O programa Globo Repórter de 14/09/2012 chamou a atenção para a cura espiritual, ou a cura que acontece a nós quando acreditamos em algo mais além da medicina científica.
Muito interessante a abordagem do programa e mais ainda porque sempre é hora de acordar as pessoas para o mundo invisível e tremendamente superior ao nosso mundinho conhecido.
Porém eu, agora, em nome daqueles que assistiram ao programa e se sentiram tremendamente desconcertados com a falta de sensibilidade, (ou seria senilidade) da antiquíssima Gloria Maria que não se enxerga; que não entende que há tempos não está mais agradando e que deveria se tocar e deixar o Sérgio como sempre foi, único, no comando do programa, enfim, quero fazer justiça ao pessoal do Candomblé a quem devo todo o respeito, e estou falando apenas àqueles que trabalham e seguem esta corrente religiosa a que devo o maior respeito - não estou me referindo as entidades de Força inigualável e a muitos desconhecida, afinal estes não precisarão que um reles mortal como eu os defenda.
Digo então, que esta velha senhora foi extremamente indelicada ao anunciar no programa que foram pesquisadas diversas correntes de cura para a realização do programa, das mais diversas fontes e “até mesmo no Candomblé”.
Ora francamente minha digníssima velha senhora sem noção; “até mesmo no Candomblé”, porque isto? Agora o Candomblé é algo que deva ser tratado, principalmente por um veículo como a Globo, e mais, justamente pela senhora, - uma afrodescendente - como algo estranho ou indevido ao comum?
Muito me admira tudo. Estamos, - nós que entendemos o significado da força dos orixás – possessos com a sua falta de tudo, mas, principalmente, de respeito, e talvez seja então, até por conta disto, que estamos faltando um pouco com ele aqui também.
A senhora, no mínimo, deveria pedir desculpas em público e de uma vez por todas, criar vergonha, e abandonar as telas.

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