Com
relação ao problema da cobertura do estádio do Engenhão, ao final a
responsabilidade recairá sobre as costas de Deus por ter feito o mar com tanto
sal a ponto de sua salinidade corroer o serviço porco da OAS e da Odebrecht,
que já anteciparam não serem as culpadas do crime.
Mas
afinal, quem é que precisará se importar realmente com isto agora?
-0-
Quem
sabe não fazemos uma “permuta” – baseando-se na nota abaixo. Repassamos a
administração do Maracanã para eles e eles “não” concertam o Engenhão.
Construtoras da cobertura do Engenhão querem
gerir Maracanã
Empresas da Odebrecht e da OAS fizeram visitas técnicas
ao estádio
Amélia Sabino e Leo Burlá - 30/03/2013 - 08:00 Rio de Janeiro (RJ)
Dupla de empreiteiras responsável pela construção
da cobertura do Engenhão - interditado por tempo indeterminado por conta de
problemas estruturais no arco de sustentação ao teto - a OAS e a Odebrecht
estão de olho aberto na licitação que definirá o futuro grupo gestor do
Maracanã.
Das 19 visitas técnicas de grupos interessados no
estádio, sete fazem parte de uma das duas gigantes da construção.
A lista é composta por Construtora OAS S.A, OAS
Arenas S.A, OAS S.A, Construtora Norberto Odebrecht S.A, Odebrecht Properties
Entretenimento S.A, Construtora Norberto Odebrecht Brasil S.A e Odebrecht
Participações e Investimentos S.A.
A OAS está por detalhes para fechar uma parceria
com a francesa Lagardère, grupo de mídia com holding voltada à indústria
esportiva, enquanto a Odebrecht e a IMX, do bilionário Eike Batista, costuram
uma parceria para gerir o complexo esportivo.
O edital de concessão do Maracanã veda a
participação de empresas do mesmo grupo em propostas diferentes e permite, no
máximo, quatro por consórcio. Os envelopes com as propostas serão entregues e
validados no próximo dia 11 de abril.

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