domingo, 25 de dezembro de 2016

goodbye; last good year

Para vocês que estão com pressa que 2016 acabe; deixe estar. Com saudades lembraremos daqui.




















segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Até onde é atuação?





Na Folha hoje: “Na Amazônia, Ibama destrói equipamentos de madeireiros...”

*

Estatística

Caminhões, máquinas e madeireiras queimados } uns 3 caminhões velhos, 2 máquinas fora de uso e 1 madeireira desativada.


Árvores derrubadas no mesmo período} 500 milhões. 

Editorial de hoje na Folha



"Hackers nas eleições americanas"

Uma ação intratável no plural - Porque não é possível que seja tratada devido a ineficiência, descaso e passividade humana como um todo hoje e também, porque seria impossível que isto fosse admitido no passado. Ou seja, o que podemos avaliar, ou entender quando o Obama vem a público informar que avisou que isso “traria consequências”? É isso e pronto? Só?

Estamos falando da eleição do homem mais poderoso do planeta e uma parcela importante do jogo político, noticiada na mídia, informa que sabem que a eleição pode ter sido “arranjada” e nada pode ser feito?

Se compararmos isto a uma catástrofe, ela entraria na classificação de hecatombe e nada será feito?

*

Editorial da Folha de hoje (19/12/2016):Ação de hackers na eleição americana é alerta de tipo indesejável de interferência na democracia.Espera aí, então é isso? “tipo indesejável”; o que é isso?

É disso que estou falando, tudo é muito passivo, não há sangue nos olhos, não há perplexidade; “ok, aconteceu, vamos para outra”. Senhores; por favor!

Ok, então, ainda na Folhaé grave, contudo a flagrante tentativa de um governo de imiscuir-se na mais importante decisão eleitoral do outro”, meu Deus, o que é isso, estamos falando das eleições nos USA e quem “imiscuiu-se” foi a Russia, alôôô!!!


E pasmem; no mesmo editorial:A ação dos hackers, bem como a divulgação internacional de notícias falsas nas redes sociais, serve de alerta para essa nova e indesejável modalidade de interferência no processo democrático”.

(caraaaaaalho; e este é o jornal que dou uma espiada todas as manhãs, caraaaalho) 

domingo, 11 de dezembro de 2016

“Triângulo do Fogo”









A quanto estamos da “tempestade perfeita” resultante do eminente caos social; para que atinjamos então o perigosíssimo “Triângulo de Fogo”?



Política pública (negligência) – Internet (pós-verdade) – Povo (inconsciência)

A película social que camufla os instintos primitivos de seus membros afinou e encolheu a ponto de espectros quase decifráveis poder ser detectados através de assustadoras silhuetas e contornos visíveis ao mais atento, e suspeitas, mesmo ao mais público dos otimistas.

Teremos chegado ao final da era das respostas paliativas? Cujo epilogo é um só quando tivemos ao longo dos últimos séculos uma gama muitíssimo maior de nepotistas amadores ditando as respostas com atenção maior às secretárias que ao epígrafe em si!  Em como se portar diante das câmeras poderia levar a um convencimento ainda maior da solução arranjada!


Não há mais nada a ser feito, talvez nem mesmo a maioria de nós possa assistir as catástrofes naturais, as tempestades perfeitas que os céus estão a formar naturalmente por conta de muitos de nós não estarmos mais aqui para o natural espetáculo final.


sábado, 3 de dezembro de 2016

LaMia e a política nacional




LaMia e PT; o mesmo modus operandi - A LaMia nos lembra o PT; o lastro era todo dele. Negligenciava os riscos apostando na confiança conquistada por conta da ineficiência do sistema corrupto e da passividade obrigatória de uma população desorientada. 

sábado, 26 de novembro de 2016

Pós-verdade - Uma selfie do que está rolando



Quem sabe chegará a humanidade ao estapafúrdio instante em que “emoção” tornar-se-á moda, a palavra do ano a ser relembrada, ou até se institua “o dia do sentimento”. Apenas não será possível resgatá-lo verdadeiramente, quando renomados pesquisadores insistem que aplicativos futuros serão capazes de apontar não apenas qual a melhor direção a tomar na vida, mas também pressionar botões emocionais manipulando o indivíduo numa extensão muito superior a externa assistida hoje.  

