segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Monopólio sempre pernicioso




1.O monopólio é sempre pernicioso quando o que o move é a economia pela economia; 2.A Globo com seu padrão “intocável”, fica refém de seu meio imbecilizado de casta superior, por sua vez, o Brasil fica refém de uma corporação que domina e por isso não precisa agradar; 3.Ficou claro, com a escolha da Glória Pires para comentar o Oscar2016, que nem mesmo a Globo, um dos maiores nomes na mídia nacional, possui ou consegue arrebanhar uma dezena de bons cinéfilos – se é que existam nesse brasil-intelectualóide - ou não tem vontade de contratar um a mais para a TV aberta, por não ser sua prioridade manter seu padrão em um caso quase pontual – a transmissão do Oscar – quando sabe do limite, - da cultura limitada a novelas - do não interesse dos telespectadores de massa; sua prioridade desde o início de suas transmissões; 4.Demonstrado uma vez mais o quando desprovido de cultura somos, afinal, em um ponto a campeão de audiência está certa; a cultura real não é o nosso forte, nem mesmo o cinema, mais chegado ao populacho, parece interessar a Globo, já demonstrado em todas as transmissões do Oscar até aqui; 5.Não é o seu foco, ainda que ela detenha a exclusividade, então, porque ela iria se preocupar.


Senhora Gloria Pires, foi mal, existem outras tresloucadas na TV que a Globo poderia fritar, a vi ontem como os modelitos que as âncoras do noticiário são obrigadas a usar por despeito das roupeiras que jamais aparecem, mas ainda assim têm influência na decisão do que será usado na “aparição” do dia... ou estou enganado, e seria por escolha própria...? contrato...? "Não deu!". 

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Pintadinha não, pintadona ou pintadazona


Enquanto a S&P rebaixa o Brasil...

Na Folha hoje:

...minC autoriza Claudia Leitte a captar R$ 356 mil para publicar biografia.

Cantora pede recursos públicos para publicar volume com 'entrevista exclusiva'.

*


Biografia de Claudia Leitte; senhores!?! Definitivamente eu não pertenço a esse mundo.

Estou afogueado por saber o teor destas entrevistas.

Isso deve ser especulação. Amanhã eles desmentirão por conta do sucesso da celeuma, do rebuliço proposital causado; só pode ser jogada dos marqueteiros.  

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

A linha reta...












...ainda é o menor caminho entre dois pontos



Nosso momento é bastante difícil quando se busca o acerto. Dado a isso, o indivíduo precisa ter um mínimo de paciência para que o entendam, que o enxerguem, mas a necessidade é urgente, então é dada a oportunidade aquele que executa sempre baseado nessa pressão, não observando a sedimentação futura, afinal se vivemos o instante onde tudo é descartável, - a era da superficialidade - o entorno sabe que ele também o será caso seu gás acabe, e acabará, ou outra realidade irá substituir a existente; neste contexto não há a menor possibilidade daquele que observa antes de executar, - prevendo os transtornos futuro - encaixar-se no esquema . Não dispomos desse tempo.


Nas corporações não é diferente. Falando politicamente, e redirecionando o telescópio para nosso país por exemplo; o mundo exige medidas urgentes, porém o governo enroscou-se em uma crise política sem precedentes, devido, pincelando rapidamente, ao seu esdruxulo escopo. E, enquanto isso, o universo continua com a agilidade até então em curso, - acima insinuado - e, ainda que vivamos um momento de estagnação mundial, todos os países (não as voltas com problemas outros de boa monta para interferir, ou no mínimo com a atenção profissional devida) que estão preocupados com a retomada da economia, não tem a preocupação que temos como a nossa crise interna, por exemplo, (não profissional e nada resolvida) esses, ao invés de se preocuparem com um problema doméstico estão pensando junto com os demais, e é isso o que acontece como um todo na vida das pessoas, das organizações e de todos os estados, ou seja, não devemos nos ater a menor situações que seja, que emperre nossa caminhada para no mínimo seguir junto com os demais, afora isso será muito difícil acompanhar o processo como um todo.

