970, a população de elefantes na África chegava a 1,3
milhão de animais. Hoje, são apenas 500 mil. Tanzânia, Gabão, Camarões,
República Centro-Africana, Moçambique e República do Congo foram os países mais
prejudicados pela caça de elefantes.

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