Da série; Ali Vai Atolah


terça-feira, 15 de novembro de 2016

Matéria prima monopolizada





COP22 - Não há mesmo a menor intenção de lutar efetivamente a favor de mudanças climáticas, afinal, aqueles que realmente podem, estão de posse da matéria prima que não corre risco algum - devido ao sórdido trocar de mãos - no colapso: o poder econômico. 

Com ela monopolizada, eles podem tranquilamente dar início ao novo mundo enfraquecido com todo o dinheiro do mundo.


Afinal, quando a sobrevivência é a causa principal do povo, faz-se de tudo para mantê-la – alguns adquiriram esta sabedoria sem nunca ter passado perto de algo do gênero.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Mr. Cabeça dura





Mr. Oliver Stone; 
no Brasil, apologia ao lula é crime.



*

Enquanto isso na terra dos homens que se vendem a qualquer preço:


No Brasil, Oliver Stone visita Lula e diz que EUA ajudaram no golpe.

Renomado diretor veio ao país para lançar novo filme que trata da perseguição a Edward Snowden, que vazou dados confidenciais norte-americano
por Redação RBA publicado 09/11/2016 09:22, última modificação 09/11/2016 11:26
RICARDO STUCKERT/INSTITUTO LULA

Oliver Stone afirmou que ataques a Lula são tentativa de destruir sua imagem para as próximas eleições
São Paulo – O cineasta norte-americano Oliver Stone se encontrou na tarde de ontem (8) com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em São Paulo. Em visita ao Instituto Lula, Stone prestou solidariedade ao ex-presidente quanto à perseguição política que vem sofrendo.

Para Stone, os ataques a Lula tem como objetivo inviabilizar a sua candidatura à Presidência da República em 2018. O encontro entre o cinesta e o ex-presidente foi intermediado pelo escritor Fernando Morais.

Em entrevista ao portal UOL, o diretor afirmou que o que ocorreu no Brasil foi um golpe de Estado, que contou com a participação dos Estados Unidos. "É, verdadeiramente, a definição de um golpe de Estado. E os Estados Unidos apoiaram. Eles reconheceram o novo governo imediatamente", afirmou.

Já à revista GC Brasil, Stone defendeu falou sobre as eleições americanas, disse ser indiferente ao resultado das eleições nos Estados Unidos, e que o seu país precisaria de um candidato como Lula.

"Os Estados Unidos estão trabalhando em todos os lugares do mundo: Ucrânia, Ásia, Europa, para atingir seus objetivos. Tem a ver muito com o que o Snowden fala: controle total, nova ordem mundial", disse Stone.


O roteirista e diretor – vencedor de duas estatuetas do Oscar por Platoon (1986) e Nascido em 4 de Julho (1990) – Oliver  está no Brasil para o seu mais novo filme, Snowden: herói ou traidor, que conta a história do agente de segurança norte-americano, Edward Snowden, que vazou dados secretos da diplomacia dos Estados Unidos e, desde então, vem sofrendo perseguição. O filme entra em cartaz amanhã (10).

sábado, 12 de novembro de 2016

O Ser Crítico Inteligente




















Yuval Noah Harari




Não é questão de tornar-se um opositor; é uma questão de acordar o “Ser Crítico Inteligente” que está adormecido por conta de motivos que a própria falta de criticidade, por falta de saber criticar, (ou mesmo desaprender) acomodou ou acomodou-se em nosso ser que a cada dia mais se torna menos racional, menos emotivo; o que é bom: podemos agora partir do zero e encontrar um caminho que conduza, unidos em equilíbrio: razão e sentimento.

Vítimas fáceis - Até onde estamos nos tornando os adultos transformados na “Folha em branco” de Locke; ou seja, tornados alvos fáceis a serem conduzidos a um objetivo externo por falta de objetivos próprios?

Yuval Noah Harari

Quando finalmente a ciência, - em rendição obrigatória - dá os primeiros passos em direção a Deus, Yuval Noah Harari, avançado, há anos de qualquer sistema voltado a ortodoxia-capital-tendenciosa, inicia, já agora, um olhar visionariamente crítico sobre a onipresença da tecnologia salvadora.


