A frase que
movimentou o dia na mídia brasileira – (“Ninguém deve ser prejulgado, nem eu, nem Lula ou Dilma”, diz Cunha) - do meu ponto de vista crítico, adorei.
Este
senhor pontuou bem seu grupo; estando ele prestes a perder o mandato por conta
dos descuidos que acusa e ataca diretamente uma vez mais a índole do político,
soma-se ao ex-metalúrgico que um dia se quis presidente e está vivendo
finalmente seu inferno astral por conta de ações que dizem, sabia muito bem o
que estava acontecendo, - e ontem disse que não é para ter pena dele -
culminando com o aniversário de seus 70 anos onde a empresa de seu filho caçula
foi “invadida” pela Polícia Federal, já a sua herdeira política, bem, entendo
ser ela filha política do companheiro Lula... a julgar pelos filhos legítimos dele que estão
bem, e, uma vez que ele garante que não o destruirão... provavelmente ela sair-se-á
também como beneficiária da súcia; um grupo bastante forte.
*
Notícias do
dia...
O que correu na mídia hoje:
Presidente
da Câmara é alvo de denúncias de corrupção e lavagem de dinheiro
“Ninguém
deve ser prejulgado, nem eu, nem Lula ou Dilma”, diz Cunha
Alvo de
denúncias de corrupção e lavagem de dinheiro, o presidente da Câmara, Eduardo
Cunha (PMDB), comparou sua situação à do ex-presidente Luiz Inácio Lula da
Silva e à da presidente Dilma Rousseff. Em entrevista à TV Folha na noite desta
quinta-feira (29), Cunha disse que "todos têm o direito de defesa" e
que nem ele, nem Lula ou Dilma devem ser "prejulgados".
"Eu
espero que ele tenha o direito de defesa, o direito de não ser prejulgado, como
também cobro para mim", disse Cunha. "E da mesma forma que estou
falando do ex-presidente Lula, gostaria que não tivesse prejulgamento a todos,
inclusive a ela [Dilma], naquilo que é colocado em relação ao seu governo, à
sua atuação... A oposição também acusa a atuação dela, que era do conselho [da
Petrobras], que era presidente, que era ministra", concluiu.
O deputado
falou sobre o assunto ao ser questionado sobre como via a alegação do
ex-presidente Lula de que está sendo alvo de uma perseguição. O petista falou
sobre o assunto nesta quinta, em evento do partido. Disse que seria vítima de
"três anos de muita pancadaria", mas que vai "sobreviver"
às investigações.
Em outra
manifestação de apoio a Lula, Cunha disse que o fato de o filho do
ex-presidente Luis Claudio Lula da Silva ter sido intimado a depor pela Polícia
Federal às 23h da última terça-feira é "muito estranho". "Acho
que pode até ser inconstitucional", completou. "Existe um horário
regular no qual você pode ter acesso ao domicílio."
IMPEACHMENT
Cunha
voltou a negar que tenha feito um acordo com o governo ou a oposição sobre o
rumo que dará aos pedidos de impeachment da presidente Dilma. Ele afirmou que
tem compromisso com a "celeridade" e que até novembro avaliará as
peças mais robustas entre as que foram apresentadas, a subscrita pelos juristas
Helio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Pachoal e a de autoria do advogado
Luis Carlos Crema.
Ele rebateu
o argumento do Planalto de que qualquer decisão estará contaminada pelas
liminares concedidas pelo Supremo, que condenaram o rito estabelecido por Cunha
para a tramitação de um pedido de impeachment -nesta quinta, sem conseguir
reverter a decisão na Justiça, ele revogou o ato que era questionado.
"Não
tenho dúvida nenhuma que o poder de decidir continua com a minha função",
afirmou.

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