Existe uma
espécie de ser humano que pode ser classificado como capaz medíocre, ou apto a
executar a liderança espúria; à sujeira ou algo que o valha e ainda assim
pousar como um líder de multidões e até um estadista em muitos casos onde
habitam os desavisados – porém ele é figura fácil ainda que imperceptível, (seu
maior dom; o dom da imperceptibilidade, da invisibilidade, do sair à francesa,
um diplomata com todas as prerrogativas além das indispensáveis ao cargo) na
política social entre banqueiros, empresários ou nos mais altos cargos sociais.
Ele de alguma maneira conquista e faz e acontece, mas percebe que faz melhor -
acorrendo em benefício próprio - se faz o que deve-se entender de alguma
maneira como muito mau feito que resulta no mal feito muito bem feito, por
exemplo, ao assumir o estado ou qualquer outro organismo que sirva ou servirá a
uma escumalha inextrincavelmente egoísta até a mais inexporta das vísceras. Ele
consegue criar tal ordem desordenada (caos) que é impossível a um outro - verdadeiro
capaz -, assumir e reorganizar, ou animar-se a mudar o pútrido estado
instaurado, fazendo com que essa sub raça se perpetue por ser eles os únicos
com estomago para fazê-lo.

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