domingo, 1 de julho de 2012

Sim... "But"



Não devemos ter ou nutrir qualquer tipo de prejulgamento, de aversão contra também, qualquer que seja a forma de protesto, - todo o protesto que não agrida fisicamente o próximo é válido ou deve ser respeitado - porém a pergunta que fica com relação a este movimento popular que notadamente vem tomando corpo não apenas no cenário internacional, - digo isto por ter ele sua origem fora de nossas fronteiras, mas também por suas adeptas estarem mostrando todas as suas saliências inclusive por aqui - então, ao assistirmos sua evolução, é preciso que uma questão seja respondida; o que as mulheres estão fazendo verdadeiramente em relação à desvalorização delas frente à cultura promiscua que se desenvolve a olhos vistos no cenário mundial?

É inegável que algo deve ser feito, e com mais radicalismo; com mais ênfase, com muito mais atenção por parte da população e do poder público contra todo o homem que humilha, que violenta seja de que forma for, principalmente a mulher, afinal é este o contexto desta observação, e, aproveitando, nunca é demais reiterar que todo o tipo de violência conta qualquer espécie de ser vivo é absolutamente condenável, porém é importante que as mulheres antes de engajar-se em algum movimento, principalmente, como no caso aonde a ação vem de forma contundente e mais, diria até, forte, com um fim radical, porque não, de mostrar seus corpos nus alegando uma forma de protesto; entendessem primeiramente, que deveriam conscientizar toda a classe a não buscar jamais vender o corpo seja por que motivo for. Desta feita a mulher que não possua tal consciência jamais poderá reivindicar verdadeiramente direitos que fazem menção ao pudor, por exemplo - ao menos não retirando a roupa.

E menos estamos falando das prostitutas e mais daquelas que pregam a falsa moral entendendo-se vítimas e intocáveis mesmo quanto se vestem com o único intuito de vender o corpo, é preciso entender que existe uma série de homens psicopatas no mundo e entre eles alguns são mais vítimas destas atitudes agressiva das mulheres que réus; o que não os exclui de culpa, diga-se de passagem.

Assim, excetuando o fato de estarem acometidas de alguma doença patológica, que a classe cientista sabe, existe e é o único motivo que a faça ser perdoada num primeiro momento, partindo deste pressuposto é preciso entender, todos, portanto, que não são todas as mulheres que se oferecem pelas ruas, baladas, escritórios, parques industriais, igrejas, etc. que devem ser respeitadas inicialmente, simplesmente pelo fato de que os homem que assim as veem devem preocupar-se, antevendo prematuramente se elas estão ou não sofrendo de algum mal ligado a vontade de copular apenas devido a sua doença.

Assim, é de suma importância que antes de se buscar a valorização do todo com relação a um propósito, antes de pregar a justiça como forma de respeito, de “não a discriminação”, “não a violência”, entender que para engajar-se em algumas fileiras e protestar, não é possível que tenha o afiliado cometido ações que o desvalorizaram no passado e entender se esta desvalorização não vem se perpetuando por seus iguais de nascimento sem que tenham sido educados para o sofrimento que estas ações equivocadas vêm lhes causando.

Nenhum comentário:

Postar um comentário