terça-feira, 1 de setembro de 2015

A Síria eminente; o estado insurgente no Brasil;


Ao observar algumas opiniões isoladas é possível antecipar que vivemos na eminência da nossa Síria, onde nosso Al Assad não está oficialmente governando, agora, é fato que não é possível destituir a senhora Dilma sem o risco de que uma guerra seja instaurada, há muitas facções governamentais ou não, procurando uma forma de agarrar esse osso que nem de longe está só no osso.

Penso que o mais sensato seria deixar tudo como está até 2018. É extremamente arriscado transformá-la hoje na guilhotinada. Ela não é nada e é bem possível que nosso Assad nem fosse para o forno, ele é muito cara-de-pau, é um político nato no que se refere a banda podre da política; diria que é mais um daqueles que, se a política fosse uma entidade com vontade própria; a própria mudaria de nome ou o expulsaria; o baniria, jamais deixando que seu nome fosse atrelado a boa política.


Precisamos levar em conta, nós e todos aqueles que querem o caos instaurado que, na era militar, e depois no desbanque do Collor, havia uma união, havia uma espécie de consenso, pessoas descentes buscando uma unidade, é preciso ter cuidado, hoje não há isso... nem de longe.  

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