quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Martinho Lutero aprovaria?



Somos a favor de todo e qualquer diálogo, no entanto é preciso um mínimo de coerência para que ele aconteça; que a hipocrisia seja minimamente camuflada no primeiro momento dando sinais de que os grupos definitivamente pretendem eliminá-la no decorrer das negociações quando estas estejam carregadas das mais verdadeiras  intenções de ajustar pontos enquanto observam, - todos os envolvidos – caminhos que trarão mais paz e harmonia a todos.  


Com estas premissas mínimas, entendemos, ou melhor, questionamos, observando que as desavenças envolvendo o dicastério e obrigatoriamente, os principais elementos da Cúria Romana; os constantes processos de pedofilia, o distanciamento da luta da igreja católica das grandes causas mundiais – sua imparcialidade cômoda, ou não mais necessária - poderiam ser deixados de lado pelo monge alemão, ou seja; estes contra senso permitiriam, ou não seriam levado em consideração, fazendo com que Martinho Lutero voltasse as boas com essa facção religiosa? 

Se entendi, se são verdades o que li em suas biografias, tenho certeza que o Grande Líder Protestante não aprovaria a reaproximação com um papa que visitou Maduro.

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