"Atriz pornô bate
recorde de autógrafos ao lançar livro sobre sua promíscua vida pessoal".
Como se já não bastasse
os recordes batidos por livros medíocres como os da série "50 tons de vergonha", agora temos mais isto, não é possível que escritores decentes, que
escreveram livros, repassando ideias e pensamentos, pesquisas sérias e
experiências decentes gostariam ou aprovariam que seus clássicos compêndios fossem
classificados, a partir dos últimos lançamentos editoriais, como livros, ainda,
ou participarem do mesmo, abrangente e deteriorado gênero: literatura.
Não tenho nada contra a
vida desta moça, nada contra os seus dotes de felação, cunilingues e
comportamento promíscuo, entendo isto mais como uma patologia do que um (auto)aceitar
um tipo de vida desse como normal, porém existem duas situações que me incomodam realmente: o
fato de a juventude atual ter descambado perigosamente para o sexo promíscuo, para a desvalorização quase generalizada do sexo feminino, o que me parece ser um excesso de desprezo por si mesmas, e
a tristeza de constatar que esta indústria rende tanto. Fazendo com que não
exista mais limites para a perversão da mente de jovens e adultos, estes, ainda
desencontrados do que realmente deveria interessar ao homem após anos de
prática sexual sem valor algum.

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