
Notas
A Suzane
Von Richthofen ganhou liberdade no dia dos pais, a Isabella Nardoni no dia das
crianças. A tramitação dos imbróglios contra Lula arrastam-se a passos lentos, segundo a Folha, hoje. O Temer está gastando bilhões que não possuímos para que parlamentares
oportunistas aprovem para verem liberados estapafúrdios projetos – uma contrapartida
nojenta - para que as inegáveis acusações contra o pai do Michelzinho não passe, por conta de burlescas votações, e, finalmente por agora, na última quarta-feira, entre o descaramento cênico e o contumaz palavreado confuso afetado, a senhora Cármen
Lúcia em sua fala de encerramento do encontro teatral, "com as devidas vênias"; deixa clara mostra da casa estar contra a operação Lava Jato, justamente numa sessão – que em nada difere da
pataquada espetaculosa dos parlamentares - que antecipa a liberdade da, já absurda, pseudo
prisão (ele deveria estar realmente atrás das grades) de Aécio Neves.
Da série; anotado.
*
13.10.2017
- COLUNISTA DA GLOBO DIZ QUE CÁRMEN LÚCIA MATOU A LAVA JATO
Para o
jornalista Helio Gurovitz, o voto da presidente do STF no julgamento sobre
punição a parlamentares, que decidiu a votação, "foi uma das exposições
mais vacilantes e obscuras no conteúdo jurídico – e mais claras na sujeição à
pressão política. Cheio hesitações, vaivéns e argumentos convolutos, lembrou
uma daquelas figuras fractais cujo comprimento tende ao infinito e cuja área –
ou substância – tende a zero"

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