segunda-feira, 30 de novembro de 2015

PARIS2015 COP21




Quanto maior é a força contrária somada, menor é o poder de realização... há apenas a pressão; e a pressão, quando não devidamente armazenada, é extremamente perigosa. 

Eles continuam assinando em frente as câmeras, mas, nas coxias, não são canetas seus principais instrumentos.

COP 15... 16... 17...      35... até quando eles existirão? 

Ao menos sem solução... sempre; porém não sabemos se sempre existirão.

*

Nos adaptaremos a tempo?

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Mariana; "não contavam com minha astúcia"



"Não priemos cânico"; agora tudo deve mudar. 


Deu na Folha hoje: 

"Senado deve criar CPI para apurar rompimento de barragem em MG".

Pronto

Mariana e adjacências; "Seus problemas acabaram".


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Até quando vocês continuarão ignorando que a política de manter o povo ignorante não está dando certo; por outro lado, como se tem a certeza de que, de um momento para outro essa massa que ignora não lançará mão da força que possui e se manifestará o suficiente para romper as amarras que a conduz sob o jugo de alguns poucos que a mantém acabrestada? 

Qual a certeza dos senhores de que nesse tempo já não existirão mais ou que não serão penalizados por suas atrocidades ao manterem tantos milhões como seus escravos mentais?    

domingo, 15 de novembro de 2015

Ápice



Esse deve ser o nosso máximo; ao ler as notícias de ontem e de hoje sobre as selvagerias de Paris, tenho apenas uma colocação; e quando já não tiramos mais nada de bom do ruim, por não conseguir ou por não pensar por nós mesmos!?!

A Folha hoje, se propõe a tratar de “oito perguntas e respostas sobre os atentados”; imediatamente imaginei apenas uma, e a segunda principal no meu entendimento, - a primeira formulei acima -; que nem a mídia nem ninguém de nós poderá nem ao mesmo levantar por conta de ser taxado de louco – muito menos responder; os verdadeiros interessados nestes ataques, e que não se trata do EI, estão satisfeitos? Conseguiram seu intento inicial – além do exclusivo?

Vivemos hoje sob um verniz social delicado, visto de fora, porém, se nos aproximarmos, mesmo de sociedades tidas como perfeitas, não o são.

É certo que nosso sistema econômico, mesmo o mundial, está falido, estamos endividados – o consumo e a produção exigirão, no futuro próximo, milagres de estudiosos que neles não acreditam - e o poder monetário se concentra mais do que nunca nas mãos de alguns poucos, por outro lado, o planeta ruma ao colapso, e o pior de tudo, enquanto grandes problemas, devido à proporção tomada por conta do que entendemos por globalização, internacionalização exigem; os pequenos vão ficando, sendo deixados de lado, e de forma sutil, invisível, vão minando ainda mais as estruturas de um sistema que permanece em pé a custa de escoras provisórias.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Pyotr Pavlensky



Esse cara possui uma insanidade incurável, porém como eu gostaria de descobrir que se trata apenas de coragem; pelo sim pelo não, ele já é o meu herói.

Um grande viva a Pyotr Pavlensky.

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Insanidade da semana


Artista russo incendeia portão da sede do ex-KGB - TVI24.


O artista performativo e ativista russo Pyotr Pavlensky foi preso, esta segunda-feira, em Moscovo, depois de atear fogo a uma porta de madeira da sede do FSB, o serviço de inteligência russo, sucessor do KGB. O artista, conhecido por ter pregado os órgãos genitais ...