domingo, 15 de novembro de 2015

Ápice



Esse deve ser o nosso máximo; ao ler as notícias de ontem e de hoje sobre as selvagerias de Paris, tenho apenas uma colocação; e quando já não tiramos mais nada de bom do ruim, por não conseguir ou por não pensar por nós mesmos!?!

A Folha hoje, se propõe a tratar de “oito perguntas e respostas sobre os atentados”; imediatamente imaginei apenas uma, e a segunda principal no meu entendimento, - a primeira formulei acima -; que nem a mídia nem ninguém de nós poderá nem ao mesmo levantar por conta de ser taxado de louco – muito menos responder; os verdadeiros interessados nestes ataques, e que não se trata do EI, estão satisfeitos? Conseguiram seu intento inicial – além do exclusivo?

Vivemos hoje sob um verniz social delicado, visto de fora, porém, se nos aproximarmos, mesmo de sociedades tidas como perfeitas, não o são.

É certo que nosso sistema econômico, mesmo o mundial, está falido, estamos endividados – o consumo e a produção exigirão, no futuro próximo, milagres de estudiosos que neles não acreditam - e o poder monetário se concentra mais do que nunca nas mãos de alguns poucos, por outro lado, o planeta ruma ao colapso, e o pior de tudo, enquanto grandes problemas, devido à proporção tomada por conta do que entendemos por globalização, internacionalização exigem; os pequenos vão ficando, sendo deixados de lado, e de forma sutil, invisível, vão minando ainda mais as estruturas de um sistema que permanece em pé a custa de escoras provisórias.

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