(ou seja, em que século o homem pretenderá interpretar a tecnologia; trazendo-a, posicionando-a naquilo que nós realmente necessitamos para evoluir conscientemente?) 

*Imagem que ilustra a entrevista do historiador Yuval Noah Harari retirada da Folha em 12/11/2016

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

09/11 - A coroação da arrogância



"Homo sum, humani nihil a me alienum puto."


Terêncio; II a.c.

*

Baixando a bola - Isto nos parece bem feito para o povo americano, que em tudo sempre se entendeu superior; queiramos, que Deus nos ajude: eu hoje também esteja errado.

*


"Se existisse inteligência em ser antiamericano, esta inteligência poderia hoje se considerar vingada."
AS 
*
E nós, brasileiros, assumidamente analfabetos políticos que, entendíamos merecer a pecha de eleger as piores párias da corrupção!?!



quarta-feira, 2 de novembro de 2016

NÃO A VAQUEJADA




O mais legal para estes torturadores todos, togados, e aculturados; é que toda essa celeuma deve ter rendido uma boa propaganda para o espetáculo medieval, ou seja, terão mais afiliados às barbáries querendo desperdiçar dinheiro também com isso.

Em tempo: Dica; falem com o José de Abreu e toda aquela turma do Chico Buarque, Caetano etc..., quem sabe eles tem uma dica de como montar um projeto para tirar dinheiro do governo para movimentar o bárbaro "espetáculo", apenas como contribuição também a "cultura" brasileira.


*
Ignorânça:


Plenário do Senado aprova projeto que considera vaquejada manifestação cultural

Mariana Jungmann - Repórter da Agência Brasil              Mariana Jungmann - Repórter da Agência Brasil1 de novembro de 2016

Brasília - Manifestantes protestam contra decisão do Supremo Tribunal Federal de proibir a vaquejada no país (José Cruz/Agência Brasil)
Manifestantes protestam contra decisão do Supremo Tribunal Federal de proibir a vaquejada no país José Cruz/Agência Brasil
Mais
O plenário do Senado aprovou hoje (1º) o projeto de lei que torna a vaquejada patrimônio cultural imaterial e manifestação da cultura nacional. A proposta é uma tentativa de reverter decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de considerar a prática inconstitucional, por estar ligada a maus-tratos de animais.

O PLC transforma as práticas de montarias, provas de laço, apartação, bulldog, provas de rédeas, provas dos Três Tambores, Team Penning e Work Penning, paleteadas e outras provas típicas, como Queima do Alho e concurso do berrante, em expressões artístico culturais e as eleva à condição de manifestações da cultura nacional e de patrimônio cultural imaterial.

A matéria tinha sido aprovada mais cedo na Comissão de Educação, Cultura e Esporte da Casa e entrou na pauta do plenário por acordo após articulações de senadores favoráveis ao projeto. O senador Roberto Muniz (PP-BA) defendeu a vaquejada e disse que a prática é diferente das touradas, por exemplo.

“Diferente de outros esportes, em outros países, como a tourada, onde a luta era entre o toureiro verso o touro, do ser humano verso o seu animal, na verdade esse esporte [vaquejada] nasce de uma necessidade e do carinho que o vaqueiro tem pelo animal”, disse. Segundo Muniz, esse “carinho” é demonstrado durante a vaquejada. “Ele derruba e traz o animal com muito carinho”, disse o senador mais cedo, durante os debates na comissão.


Como o texto é originário da Câmara dos Deputados e foi aprovado sem alterações, o projeto segue agora para sanção do presidente Michel Temer.

Qual é a ideia?



A sociedade investiu valores obscenos para vencer o secular flagelo do câncer para agora as pessoas morrerem por negligência política.


Ou seja, a solução antes impossível, agora encontrada, esbarra hoje na administração espúria do homem que justamente, se vangloria de encontrar solução para tudo.

*


'O Brasil está às vésperas de uma epidemia de câncer', consequência da detecção tardia da doença, sistema de saúde falido.

