...ainda na ativa e querendo salvar mais alguns.
Tenho
esse todo poderoso mundial como responsável direto pela morte do Airton Senna,
é claro que jamais o verei na cadeia devido a isso, assim, o que devo esperar é
que ele apareça vez ou outra em manchetes que denigram um pouco sua imagem
super blindada, muito embora mesmo que ele tenha culpa no cartório em relação a
este episódio recente, é muito certo que também isto pouco lhe aranhe a fama
conquistada. Quero apenas acrescentar que não se trata de despeito, afinal,
despeito se tem quando se é próximo de alguém mais forte e se pode alcançá-lo
em algum instante, assim a inveja, ou o ciúme, embora nocivo ao homem, faz
algum significado, se é que posso assim me expressar, mas no nosso caso isso
não procede, a distância entre meu querer e seu poder é, neste instante,
indizível, que somente cabe observá-lo ao longe que invejá-lo.
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Divulgação – a quem interessar possa.
Chefão da F-1 é
indiciado na Alemanha por suspeita de suborno
O chefe comercial da F-1, Bernie
Ecclestone, 82, foi indiciado na Alemanha em um caso relativo à venda de uma
participação na holding da categoria há oito anos, anunciou um porta-voz de um
tribunal de Munique nesta quarta-feira. O britânico é acusado de suborno e
abuso de confiança.
A questão envolve o possível suborno de Ecclestone a um banqueiro alemão em um negócio no qual o banco BayernLB vendeu sua participação de 48% na holding da F-1 ao CVC, um fundo de private equity, que tinha o apoio de Ecclestone para ingressar na categoria.
Ecclestone, que não pôde ser imediatamente contatado para comentar o assunto na quarta-feira, negou irregularidades.
O piloto Jean Alesi (à esquerda)
conversa com o ator Sylvester Stallone e o presidente da Associação dos
Construtores de Automobilismo, Bernie Ecclestone
O caso pode atrasar os planos preliminares para listar a empresa F-1 na bolsa de Cingapura, no final do ano. Uma tentativa anterior de listagem foi cancelada no ano passado devido à turbulência do mercado.
O empresário da F-1 continua a ser fundamental para o negócio automobilístico transformado por ele em uma máquina global de circular dinheiro, e é uma figura familiar nas corridas. Ele sempre disse não ter planos de se aposentar e não há nenhum sucessor óbvio.
O caso surgiu após Ecclestone ter feito pagamentos a Gerhard Gribkowsky, ex-diretor de risco do BayernLB, que foi preso no ano passado por sonegação de impostos.
Ecclestone negou que os pagamentos a Gribkowsky fossem subornos. Disse a um tribunal de Munique, em novembro de 2011, que pagou Gribkowsky para "mantê-lo quieto", depois de a Alemanha pressioná-lo a respeito de seus assuntos fiscais, e não para facilitar a venda para a CVC.
O BayernLB acabou ficando com a participação na F-1 após a falência do império de mídia de Leo Kirch. O banco então atribuiu a Gribkowsky a tarefa de se livrar do negócio.
O CVC alcançou uma participação de 63% na F-1, mas reduziu sua fatia para cerca de 35% por meio de uma série de acordos.

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