Uma praça, um livro negro embaixo do braço e um bumbo; vivendo com a estranha impressão de que existe algo mais além do mostrado
domingo, 26 de novembro de 2017
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Martinho Lutero aprovaria?
Somos a
favor de todo e qualquer diálogo, no entanto é preciso um mínimo de coerência
para que ele aconteça; que a hipocrisia seja minimamente camuflada no primeiro
momento dando sinais de que os grupos definitivamente pretendem eliminá-la no
decorrer das negociações quando estas estejam carregadas das mais verdadeiras intenções de ajustar pontos enquanto
observam, - todos os envolvidos – caminhos que trarão mais paz e harmonia a
todos.
Com estas
premissas mínimas, entendemos, ou melhor, questionamos, observando que as desavenças envolvendo o dicastério e obrigatoriamente,
os principais elementos da Cúria Romana; os constantes processos de pedofilia,
o distanciamento da luta da igreja católica das grandes causas mundiais – sua imparcialidade
cômoda, ou não mais necessária - poderiam ser deixados de lado pelo monge alemão, ou seja; estes contra senso permitiriam, ou não seriam levado em consideração, fazendo com que Martinho Lutero
voltasse as boas com essa facção religiosa?
Se entendi, se são verdades o que li em suas
biografias, tenho certeza que o Grande Líder Protestante não aprovaria a reaproximação com um papa que
visitou Maduro.