No Dia Mundial de Luta Contra o Câncer, celebrado nesta terça (8), a afirmação do oncologista Carlos Barrios é menos para causar pânico? Se é que isso é possível? E mais para fazer com que o País responda a um questionamento crucial para o enfrentamento da doença. A pergunta é: quanto vale a vida com câncer no Brasil??? Questiona o médico, que é membro do Grupo Brasileiro de Estudos do Câncer de Mama (Gbecam).O Relatório Mundial do Câncer 2014, divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que o número de novos casos pule de 14 milhões em 2012 para 22 milhões em 2030. Mais de 70% das mortes pela doença acontecem em países em desenvolvimento, onde a detecção tardia, a demora em iniciar o tratamento e a falta de acesso a medicamentos de última geração explicam boa parte dos óbitos. No Brasil, em dez anos o câncer será a primeira causa de morte? Hoje é a segunda, responsável por 15,6% dos óbitos, atrás das doenças cardiovasculares, como infarto e hipertensão.
Se o crescimento da incidência é um fato, o problema é a falta de estrutura para enfrentar essa epidemia, pondera Barrios. O câncer é uma doença que pode ser curada, pode ser controlada. Nos países desenvolvidos, apesar do aumento da incidência, a morte tem caído. Aqui, crescem as duas coisas.
Especialista: O maior desafio é tratarmos os cânceres comuns.
Um exemplo típico é o câncer de mama. No Brasil, no ano 2000, a doença matava nove a cada cem mil mulheres. Em 2011, o número subiu para mais 11,9. Um movimento na contramão do mundo desenvolvido, em que a chance de cura para esse tipo de tumor chega a 90%. Por aqui, o porcentual é de cerca de 50%.
O câncer daqui não é pior do que o de lá. A diferença é de que lá há diagnóstico precoce e acesso rápido a atendimento, o que não acontece por aqui. Afirma Maira Caleffi, mastologista e presidente da Femama, Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama
Quanto vale uma vida?
No Brasil, explica Maira, apesar de desde o ano passado a lei prever que o atendimento a pacientes com câncer deve ser iniciado em até 60 dias após o diagnóstico, o prazo não é cumprido no Sistema Único de Saúde (SUS), que atende a cerca de 75% da população. No SUS, demoram 180 dias entre a detecção e o início do tratamento do câncer de mama. Imagina o que esses seis meses significam na diminuição da chance de cura?
Cenário: Uma a cada 4 mulheres com câncer tem tumor de mama
Isso sem contar o acesso limitado e atrasado às opções de tratamento, explica Barrios. Em pacientes com câncer de mama com metástase ? que tem menor incidência, mas é muito mais agressivo -, há uma medicação específica, a Trastuzumabe, que é curativa. ?O potencial remédio foi descoberto em 2005, mas a droga só ficou disponível no SUS em 2012. Nesse período de tempo, entre 5 a 6 mil mulheres morreram por falta de acesso a esse medicamento?, diz o médico.
Pesquisa: Estudo mapeia dez diferentes tipos de câncer de mama
Nesse período, Barrios afirma, os convênios foram obrigados pelo próprio governo a oferecer o tratamento com a droga, que é cara, mas as pacientes da saúde pública se mantiveram à margem. ?É uma discrepância absurda. O médico deve prover prescrições diferenciadas frente a um mesmo diagnóstico para uma paciente do SUS e para uma de saúde suplementar, uma vez que o SUS não fornece o medicamento necessário??

Sem garantia, resta à mulher procurar a Justiça, como fez Rita de Cássia, de Porto Alegre. Ela descobriu o câncer em 2012, quando tinha 39 anos. Fez a cirurgia de retirada de mama, quimioterapia e radioterapia. No ano passado, foi necessário substituir uma medicação por outra que seria a única eficaz para o seu caso, mas que não fazia parte da lista de medicamentos fornecidos pelo SUS. ?Precisei acionar a Justiça, comprovar com muitos laudos e justificativas de que era a única medicação e de que eu não poderia arcar com o custo. Foi muito desgastante porque o procurador achava que era muito caro e eu morreria de qualquer forma.

