domingo, 10 de março de 2013

O humano não cansa de me surpreender...



...porém, muito pouco para o altruísmo.

        Por agora esqueçamos tudo então?

        É certo que o que estamos vendo no país do herói bolivariano, - o que será que pensa o Simão sobre isso? (o Bolivar) – seria no mínimo confuso. Mesmo a uma pessoa de inteligência mediana e com mínimo conhecimento sobre toda a nossa tropical política terceiromundista.

É certo também que o teatro armado naquele país neste momento tem muito da participação ativa do que restou do governo, mais como um tipo de desespero em elencar aquele que é hoje considerado seu maior herói, ao patamar de um digno representante mundial, e se possível até da canonização, por que não, afinal, o esquecimento, o camuflar do que se assistiu até então do moribundo é automaticamente aplacado com a sua partida dessa para uma pior.

Mas é certo também que a cultura do povo contribui, e muito, para que este estado teatral deprimente em tempos atuais seja possível. Demonstrando ainda mais uma vez o quanto o povo pode ser explorado na sua fé, na sua crença, no seu medo, na sua ignorância, por exemplo.

Parecendo que pouco ou nada mudou desde as invasões dos colonizadores/espoliadores que dizem ter trazido a cultura do primeiro mundo e a salvação aos colonizados; a julgar pelos atos a que estamos assistindo nas nossas comunidades de países colonizados como um todo, e não apenas na Venezuela, nosso grupinho está muito longe disso que julgou acertado nossos colonizadores; a não ser no que diz respeito a espoliação.

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No obituário da rede

         Morte de Chávez gera comoção na Venezuela e repercute no mundo todo

 Chavistas tomaram as ruas de Caracas para prestar homenagens a Hugo Chávez. Jornalistas opositores foram agredidos em alguns pontos da capital. O governo venezuelano, na figura do vice-presidente Nicolás Maduro, decretou luto nacional de sete dias. Já nos Estados Unidos, principal adversário político da Venezuela, Obama disse que está interessado em começar um novo relacionamento com o país latino-americano. Líderes republicanos afirmaram que Chávez "já foi tarde" e o chamaram de tirano. Veja ainda a trajetória do estadista e a análise de especialistas sobre o futuro da Venezuela.

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