segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Editorial de hoje na Folha



"Hackers nas eleições americanas"

Uma ação intratável no plural - Porque não é possível que seja tratada devido a ineficiência, descaso e passividade humana como um todo hoje e também, porque seria impossível que isto fosse admitido no passado. Ou seja, o que podemos avaliar, ou entender quando o Obama vem a público informar que avisou que isso “traria consequências”? É isso e pronto? Só?

Estamos falando da eleição do homem mais poderoso do planeta e uma parcela importante do jogo político, noticiada na mídia, informa que sabem que a eleição pode ter sido “arranjada” e nada pode ser feito?

Se compararmos isto a uma catástrofe, ela entraria na classificação de hecatombe e nada será feito?

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Editorial da Folha de hoje (19/12/2016):Ação de hackers na eleição americana é alerta de tipo indesejável de interferência na democracia.Espera aí, então é isso? “tipo indesejável”; o que é isso?

É disso que estou falando, tudo é muito passivo, não há sangue nos olhos, não há perplexidade; “ok, aconteceu, vamos para outra”. Senhores; por favor!

Ok, então, ainda na Folhaé grave, contudo a flagrante tentativa de um governo de imiscuir-se na mais importante decisão eleitoral do outro”, meu Deus, o que é isso, estamos falando das eleições nos USA e quem “imiscuiu-se” foi a Russia, alôôô!!!


E pasmem; no mesmo editorial:A ação dos hackers, bem como a divulgação internacional de notícias falsas nas redes sociais, serve de alerta para essa nova e indesejável modalidade de interferência no processo democrático”.

(caraaaaaalho; e este é o jornal que dou uma espiada todas as manhãs, caraaaalho) 

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