A partir de ontem, dia 26, os candidatos às eleições desse ano de 2010, as coligações e os partidos podem ser transformados em temas dos programas humorísticos das emissoras de televisão e rádio.
Agora, os efeitos de norma que determinavam que a partir de 1º de julho de ano eleitoral as emissoras ficavam proibidas de “usar trucagens, montagem ou outro recurso de áudio ou vídeo que, de qualquer forma, degradem ou ridicularizem candidato, partido ou coligação”, ficam suspensos.
A liberação, em caráter liminar, foi do ministro Ayres Brito, do Supremo Tribunal Federal (STF), que deverá ser analisada, no mérito, pelos outros ministros.
“Considera-se conduta vedada, aferida a posteriori pelo Poder Judiciário, a veiculação por emissoras de rádio e televisão, de crítica ou matéria jornalística que venham a descambar para a propaganda política, passando, nitidamente, a favorecer uma das partes na disputa eleitoral, de modo a desequilibrar o ‘princípio da paridade de armas’, afirmou o ministro Ayres Brito sobre a nova interpretação para esse dispositivo.
A decisão do ministro deve ser recebida com bons olhos. Entretanto, como as emissoras que mais usam esses programas carregam a subjetividade reacionária da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), comandada pela Globo, inimiga (estas, de forma alguma são palavras minha) do número 1 dos governos populares, como o de Lula, essa liberação veio apenas liberar oficialmente o que os alienados “humoristas” dessas emissoras já faziam. Exemplo é constatado no Casseta e Planeta, o signo do humor burguês deprimido.
Texto retirado de uma de tantas de páginas que comentaram o assunto na Net.
-0-
Não é uma questão de liberdade de expressão, é claro que isto conta, mas a principal preocupação daqueles que podem ou tem direito a modificarem as leis são duas, agravadas pelo histórico de corrupção dos envolvidos.
Primeiro que nossos humoristas na sua maioria são analfabetos, iletrados e aculturados; perdedores, que, na escola ao sobressaírem-se fazendo piadinhas dos colegas, acabaram, - devido a outros perdedores que os incentivaram – tomando gosto pela coisa nojenta de avacalhar com a vida alheia de qualquer maneira. Posando então de profissionais do humor; envergonham essa classe que tantas sumidades já deu ao mundo, humoristas verdadeiros que fizeram rir milhões, apenas deixando aflorar a originalidade, a simplicidade que, por sua vez, trazia a toda o melhor do entretenimento nos seus admiradores dada a descontração e o riso fácil despertado no público.
Imaginando então estarem se baseando no que deveria ser a arte do humor, ao contrário do que poderíamos pensar; não exageram; não. A verdade é que não entendem nada da arte do humor, e então caímos na segunda situação onde a primeira se junta a lambança dos fichas sujas (podres), porque não é preciso nem mesmo ser do meio humorístico para transformar o que assistimos diariamente em riso fácil... triste, nervoso, melancólico, mas fácil.
Nenhum comentário:
Postar um comentário