O
jovem não deve ter vergonha, quando enfim acordar para a realidade, muito menos ser punido ou observado com desafeto por
carregar durante suas ilusórias passeatas, bandeiras impregnadas com os nomes
de assassinos e foras da lei que saquearam o país, por desconhecer a história.
É
o governo, é o estado, este sim, mesmo o atual que tenta sempre responsabilizar
o passado pela ignorância presente, quem deve envergonhar-se por seus jovens ainda
carregar como bandeira; exibir como um selo, um símbolo máximo a foto, o ícone de um ou
vários facínoras que roubaram e assassinaram inocentes. Quando entendem, estes
incautos promovedores de levantes, muitas vezes arrolados convenientemente na
alterca, que aquela figura está a chancelar; a avalizar; a dar força, a sua
lista de reivindicações.
(nos
livros “História politicamente incorreta do Brasil/América Latina”, os autores
dissecam a verdade por trás da história contada nas salas de aulas; com uma
riqueza de detalhes impressionante, fica aí a dúvida: é mais crível acreditar
em quem?)

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