Decidir ou não investir no tratamento de Rita e de outras milhares de mulheres em sua situação, afirma o oncologista Carlos Barrios, depende de incluir todas as partes envolvidas no processo - administração pública, sociedade civil, sociedades médicas e indústria farmacêutica - para responder a um único dilema ético: "Quanto vale uma vida? Quanto estamos dispostos a investir para manter viva uma pessoa com câncer?"


fonte:http://saude.ig.com.br/minhasaude/2014-04-08/o-brasil-esta-as-vesperas-de-uma-brepidemia-de-cancer.html

“Eu Sou Imortal”



Em algum espaço ignorado; um órgão não especificado do nosso corpo. Em uma célula intocável e ainda não descoberta, deve existir um lembrete com a frase “Eu Sou Imortal”. Por mais que não acreditemos mentalmente nisso, nosso espírito parece confiar nessa verdade. Cada um de nós, inconscientemente, tem contato permanente e inequívoco com esta célula; com este átomo que nos dá a garantia de que: ainda que ajamos dando frequente mostra de desconhecimento e destempero. Ainda que provoquemos a extinção deste planeta, todos nós, mesmo que não admitamos entender a nossa imortalidade, e, por conta disso, executemos os imprevistos mais comprometedores. Cometamos os crimes mais bárbaros; somos apontados como praticantes de vilanias e insanidades de torcer olhares. Cuspir em escritas sagradas. Formar irmandades com os interesses tão sórdidos quanto escusos. Destruir países e raças por conta de jogos de importâncias comuns aos políticos e autoridades que aos holofotes pairam acima do que consideramos senhores e sumidades, quando estes apenas assim se mantém por conta do massacre de centenas de irmãos destes mesmos que os elegeram intocáveis; por mais descrentes e desconectados da razão que possamos parecer: há aí um elo, uma ponta solta a nos garantir a eternidade inquestionável, ainda que baldada ao nosso assumir verbal. 

Afora o saldo desta conta auto imposta; devemos entender que a natureza circula por esse meio... participando. Então, ontem foi uma ressaca, amanhã um vulcão, na próxima década talvez, um terremoto precedido de um tsunami e ao final, quem sabe, um meteoro de proporções de uma hecatombe que provocará o colapso final do planeta, porém, há algo que não poderá ser mudado, o pequeno diamante fundamental que cada um de nós carrega no mais profundo da alma cuja inscrição traz; “Eu Sou Imortal”.


Portanto, que continue a bestialidade, o bestial espetáculo; quem se importa, continuaremos vivos, muito além de nossa insanidade.

domingo, 30 de outubro de 2016

Reles sociais









Rede social midiática




Reles curtidores - Assistindo a exagerada troca de farpas entre as “otoridades” dos poderes nacional, parece-nos que a linguagem baixa das redes sociais migrou e tem influenciado sobremaneira a todos – estes indivíduos esqueceram-se do “decoro social”.


Hoje a mídia, que não se presta a seriedade – perdida em tempos de internet, por não conseguir adequar-se no meio adulto infantilizado que não sabe a diferença entre ambos - acaba entrando no jogo imbecil das réplicas e tréplicas como se tudo tivesse se transformado em alfinetadas imbecis - comum ao meio Net - sem a necessidade da seriedade da ação efetiva; parecendo não se entender diferenciada das redes, que abriga apenas os covardes que por se tratarem de nadas, de reles curtidores, podem simplesmente se at(r)acar sem que nada realmente aconteça - aliás, qual é mesmo o papel da justiça?


sábado, 22 de outubro de 2016

Universo execrável



A Folha online trás hoje a seguinte chama: “Ação da PF no Senado dá fôlego a projeto contra abuso de poder”

Por trás de uma frase que se quer imparcial, esconde ardilosas palavras, como sempre, sorrateira e capciosamente trabalhadas, mas, deixe estar, não há mais nada o que fazer. É tarde para qualquer boa intenção.

Apenas um lembrete: não devemos nada ao Sérgio Moro ou a qualquer um que pareça estar fazendo um bom trabalho, afinal são pagos para isso. O que devemos é aproveitar para observar o que está sendo mostrado; isto é o mais importante. Nada irá acontecer; parece-nos, outra vez, que tudo será amainado com o tempo que, para nós injustiçados, passa muito rápido, mas assim não pensa aquela milésima parte que ficará um tempo ínfimo na prisão.


