De certo é que nunca
na história desse país tivemos um acumulo de notícias negativas que poderiam iniciar
com a famosa frase do lula, “nunca na história desse país...”
E a marolinha ó... quem diria.
Até quando vai "funfioná" seu estado politiqueiro instalado a custas sabe se lá de que?
*
Nos jornais de hoje, outra mais negativa do que nunca da série; Nunca na história desse país...
http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2015/09/governo-preve-um-deficit-de-r-30-bilhoes-para-o-orcamento-de-2016.html
Edição do dia
31/08/2015
01/09/2015 01h37 -
Atualizado em 01/09/2015 01h51
Governo prevê um
déficit de R$ 30 bilhões para o Orçamento de 2016
Orçamento foi
apresentado com previsão de rombo nas contas públicas.
Governo federal
admite que vai aumentar a dívida bruta em relação do PIB.
Pela primeira vez
um governo brasileiro apresentou um déficit como proposta de orçamento para o
ano seguinte. O governo avisou que o tamanho do buraco é de R$ 30 bilhões para
2016, mas não disse ainda como vai tapá-lo.
O orçamento com
esse rombo ainda assim é mais otimista que as previsões feitas nos mercados. O
governo acha que, em 2016, o PIB terá um crescimento quase nulo enquanto as
previsões são ainda de recessão.
E a inflação ficaria
mais perto do centro da meta, que é de 4,5%, enquanto os mercados acham que vai
ser mais alta. O governo também propôs um aumento do salário mínimo para R$
865.
O governo admite
que vai aumentar a dívida bruta em relação ao PIB, número acompanhado de perto
pelas agências de classificação de risco, pois quando mais alta essa dívida,
maior é o risco de se investir no país. O projeto de Orçamento foi entregue ao
Congresso Nacional.
Na noite de
segunda-feira (31), no Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff se
reuniu com deputados e senadores aliados e pediu que o Congresso ajude a
encontrar soluções para diminuir o déficit previsto.
“A peça
orçamentária está sendo construída com tamanho diálogo que ajudará nós na
Câmara e no Senado, principalmente na Câmara, a não votarmos projetos ou outras
matérias que criem despesas para o governo", declara o deputado José
Guimarães (PT/CE), líder do governo na Câmara.
O anúncio de que o
governo não vai ter dinheiro para pagar todas as contas foi feito pelos ministros da Fazenda e do Planejamento.
Eles disseram que uma das preocupações é conter o aumento dos gastos
obrigatórios, como a previdência social e os salários dos servidores.
“Porque fica claro
pelos números que hoje o principal desafio fiscal para o Brasil, o principal
desafio fiscal para a sociedade brasileira é controlar o crescimento dos gastos
obrigatórios da União”, diz Nelson Barbosa, ministro do Planejamento.
Os ministros foram
questionados se o governo não estaria ferindo a Lei de Responsabilidade Fiscal,
com a previsão de um rombo de R$ 30 bilhões.
“A Lei de
Responsabilidade Fiscal estabelece que tem que mandar orçamento com meta. Não
necessariamente positiva ou negativa. Então é consistente ter déficit como
meta”, explica o ministro Nelson Barbosa.
No Congresso, o
presidente do Senado, Renan Calheiros, defendeu o corte de gastos, e não a
criação de mais impostos.
“Primeiro, é
preciso cortar despesas e melhorar a eficiência do gasto público. O Congresso
está disposto a colaborar nesta direção”, afirma o senador Renan Calheiros
(PMDB/AL), presidente do Senado.
A oposição, que já
ameaçou devolver as contas para o governo, criticou a proposta de Orçamento.
“O governo confessa
a incompetência de gerenciamento que houve e agora o governo quer transferir ao
congresso a solução para um problema que é seu. Quer que o Congresso faça a
mágica de colocar dinheiro no caixa do governo, da União”, diz o senador Álvaro
Dias (PSDB/PR), líder da oposição no Senado.
“Nós temos que sair
dessa espécie de ilha de fantasia que estamos vivendo há mais de 20 anos, que é
de ter no orçamento uma peça de ficção, e eu acho que hoje, com a entrega desse
orçamento, que é um choque de realidade nos dá o oportunidade de, conhecendo a
situação que o país vive, conforme cobrava até a oposição, a gente possa diante
dessa realidade ver o que podemos fazer”, declara o senador Jorge Viana
(PT/AC), vice-presidente do Senado.

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