Seria
infringentes ou infringência!?!
Afora
todo o teatro de horrores que, indistintamente, estes desavergonhados senhores do
STJ estão – mais a pagar mico para uma classe realmente esclarecida que
pousando de digníssimos homens de respeito ou intelectuais inteligentes que vasculham
palavras difíceis para propalar entre os seus iguais, como se buscassem na
arena teatral vencer mais com a beleza das palavras pinçadas, (quem sabe?) a quantas horas de
procura; que, com os argumentos à este segundo grupo: indecifráveis – encenando;
é certo que eles não perderão a oportunidade com essa manobra descoberta
sabe-se lá em que brecha, em que cava, em que labirinto, em que fenda desse
nosso legislativo, que dança o funk do capôzão, de continuarem aparecendo, como
nunca apareceram, no horário nobre da televisão brasileira e em todos os
jornais. Nunca, jamais na história desse país estes senhores foram tão importantes
a permanecer preenchendo as principais janelas das casas brasileiras.
Por outro lado, devem pensar estes senhores: que não estão
fazendo nada de mais; afinal devem pensar também, que é um descalabro, quando
qualquer piriguete que canta e dança em trajes minúsculos e trejeitos promíscuos
pelos palcos do país, consiga mais audiência que suas eminências que tem o que
dizer ao eleitores que irão às urnas na próxima eleição. Que continuem então os
atos seguintes, agora com a palavra o senhor Celso de Mello.

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