Esse deve
ser o nosso máximo; ao ler as notícias de ontem e de hoje sobre as selvagerias
de Paris, tenho apenas uma colocação; e quando já não tiramos mais nada de bom
do ruim, por não conseguir ou por não pensar por nós mesmos!?!
A Folha
hoje, se propõe a tratar de “oito perguntas e respostas sobre os atentados”;
imediatamente imaginei apenas uma, e a segunda principal no meu entendimento, -
a primeira formulei acima -; que nem a mídia nem ninguém de nós poderá nem ao
mesmo levantar por conta de ser taxado de louco – muito menos responder; os verdadeiros interessados nestes ataques, e que
não se trata do EI, estão satisfeitos? Conseguiram seu intento inicial – além do exclusivo?
Vivemos
hoje sob um verniz social delicado, visto de fora, porém, se nos aproximarmos,
mesmo de sociedades tidas como perfeitas, não o são.
É certo que
nosso sistema econômico, mesmo o mundial, está falido, estamos endividados – o consumo
e a produção exigirão, no futuro próximo, milagres de estudiosos que neles não
acreditam - e o poder monetário se concentra mais do que nunca nas mãos de
alguns poucos, por outro lado, o planeta ruma ao colapso, e o pior de tudo, enquanto
grandes problemas, devido à proporção tomada por conta do que entendemos por
globalização, internacionalização exigem; os pequenos vão ficando, sendo
deixados de lado, e de forma sutil, invisível, vão minando ainda mais as
estruturas de um sistema que permanece em pé a custa de escoras provisórias.