Poucos sabem realmente se devemos comemorar ou chorar, sabemos que estamos conhecendo outras nuances de um mundo abjeto, e, por sermos como somos, nem mesmo disso nos lembraremos nos próximos verões, e, ao que podemos notar nas palavras trabalhadas da mídia: culposamente continuarão contribuindo com este execrável universo de impunidade.   

sábado, 1 de outubro de 2016

Editorial eleitoreiro



Na Folha, o editorial de hoje chama a atenção para o fato de que os atentados contra os candidatos macula o processo eleitoral brasileiro - um dos mais sangrentos de todos os tempos.

O que? Macula? Macula o que neste meio inominável? É de se pensar que este é apenas mais um item a dar as caras de forma desavergonhada em um meio onde a fidelidade, a lisura e a segurança passam ao largo. 

Ruim para uns...



As noticias dão conta de que a inatividade física custou para o mundo quase 220 bilhões; porém é bom registrar que alguém levou esta bolada.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Papel higiênico


Hoje, as notícias dão conta de que o Nobel de Literatura será anunciado mais tarde do que o calendário habitual. Ao lado são expostas imagens de montanhas de lixo reciclado fazendo referência a livros que “se não forem vendidos ou doados provavelmente irão virar papel higiênico”;
Algumas lições pontuais aí, em meio a polêmica Lei Rouanet e os intelectualóides de plantão que, se por um lado não querem a correção de seus processos (projetos) querem a continuação dessa teta que beneficia toda essa cultura que estamos assistindo – nem vou colocar cultura entre aspas porque a cultura atual é que tomou de assalto a verdadeira cultura, quando esta não mais quer ou deve ser assim rotulada:

O que estamos produzindo?
No que se tornou o mercado editorial?
Quem não tem vergonha de intitular-se autor hoje?
Estamos vivendo a coisificação não apenas do mercado literário; porém de tudo o que envolve letras;

Apesar da minha tristeza, sinto-me bem em saber que não estou errado; é a velha vaidade prevalecendo – deixo-a fluir então.

sábado, 24 de setembro de 2016

Analfabeto político




Como me enche de esperanças no Brasil a luta eleitoreira, isso significa que ainda não estamos totalmente quebrados, afinal, quem é que lutaria para assumir um cargo carregado de problemas.

*

Como me enche de esperanças esse pessoal com suas bandeirinhas numeradas ferrando com o trânsito já caótico.

Animados e alegres, alguns bebendo outros comendo sanduíches de mortadela outros coxinhas, todos envolvidos com o processo eleitoreiro.

Nenhum deles tem a menor dúvida do que seus futuros protetores se eleitos afirmam conseguir.

Analfabetos políticos, a maioria se diz desempregada, muitos já “trabalhando” para o estado, outros esperando a vitória de seu candidato para sabe-se-lá-o-que!  

Com o tanque cheio de gasolina das doações que dizem estar escassas, porém não é isso que assistimos se olhado com uma lupa nestes redutos fétidos.

Ah! A esperança.

Olho para o lado e encontro minha mulher feliz enquanto voltamos do mercado com uma compra de mais ou menos cem dólares no bagageiro do bólido 1999 – desligo a motor para economizar enquanto a fila provocada por outro grupo empolgado, agora as bandeiras são outras, continuam ferrando meu direito de ir e vir.

Não voto, mas se o pretendesse, não seria em nenhum destes que insistem em atrapalhar minha volta para casa.

Então argumento com minha esposa; “querida, é certo que o Brasil ainda possui muito a ser espoliado, do contrário não teríamos tantos, gastando os tubos para serem eleitos”.

Ela então questiona, realmente é muito estranho; se todo o estado se proclama quebrado, quem é que, em sã consciência, quer disputar um lugar para assumir tão somente, dívidas!?!


Isso mesmo, não há lógica, a única lógica é que ainda temos o suficiente para sobreviver e continuar sustentando a classe política que não mostra sinais de cansaço. 

Ao ver as disputas só há uma certeza: há ainda mais para ser depenado.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

"Lutler"

Lutler





Analogamente falando, Lula é pior que Hitler, a intenção do ditador era aniquilar um povo "supostamente" inimigo, a do metalúrgico sempre foi crescer, (como se referiu ontem ao pronunciar que somente Jesus é mais conhecido que ele no Brasil; mas a que custo?) nem que isso significasse aniquilar o próprio povo.



