quarta-feira, 17 de julho de 2013

Vergonha eterna


 

Ao assistir o filme Cavaleiro Solitário e fácil entender o porquê ele está sendo um fracasso de bilheteria nos EUA, afinal, cheio de mensagens subliminares que poucos entendem, uma fica bastante evidente: mais uma vez, os assassinatos e acordos espúrios que os antepassados daquele povo foi capaz de fazer para tornar o país um império econômico – muito embora este não seja um privilégio exclusivo deles, mas aqui é apenas as barbaridades amiericana que está em questão.

E, por mais que vivam bem, e muitos se orgulham não apenas do passado como da forma como chegaram aonde chegaram, é fato que ninguém tem a coragem de assumir que a forma como foi feita, foi vergonhosa, e a vergonha, por mais que esteja ou tentem fazê-la calar, mesmo que busquem exorcizar velhos demônios, é como repete durante a película, que o medo ronda aqueles que sobreviveram, não apenas devido a forma da conquista, mas se a desgraça causada a inocentes em algum momento não retornará sobre a cabeça de seus orgulhosos herdeiros.

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A Disney embolsando menos....(?!?)


 

Ex-CEO da Disney minimiza fracasso de “Cavaleiro Solitário"


“A grande vantagem da Disney é que ela é uma companhia tão grande, que um tropeço como esse não vai ter nenhum efeito”, disse Michael Eisner Jon


Johnny Depp em cena de "O Cavaleiro Solitário": Barton Crockett, analista da Lazard Capital Markets, estima que a companhia terá que amortizar dívidas por até US$ 190 milhões pelo filme

Los Angeles - Michael Eisner, que foi presidente da Walt Disney Co. durante 21 anos, afirmou que seu sucessor, Robert Iger, deveria continuar no cargo depois que o mandato, que já foi prolongado recentemente, acabar.

 “Se eu tivesse que escolher, ele ficaria mais tempo. Quem sabe, talvez ele fique”, disse Eisner em entrevista no dia 10 de julho com a Bloomberg Television na conferência da Allen Co. em Sun Valley, Idaho. “Quanto mais tempo ele ficar, melhor para os acionistas”.

Eisner minimizou as consequências financeiras do filme “O cavaleiro solitário”, um fracasso de bilheteria da Disney.

A companhia também produziu o filme mais popular de 2013, “O homem de ferro 3”, que arrecadou US$ 1,2 bilhão no mundo inteiro, segundo a empresa de pesquisas do ramo Box Office Mojo. Eisner e Iger participaram da reunião anual de executivos de finanças, entretenimento e tecnologia.

“A grande vantagem da Disney é que ela é uma companhia tão grande, ao contrário do que era quando eu cheguei, que um tropeço como 'O cavaleiro solitário' não vai ter nenhum efeito”, disse Eisner. “Os parques de diversões são fortes e eles têm todos esses filmes da Marvel, da Pixar e da 'Guerra nas estrelas' para estrear”.

Iger, 62, é o presidente da maior companhia de entretenimento do mundo desde que ficou no lugar de Eisner em 2005. A Disney, com sede em Burbank, Califórnia, anunciou em 1 de julho que prolongaria o mandato de Iger por 15 meses, até junho de 2016, alegando a rentabilidade total de 193 por cento dos acionistas obtida sob seu comando. Iger também é presidente do conselho da companhia.

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