sábado, 26 de novembro de 2011

A faxina deve continuar


Da série: “Implausibilidades”

Ontem, em uma declaração, o ministro Mário Negromonte descarregou, ou desabafou, ou suplicou, ou coisa que o valha...: “a gente não pode criar a república da desconfiança”

Ele conjugou o verbo na pessoa errada, afinal ele usou “a gente”, - expressão fulera de quem não tem argumento algum – no intuito de envolver todo mundo (povo, jornalistas, mídia em geral) quando, de verdade, ele me pareceu estar mandando um recado para os seus correligionários políticos corruptos de todo o sempre.

Então, traduzindo e mais especificamente falando, ele estava querendo dizer: “nós políticos não podemos continuar alimentando este estado de república da desconfiança; cuidemo-nos mais”.

Mas tudo bem, alguns entenderam, afinal quando usam “a gente” como expressão de comunicação, devemos considerar; avaliar; analisar quem é que está falando.

(Para quem não entendeu estou sendo estupidamente sarcástico)


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