*

Notícias do dia

No site O Antagonista, hoje

O projeto criminoso de Lula

Brasil 16.09.16 08:21-O Antagonista recomenda o editorial do Estadão sobre a denúncia contra Lula:

“Há tempos a Justiça vem recolhendo evidências de que Lula, enquanto espezinhava as tais ‘elites’, constituiu para si uma outra elite de estimação e luxo – formada por empresários e políticos que aderiram ao monumental esquema de corrupção que os petistas instalaram no governo federal. Tal organização passou os últimos dez anos a operar uma formidável máquina de financiamento de um projeto criminoso de poder e enriquecimento. O mensalão foi apenas um fotograma desse grotesco filme de terror.


Em quase 150 páginas, os procuradores da Lava Jato afirmam ser capazes de demonstrar que Lula se beneficiou pessoalmente desse esquema. Ele teria recebido R$ 3,7 milhões em propinas da construtora OAS, empreiteira responsável pelo famoso triplex de que a família Da Silva pretendia usufruir. Para se defender, Lula mandou dizer que ‘jamais foi proprietário’ daquele apartamento. Em primeiro lugar, é improvável que apareça algum documento em que conste o nome de Lula como proprietário do tal triplex, porque se trata, conforme a denúncia, de uma operação de lavagem de dinheiro, em que o nome do verdadeiro dono nunca aparece. Em segundo lugar, Lula não precisaria ter dormido no triplex para que ficasse comprovado o elo entre o imóvel e o esquema que o beneficiou, assim como não foi necessário flagrar Fernando Collor dirigindo o Fiat Elba que selou sua sorte na Presidência, em 1992”.

domingo, 4 de setembro de 2016

Valorizando o Voto

Valorize seu voto



Já votamos e não deu certo; estamos com crédito, e muito, na casa. São eles que nos devem respostas e não nós mais votos a eles, continuar votando é avalizar o que eles vêm fazendo ao longo da história.

Uma vez vice...

Nosso Jeca Tatu pagando de Mujica


A nova comunicação dinâmica, online, madura, criou também sua linguagem própria; sua identidade, e sua rapidez a obrigou ao alinhar da escrita, sempre odiada ao jovem inconsequente criativo, ou melhor, original por natureza, normal ao gaiato, ao indivíduo originado da Torre de Babel atual, que conecta informação fácil a necessidades cada vez mais urgentes.

Uma destas expressões aglutinadora – o muito com pouco - nascida e amplamente difundida, utilizada até mesmo por representantes consagrados na mídia, é a fácil: “mimimi”. Por mais avesso que seja o profissional que se depara com essa e tantas outras “palavras inventadas”; acaba se convencendo de que escolher por princípios pessoais manter-se alheio a esse aluvião barato, porém criativo da “piazada” e continuar defendendo o baluarte do expressar condizente, o tornará outro chato a se juntar aos velhos que insistem na ortodoxia que não aglutina mas mantém travada as portas para o desenvolvimento, sempre aberto naturalmente a mudança e a construção de situações que se mostraram e se mostrarão pertinentes ao longo da continuação da história.

Ontem, a expressão “mimimi” tomou uma dimensão particularmente maior. Até então a observava como apenas uma reclamação chorosa, ou a designar a fala choramingante do coitadinho de mim de plantão etc. Porém ao assistir ao senhor Temer na sua primeira e tão importantíssima quanto icônica, carregada de simbologias e expectativa, incursão a China para o encontro do G20, o que encontro!?! Um coitado ainda vice, ou ainda menos, se comparado ao “í tá mar”; um sujeito que me pareceu acuado e quase medroso ao continuar a medir palavras quando frente às câmeras.

Confesso que tenho neste instante certo desconforto em apontar este registro, quando imagino agora este homem sentado em uma poltrona qualquer ao lado do avesso Renan “topetudo” Calheiros, a falar com o que parecia ser um bando de repórteres com seus celulares a gravar palavras monossilábicas.

