Aprecio a arte do U2, porém entendo que nosso amigo Bono deveria interar-se mais a
respeito do passado (últimos vinte anos) do cidadão do mundo, Luis Inácio, para
não contaminar seus colegas de grupo e perder alguns fãs que não tem a mesma
complacência que eu.
Continuarei
admirando-o, por saber separar as coisas, mas, apenas na sua arte primeira.
(Um
editor amigo meu disse em seu livro “Conversa!”, de que adianta o indivíduo ter
uma ideia altruísta e ser lembrado apenas por esta quando se sabe que ela
também é demagoga e eleitoreira. Aí não existe nada de altruísmo; o ismo daqui
é de oportunismo.)
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Em reunião, Bono sugere a Lula que façam juntos um "Bolsa Família
Planetário"
Na tarde desta
terça-feira (9), o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva encontrou com o
vocalista da banda U2, Bono, em uma reunião, em Londres, na Inglaterra. Em meio
à conversa, o músico desafiou Lula a fazer um programa denominado como
"Bolsa Família Planetário". "Você é hoje a única pessoa em
condições de liderar uma cruzada internacional para transformar o "Bolsa
Família" num programa planetário, que atenda a todos os pobres do mundo.
Vamos, eu me junto a você, e fazemos isso".
Lula e Bono conversaram sobre o programa "Bolsa Família", segurança alimentar, fome na África e futebol. Resumidamente, o ex-presidente explicou alguns programas de inclusão social e contou o seu sonho de estendê-los para o mundo. "Some os 9,5 trilhões de dólares gastos para salvar bancos norte-americanos e europeus, depois da crise de 2008, mais os 1,7 trilhões de dólares despejados pelos EUA na guerra do Iraque, e você terá mais de US$ 11 trilhões. Isso significa que os recursos jogados na farra dos bancos e na invasão do Iraque seriam suficientes para montar um mega-programa Bolsa Família que atenderia a todos os pobres do mundo durante 150 anos".
Lula e Bono conversaram sobre o programa "Bolsa Família", segurança alimentar, fome na África e futebol. Resumidamente, o ex-presidente explicou alguns programas de inclusão social e contou o seu sonho de estendê-los para o mundo. "Some os 9,5 trilhões de dólares gastos para salvar bancos norte-americanos e europeus, depois da crise de 2008, mais os 1,7 trilhões de dólares despejados pelos EUA na guerra do Iraque, e você terá mais de US$ 11 trilhões. Isso significa que os recursos jogados na farra dos bancos e na invasão do Iraque seriam suficientes para montar um mega-programa Bolsa Família que atenderia a todos os pobres do mundo durante 150 anos".
Empolgado
com a ideia de Lula, Bono contou um pouco a ele sobre sua organização
não-governamental ONE, que visa difundir e estimular, em países
africanos, programas contra a fome e a miséria. Ele revelou também que, com o
apoio de Bill Gates e do investidor George Soros, a ONE vem implantando na
Tanzânia um projeto de produção de alimentos na savana inspirado no trabalho da
brasileira Embrapa em Gana.
Com o desafio lançado, Bono e Lula se despediram e prometeram se reencontrar em breve para trocar relatórios de suas respectivas atividades. E acertaram também que estarão juntos nas arquibancadas do novo estádio do Corinthians na abertura da Copa do Mundo de 2014.
Com o desafio lançado, Bono e Lula se despediram e prometeram se reencontrar em breve para trocar relatórios de suas respectivas atividades. E acertaram também que estarão juntos nas arquibancadas do novo estádio do Corinthians na abertura da Copa do Mundo de 2014.

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