"Um Estado é tanto mais forte quanto pode conservar em si mesmo o que vive e age contra ele.”
Paul Ambroise Valery
França 1871 – 1945
Poeta/Ensaísta/Crítico
"A Patrícia recebia ameaça. Há pelo menos cinco anos ela vinha sendo ameaçada. Ela era considerada uma juíza linha dura, martelo pesado que chama, condenação sempre na pena máxima. Ela tava assim tão despreocupada que o carro dela não é blindado, também não tem portão eletrônico, quer dizer ela iria sair do carro de qualquer maneira para abrir. Então já era uma coisa encomendada, foi coisa de profissional", diz o primo da vítima, Humberto Nascimento.
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Ou esta senhora não tinha noção de onde estava se metendo; não tinha amigos que a auxiliasse psicologicamente na sua doença ou praticava o que chamo de trabalho radical, tudo hoje está na moda, “Radical ao Extremo”. Em última hipótese, “a mais provável” é que a instituição fez o que pôde dentro do que chamamos aqui em casa de “comando tático inteligente”, quando provavelmente mostrou a esta senhora que: ou ela aceitava a escolta tão “energicamente” fornecida pelo comando do estado, ou seria afastada dos seus direitos legais de função de juíza, afinal é dever do patrão avisar o funcionário que ele está correndo riscos. O mais provável é que ela negligenciou o “aviso” de seus colegas, pena, um estado tão prontamente solícito.

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