Ainda mais em cima do muro do que quando obrigado a interinidade. Ao falar das manifestações contrarias ao seu agora estado de presidente, continua a escolher palavras, - sempre normal ao político, mas sua ação é evidente de quem quer agradar a todos, ou quer ser aprovado. Me repito; nos pareceu que suas palavras buscavam abrandar mas possuíam ares de um não-sei-o-que de medo, porém não do medo do que possa acontecer; medo de “mimimi” mesmo. Coisa de ainda vice, sem postura impositiva, de alguém meio acovardado que não consegue assumir algo de envergadura superior ao seu estado presente. O cara é o novo presidente de uma nação que muitos consideram um continente. Maior país da América Latina; e fica colocando panos quentes sobre a manobra executada há três dias no senado para não ferrar com o futuro político de outra pau mandado de um partido que ferrou com todo este “continente”!!!

O que falar de um vice de uma zé ninguém política? É apenas isso que ele quer que os editoriais futuros lhe concedam? Ou, então por assim se assumir; deve manter-se no seu lugar; pianinho? O que é isso; respeito: medo, conchavo político, sem-vergonhice?

Sou apartidário, sou apolítico e não me criaria neste meio, mas moro no Brasil, aqui nasci e não é porque não voto a mais de vinte anos – faço questão de votar em trânsito – que não vejo o que está acontecendo e portanto posso, como brasileiro, apontar não as ações políticas, mas o comportamento humano de cada um dos políticos, o que não é nada difícil, afinal qual o político que está livre de ser apontado por suas ações como desumano, como impopular; então, para alguém na minha condição é fácil.

Tenho vibrado contra as ações do PT há anos, queria a saída da Dilma, não porque é ela, mas porque ela é uma coitada e não soube se impor; se fazer respeitar. Agora volto ao Temer; o que é ser vice de uma coitada?

Senhor Temer, o senhor está tendo a chance de mostrar a que veio, e independentemente de sua situação política, abandone tudo em nome de uma de suas primeiras frases ainda como presidente interino; “quero sair da presidência como a pessoa que deixou este país melhor”, ou coisa que o valha.


Pegando carona na sua declaração, entendo que só há uma forma de conseguir isso senhor Temer; usando toda a sua inteligência e conhecimentos de, sei lá, meio século de política e aproveitar que não lhe resta mais futuro político devido à idade, somado a não precisão, e pare de “mimimi” e então diga a que veio, mostre ao mundo que o Brasil tem alguns poucos com brio; até mesmo na política.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Quem sabe uma???


Janaína Paschoal chora na tribuna do senado hoje ao pedir desculpas a Dilma Rousseff.

"Espero que um dia ela entenda que fiz isso pensando também nos netos dela."

*

Segundo o Antagonista, Dilma chamou Janaína Paschoal ontem por mais de uma vez de senadora; mais tarde, inquirida sobre suas postulações políticas “ela rechaçou com veemência qualquer intenção em concorrer a cargos públicos”, mas se ela é assim tão boa quanto parece está bastante óbvio de o porquê mantém-se aferrada a esta negativa.


Até agora ninguém nos surpreendeu ao ser saturado pela mídia e pelo poder avassalador do que manda hoje: tuitadas e curtidas; é esperar pra ver.

domingo, 28 de agosto de 2016

Vaidade




“Minha mulher predileta é esta no espelho”, diz Laerte


Minha mulher predileta não está no espelho, digo eu.


Nada pessoal Laerte, apenas um trocadilho imbecil aproveitador e aproveitando para mostrar toda minha contrariedade quanto a essa peça tornada aos poucos o símbolo maior da transitoriedade superficial fútil humana; desculpe.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

HumanIsmo – “fields of shot”



Ontem ainda, as partes envolvidas com os campos de tiro; combinaram uma pausa nas apresentações bélicas para que fossem encaminhados ração e remédios para a população acuada.

Logicamente que o interesse maior é mantê-los em pé, afinal que graça tem estes infelizes morrerem a míngua sem que possam ser abatidos como se estivessem ainda firmes.

Diferente disso, como então demonstrar ao mundo todo o seu show de horrores.

Ao tornar tudo espetacular; ao proporcionar um bom espetáculo: demonstram o devido respeito, com o espectador que precisa ser mantido entretido.


E ao final todos ficam felizes, até mesmo aqueles confinados que irão morrer vibram com a notícia; “alguém ainda está olhando por nós”.