“Possíveis
erros”..., é mole?
Aprenda,
ministro Levy, isso sim que é coloquialidade.
Manchete
dos jornais de hoje: Ministro Eduardo Cunha recua de pagamento do
'bolsa-esposa'.
Presidente
da Câmara vai se reunir nesta terça com Mesa Diretora, que aprovou a medida e cospe
esse absurdo: Não somos imunes a críticas e possíveis erros.
Senhor
presidente... por favor! A que tipo de cartilha o senhor se pauta? Possíveis
erros???
Não
sei se procede o fato de o PT estar preparando o terreno para o PMDB... fica
tudo como está e o PT vai se despedindo aos poucos com tudo a resolver, é
bastante providencial, como sempre... a melhor política. Se “é ou não é” como
dizia o personagem do Auto da Compadecida não sei, porém o que sei é que o Lula
vai estar bem representado em relação a declarações no que se refere ao senhor
Eduardo Cunha.
*
A coloquialidade do dia:
POLÊMICA
Não
somos imunes a críticas e erros, diz Cunha sobre bolsa-esposa
Cunha
vai sugerir nesta terça-feira aos outros integrantes da Mesa Diretora da Casa
regras mais rígidas para a concessão dos benefícios
Depois
de minimizar a repercussão negativa pela aprovação da chamada “bolsa-esposa”, o
presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), admitiu nesta segunda-feira (2)
que vai propor a revisão das passagens para cônjuges de parlamentares após a
medida ser atacada pela sociedade.
Após
críticas, Cunha recuará de passagem para cônjuge de deputado
O
peemedebista convocou uma reunião às 11h desta terça-feira com a Mesa Diretora,
que aprovou a medida, para discutir os termos do recuo.
Cunha
vai sugerir nesta terça-feira aos outros integrantes da Mesa Diretora da Casa
regras mais rígidas para a concessão dos benefícios. A ideia é que os
parlamentares tenham que solicitar à Casa autorização para o uso dos bilhetes
para a mulher ou marido, entre o Estado e a capital federal, em casos específicos.
Os técnicos da Casa ainda avaliam os critérios.
“Não
foi precipitado. Não acho que foi precipitado nem que deveria tomar mais
cuidado. Acho muito bom quando se faz uma atitude e pode ter tranquilidade de
vir e rever, cometer situações que temos uma convicção e vemos que a convicção
não teve a receptividade da opinião pública”, disse.
E
completou: “Não somos imunes a críticas e possíveis erros. Temos que ter
tranquilidade para resolver o problema.”
O
presidente da Câmara disse que a decisão de levar o caso para ser definido pela
cúpula da Casa é porque não pode bancar o “salvador da pátria”. “Não pode a
decisão ser da Mesa, causar desgaste e eu ser o salvador da pátria e revogá-la.
Cabe a mesa.”
A
volta da concessão das passagens para mulher e deputado foi uma proposta de
campanha de Cunha. O congressista afirmou que a medida foi mal interpretada e
tratada erroneamente como “regalia”.
“Foi
uma repercussão muito negativa. Não houve entendimento correto. Estamos sempre
subordinados a vontade da opinião pública”, afirmou.
Em
2009, a Câmara restringiu o uso dos bilhetes aos deputados e assessores, depois
do episódio que ficou conhecido como “farra das passagens”, quando deputados
usaram dinheiro público para custear viagens de familiares, assessores, cabos
eleitorais para destinos nacionais e internacionais.
Nesta
segunda (2), a bancada do PT na Câmara decidiu aderir ao movimento contra a
chamada “bolsa-esposa” -ou “transpatroa” como apelidaram alguns congressistas.
Os petistas reforçam a articulação que conta com a participação de PSDB, PPS e
PSOL contra a regalia. Com os 65 deputados do PT, agora, o grupo tem 135
congressistas que se comprometeram a não utilizar o benefício.
A
bancada do PC do B, com 13 deputados, informou que também abriu mão na semana
passada do uso das passagens para cônjuges. Segundo os parlamentares, a
autorização ‘‘confronta a essência’‘ do uso da verba, que deve ser,
exclusivamente, para gastos relacionados à atividade parlamentar.

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