terça-feira, 11 de junho de 2013

Engenhão - A culpa é de Deus




Com relação ao problema da cobertura do estádio do Engenhão, ao final a responsabilidade recairá sobre as costas de Deus por ter feito o mar com tanto sal a ponto de sua salinidade corroer o serviço porco da OAS e da Odebrecht, que já anteciparam não serem as culpadas do crime.

Mas afinal, quem é que precisará se importar realmente com isto agora?

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Quem sabe não fazemos uma “permuta” – baseando-se na nota abaixo. Repassamos a administração do Maracanã para eles e eles “não” concertam o Engenhão.


Construtoras da cobertura do Engenhão querem gerir Maracanã

Empresas da Odebrecht e da OAS fizeram visitas técnicas ao estádio

Amélia Sabino e Leo Burlá - 30/03/2013 - 08:00 Rio de Janeiro (RJ)

Dupla de empreiteiras responsável pela construção da cobertura do Engenhão - interditado por tempo indeterminado por conta de problemas estruturais no arco de sustentação ao teto - a OAS e a Odebrecht estão de olho aberto na licitação que definirá o futuro grupo gestor do Maracanã.
Das 19 visitas técnicas de grupos interessados no estádio, sete fazem parte de uma das duas gigantes da construção.

A lista é composta por Construtora OAS S.A, OAS Arenas S.A, OAS S.A, Construtora Norberto Odebrecht S.A, Odebrecht Properties Entretenimento S.A, Construtora Norberto Odebrecht Brasil S.A e Odebrecht Participações e Investimentos S.A.

A OAS está por detalhes para fechar uma parceria com a francesa Lagardère, grupo de mídia com holding voltada à indústria esportiva, enquanto a Odebrecht e a IMX, do bilionário Eike Batista, costuram uma parceria para gerir o complexo esportivo.
O edital de concessão do Maracanã veda a participação de empresas do mesmo grupo em propostas diferentes e permite, no máximo, quatro por consórcio. Os envelopes com as propostas serão entregues e validados no próximo dia 11 de abril.

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