Mas
como sempre... adaptar-se. É o que fazemos de melhor.
*
No
segundo mandato da presidenta “Diuma”, estamos assistindo – forçadamente? - algumas
mudanças com relação à obrigatoriedade de seu governo em dar um rumo diferente a
situação escatológica anunciada por economistas realistas sobre a derrocada, o
colapso certo, não apenas da economia no Brasil.
Isso;
caso a “viúva” (como se referem alguns ao país) continue sendo assediada,
explorada, aviltada, mal cuidada como nas últimas décadas.
E
o óbvio, a julgar pelas primeiras notícias, como não poderia ser diferente, se
faz novamente: confirmando que a mudança maior é com relação ao povaréu, a
massa, o contribuinte que movimenta isso tudo, ou seja, é por nossa conta; mais
uma vez se desfaz sobre nossos ombros; às costas do trabalhador, do
minifundiário, daqueles que se arriscam na informalidade, e do empresariado remediado
para baixo.
Nós, ordinários votantes e não votantes;
situacionistas ou oposicionistas, chutando ou não cachorro-morto, deveremos uma
vez mais nos curvar às varias notícias ainda piores do que as anteriores no que
se refere a aperto de cinto, e continuarmos seguindo sem fazer nada por não
haver nada o que fazer, mas não por isso, mas pelo estado instalado; e porque
todo o governo conhece seus comandados, e então eles sabem até onde pode ser
apertado o torniquete, afinal eles somente o utilizam no povo.
*
Prévia
da semana...
Racionamento
há meses; apagão ontem (que o ministro Eduardo Braga, o sujeito mais arrogante
que pode existir na face da terra, garante que foi um fato isolado); volta do
Cide na gasolina; violência em alta; corrupção na mesma; dólar em alta; milícia; Ptbrás; impostos
sem comentários; inflação; PIB?; IDH?; sem merenda; greves; aumentos dos
transportes sucateado e etc...; usinas que levam milhões com atraso médio de 12
meses; aumento do salário dos políticos... E hoje a senhora “Diuma”, vetou,
após elevar tributos, a correção da tabela do IR em 6,5%, medida aliviaria a
tributação dos salários e outros rendimentos, mas Planalto diz que proposta
levaria a perda de R$ 7 bilhões para as contas do governo. Como diz o vizinho “pus
agora!?!”

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