O processo de eleição ou escolha, (achar/encontrar) o novo Dalai Lama; a criança que substituirá ou que na religião budista é a reencarnação do antigo Dalai Lama, é uma das ações mais ricas, curiosas e interessantes entre todas as religiões; não é possível que a China continue tentando transformar isto, - nos dias de hoje – em um mero e sujo acontecimento político oportunista.
(notícia retirada do site da Band News hoje
Mundo: Apenas Pequim pode indicar o próximo Dalai Lama, diz porta-voz chinês
China afirma que somente Pequim tem autoridade para indicar o próximo Dalai Lama.
Nesta segunda-feira, em coletiva no Ministério do Exterior, o porta-voz chinês declarou que o título deve ser concedido pelo governo central, caso contrário será ilegítimo.
Ele lembrou que o décimo quarto Dalai Lama, atual líder espiritual dos budistas tibetanos, também foi aprovado pelo partido do governo, quando assumiu a missão.
Para o governo chinês, a reencarnação do Dalai Lama é baseada em leis religiosas e estão fundamentadas na prática histórica e tradicional.
Com isso, não há a possibilidade do Lama atual escolher quem o sucederá. A declaração do porta-voz mostra mais um aspecto de discordância entre chineses e tibetanos.
Ainda na coletiva desta segunda-feira, o porta-voz chinês reiterou o apoio de Pequim ao reconhecimento de um estado palestino.
Ele pediu à comunidade internacional que atue de forma ativa para a retomada das negociações de paz entre palestinos e israelenses. (preocupado com a paz? faça-a em seu território, demagogos oportunistas covardes - N.A.)

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