terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

A linha reta...












...ainda é o menor caminho entre dois pontos



Nosso momento é bastante difícil quando se busca o acerto. Dado a isso, o indivíduo precisa ter um mínimo de paciência para que o entendam, que o enxerguem, mas a necessidade é urgente, então é dada a oportunidade aquele que executa sempre baseado nessa pressão, não observando a sedimentação futura, afinal se vivemos o instante onde tudo é descartável, - a era da superficialidade - o entorno sabe que ele também o será caso seu gás acabe, e acabará, ou outra realidade irá substituir a existente; neste contexto não há a menor possibilidade daquele que observa antes de executar, - prevendo os transtornos futuro - encaixar-se no esquema . Não dispomos desse tempo.


Nas corporações não é diferente. Falando politicamente, e redirecionando o telescópio para nosso país por exemplo; o mundo exige medidas urgentes, porém o governo enroscou-se em uma crise política sem precedentes, devido, pincelando rapidamente, ao seu esdruxulo escopo. E, enquanto isso, o universo continua com a agilidade até então em curso, - acima insinuado - e, ainda que vivamos um momento de estagnação mundial, todos os países (não as voltas com problemas outros de boa monta para interferir, ou no mínimo com a atenção profissional devida) que estão preocupados com a retomada da economia, não tem a preocupação que temos como a nossa crise interna, por exemplo, (não profissional e nada resolvida) esses, ao invés de se preocuparem com um problema doméstico estão pensando junto com os demais, e é isso o que acontece como um todo na vida das pessoas, das organizações e de todos os estados, ou seja, não devemos nos ater a menor situações que seja, que emperre nossa caminhada para no mínimo seguir junto com os demais, afora isso será muito difícil acompanhar o processo como um todo.

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