No início da década de 40 um homem estampava a capa das principais revistas e era a principal notícia de todos os jornais da Europa e do mundo, evidenciando uma relação que muitos nomearam como “Cor de Rosa” ao relatar um dos maiores nomes da guerra no momento: Joseph Stalin.
Claramente, mais tarde, ficou evidenciado que jamais aquele homem fora digno de honra alguma.
Claramente, mais tarde, ficou evidenciado que jamais aquele homem fora digno de honra alguma.
Hoje, 70 anos depois um nome tenta elevar-se além dos demais, e está conseguindo, o porquê não cabe aqui relatar, nem mesmo a idéia aqui é comparar este com aquele. O que busco é mostrar que o mundo se engana fácil, ou pior ainda, no caso atual, isto se dá, ou por trás disso, se esconde uma falta total de idealismo patriótico, afinal a política perdeu todo o espaço para a busca desenfreada ao lugar mais cobiçado hoje entre a casta que realmente governa o mundo; ou seja, ser, ter ou estar à frente de algum empreendimento de destaque mundial.
O mundo hoje vive de situações pontuais que chamem atenção, e esta atenção pode ser despertada independente do porque, desde que eleve seu mentor ao topo momentâneo, e por outro lado, se este não tiver opositores, ou se o que se esta tentando alcançar de forma alguma está sendo prejudicado pela matança, ou pela covardia ou inépcia do outro que por sua vez também tenta; isso pouco importa; assim todos seguem na sua tentativa covarde e egoísta.
Somente algumas décadas depois a verdade, no caso do nosso primeiro personagem, veio a tona. Como já disse e vou me repetir, aqui a comparação visa apenas demonstrar que não estamos dormindo. (que não somos coniventes com todo este estado de coisas) Então se passará também um tempo enorme até que a realidade do nosso segundo personagem seja revelada, talvez nem mesmo seja, porque neste caso trata-se de mundos e personagens muito aquém (desimportante) da Segunda Guerra.
A busca do metalúrgico que nunca trabalhou a não ser para ser eleito e manter-se o maior tempo possível em evidência, provavelmente não desperte o interesse de ninguém, ou cairá – quando alguns enfim se derem conta - na expressão que ouvi hoje no documentário quando o todo poderoso Winston Churchill referiu-se, quando cobrado muito mais tarde, ao massacre onde Stalin ordenou que toda a cúpula da Polônia fosse eliminada, “Não queria na época banalizar futilmente sobre o assunto”.
O faço agora, no nosso caso; só.
A busca do metalúrgico que nunca trabalhou a não ser para ser eleito e manter-se o maior tempo possível em evidência, provavelmente não desperte o interesse de ninguém, ou cairá – quando alguns enfim se derem conta - na expressão que ouvi hoje no documentário quando o todo poderoso Winston Churchill referiu-se, quando cobrado muito mais tarde, ao massacre onde Stalin ordenou que toda a cúpula da Polônia fosse eliminada, “Não queria na época banalizar futilmente sobre o assunto”.
O faço agora, no nosso caso; só.