Biblioteca
para que se já aprendemos o que queriam que aprendêssemos?
Tudo o que
era para ser ensinado já o foi, que é que quer exumar mentiras? Livros? Bah!
Mesmo que
hoje as bibliotecas não passem de museus de luxo, ainda assim elas revolvem os
pensamentos daqueles que tem nela um monstro calado, um vulcão inativo.
Assim...
...qualquer
observação que aqui fizéssemos seria redundante em época de carnaval.
-0-
O que está
na rede:
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2013/01/biblioteca-nacional-vai-ter-horario-reduzido-por-falta-de-ar-condicionado.html
Biblioteca Nacional vai ter horário reduzido por falta de ar-condicionado
Bibliorteca vai abrir das 8h às 14h, até que a temperatura caia. Desde
maio de 2011, o sistema de refrigeração vem apresentando defeito.
A lerdeza do poder público para resolver um problema que surgiu há
oito meses vai obrigar a Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, a
reduzir o horário de funcionamento. O calor é insuportável.
As janelas abertas no prédio histórico já escancaram o problema, a
maior biblioteca da América Latina, com nove milhões de livros, mapas
e manuscritos, está sem ar-condicionado.
Desde maio de 2011, o sistema de refrigeração vem apresentando
defeito. Teve que ser desligado depois que vazamentos de água
danificaram uma parte da coleção de jornais. Na época, os funcionários
improvisaram um varal para secar publicações encharcadas.
Com a chegada do verão e das altas temperaturas, a situação só piorou.
A falta de ar-condicionado em boa parte do prédio além de dificultar o
trabalho dos funcionários e a pesquisa os usuários, prejudica a
conservação do acervo.
Nessa quarta-feira (16) os funcionários fizeram uma paralisação por 24
horas para chamar a atenção.
“As janelas estão abertas, pega poeira, é bicho que está entrando e
também a oscilação da temperatura, isso também acarreta deterioração
do material que está ali”, aponta o presidente da associação de
funcionários, Otávio Alexandre Oliveira.
A visitação já caiu 30% neste verão. O público fica deslumbrado com a
beleza do prédio, mas não consegue permanecer nas salas abafadas.
“A gente foi visitar a área de obras raras e estava praticamente
impossível ficar lá durante muito tempo. A gente até saiu um pouco
antes porque estava muito quente”, lamenta a professora Michele
Valadão.
A direção da biblioteca tomou a decisão de reduzir o horário de
funcionamento. Vai abrir das 8h às 14h, até que a temperatura caia. A
renovação de todo o sistema de refrigeração leva dois anos, mas a
diretora-executiva da Biblioteca Nacional, Loana Maia, diz que espera
conseguir minimizar o problema em um prazo mais curto.
“Curto que signifique até seis meses para a gente ter construído uma
situação emergencial para poder diminuir a sensação de desconforto
para usuários, para funcionários, para os pesquisadores”, afirma ela.
O Ministério da Cultura declarou que técnicos estão trabalhando no
projeto de implantação do novo sistema de ar-condicionado da
Biblioteca Nacional e que serão investidos R$ 70 milhões em reformas
estruturais do prédio.

Nenhum comentário:
Postar um comentário