"Bypass"



Ao ler uma chamada do TCU sobre corrupção com filho do Lula, que, se feita há anos, provocaria indignação nacional. Agora recebe uma mera anotação de pouco mais de cinco frases. Penso sobre a função do "bypass"; com esse lance de distração criado no humano comum; ao ser desviado para preocupações menos importantes ou distrair-se com alusões criadas pelo sistema, que é (desviado) para uma via externa ao problema; as necessidades reais da existência, deixando-os em suspensão para o que forma a base de uma boa sociedade. Então, os agentes do poder, livres, pouco se incomodam porque o povo entretido em sua via exclusiva, pouco se inquietam por falta de atenção quando devia se engajar e consequentemente, em contrapartida, incomodar também.






No site da Folha hoje, as “disponíveis” e os adeptos do: “ousadia e alegria”; se refestelam em festas báquicas quando ao lado notas tão ininteligíveis quando desinteressantes para esses (ainda menos nessa época), dão conta do desmoronar do mundo econômico - "com requintes de crueldade" no Brasil. 

E, outras duas situações me vem a mente: antes as destruições causadas por placas tectônicas e guerra entre nações. Estas provocam comoção mundial, acontecem e passam. O que dizer da inércia nacional que se arrasta desde a saída dos portugueses com as burras cheias com o espólio roubado, somado a esperteza de nossa nação política extremamente corrupta ainda atuante, mesmo com “eminentes” processos em suas carcundas que, ao visualizarem as “imagens” do refestelar nacional na mídia eletrônica nestes dias, é pouco provável que se preocupem com o desenrolar de quaisquer “peças” judicial que possam pairar sob suas cabeças.


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Substituições



“Ter a desatenção de tornar-se hoje, um homem público remunerável, é sinônimo de contaminar-se."

"Não me conte de sua índole, já o conheço sem o tê-lo visto uma única vez... afinal, é um homem público, sei perfeitamente do que é capaz.”
AS

*

Definitivamente, foram cerradas todas as portas para qualquer tentativa de ajuste real a condição social humana, afinal, quem terá coragem, se dono de um pensamento ajustado, enveredar-se a esse intento quando sabemos que a cada dia mais esses senhores do poder se afundam com uma normalidade jamais vista no mundo inegociável das negociatas e acertos, contaminando-se e levando de roldão todos os demais que se aventuram nessa odisseia épica do poder desastroso dos novos tempos!

Afinal, é acertado afirmar que, em consequência do despontar generalizado de cabeças “inimaginavelmente” sórdidas em meio a um mundo que precisa prezar pela qualidade inequívoca da retidão, somada a ficção que parece escancarar através, principalmente do cinema e séries que hoje dominam o gosto popular, que a precificação do homem comercial político possui quando muito duas opções: aceitar o valor ofertado para liberar o acesso aos tentáculos seja da corrupção, dos mais variados lobbies extorsivos ou da troca de poderes apenas amadoramente injustos por profissionais diabólicos ditadores camuflados de urgentes portadores da solução salvadora. 

Está tudo tão impregnado de corrupção que alguém de pensar sério, descente, não pode mais se aventurar nos campos políticos públicos, nem com mísero acesso externo, isso automaticamente o coloca na classe dos iguais.

De posse de um discurso a-religioso; entendo como premente recurso, restar ao homem de boa vontade procurar alguma forma invisível como atalho para auxiliar na retomada de diretrizes sérias em caráter de urgência no redirecionamento do caminhar humano. É inegável que o ajustar de forças materiais e imateriais seja proclamado as claras, pois, ainda, o que é visível é menos hediondo quanto o que antecipa o homem de bem que pouco pode fazer.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Ah! Vai longe a boa e velha coragem



"Políticos não produzem soluções, só crises" diz novo presidente da OAB, Claudio Pacheco Prates Lamachia, anunciou ontem a Folha – É uma gracinha este senhor. Tanto ele quanto todas as agremiações de comerciantes, comerciários (pequenos, médios e industriais) e classe artística, jurássicas jurísticas, mídia não digo, pois eles vivem de futricas. Deveriam ter vergonha ao se manifestarem publicamente sem antes somarem forças e destituírem do poder todos esses que assolam a população com seus poderes negociados; como é possível que as classes que detém os poderes legislativos, econômicos, culturais e intelectuais do país possam ficar inerte diante das atrocidades a que estamos assistindo já há mais de cinco anos neste país?