Uma praça, um livro negro embaixo do braço e um bumbo; vivendo com a estranha impressão de que existe algo mais além do mostrado
domingo, 25 de dezembro de 2016
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
Editorial de hoje na Folha
"Hackers nas eleições americanas"
Uma ação intratável no plural - Porque não é possível que seja
tratada devido a ineficiência, descaso e passividade humana como um todo hoje e também, porque seria impossível que isto fosse admitido no passado. Ou seja, o que podemos avaliar, ou entender quando o Obama vem a público informar que avisou que isso “traria
consequências”? É isso e pronto? Só?
Estamos falando da eleição do homem mais poderoso do planeta
e uma parcela importante do jogo político, noticiada na mídia, informa que sabem
que a eleição pode ter sido “arranjada” e nada pode ser feito?
Se compararmos isto a uma catástrofe, ela entraria na
classificação de hecatombe e nada será feito?
*
Editorial da Folha de hoje (19/12/2016): “Ação de hackers na eleição americana é
alerta de tipo indesejável de interferência na democracia.” Espera aí,
então é isso? “tipo indesejável”; o que é isso?
É disso que estou falando, tudo é muito passivo, não há
sangue nos olhos, não há perplexidade; “ok, aconteceu, vamos para outra”.
Senhores; por favor!
Ok, então, ainda na Folha “é grave, contudo a flagrante tentativa de um governo de imiscuir-se na
mais importante decisão eleitoral do outro”, meu Deus, o que é isso,
estamos falando das eleições nos USA e quem “imiscuiu-se” foi a Russia, alôôô!!!
E pasmem; no mesmo editorial: “A ação dos hackers,
bem como a divulgação internacional de notícias falsas nas redes sociais, serve
de alerta para essa nova e indesejável modalidade de interferência no processo
democrático”.
(caraaaaaalho; e este é o jornal que dou uma espiada todas as
manhãs, caraaaalho)
domingo, 11 de dezembro de 2016
“Triângulo do Fogo”
A quanto estamos da “tempestade perfeita” resultante do
eminente caos social; para que atinjamos então o perigosíssimo “Triângulo de
Fogo”?
Política pública (negligência) – Internet (pós-verdade) –
Povo (inconsciência)
A película social que camufla os instintos primitivos de
seus membros afinou e encolheu a ponto de espectros quase decifráveis poder ser detectados através de assustadoras silhuetas e contornos visíveis ao mais
atento, e suspeitas, mesmo ao mais público dos otimistas.
Teremos chegado ao final da era das respostas paliativas? Cujo
epilogo é um só quando tivemos ao longo dos últimos séculos uma gama muitíssimo
maior de nepotistas amadores ditando as respostas com atenção maior às
secretárias que ao epígrafe em si! Em
como se portar diante das câmeras poderia levar a um convencimento ainda maior
da solução arranjada!
Não há mais nada a ser feito, talvez nem mesmo a maioria de
nós possa assistir as catástrofes naturais, as tempestades perfeitas que os
céus estão a formar naturalmente por conta de muitos de nós não estarmos mais aqui para o natural espetáculo final.
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sábado, 3 de dezembro de 2016
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