quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Dãã; fora da casinha… total


“A Dilma tem que levantar a cabeça e dizer: eu ganhei as eleições”.

Luiz Inácio Lula da Silva, ontem. O ex-presidente brindou-nos com mais essa pérola ao participar no Rio de evento em defesa da Petrobras.

Quer algo mais vazio, mais sem sentido que isso? 

E o momento?!?

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Discurso vazio e menos massa



13 quilos mais magra e com um discurso vazio, a presidenta Dilma dá a entender que está mais preocupada com a silhueta que com o estado, resta saber se ela já destruiu digo, desistiu do segundo! Se forem observadas afirmações como, “as investigações na Petrobras deveriam ter sido iniciadas já nos anos 90”, ou a continuada patacoada sem sentido, “não que a corrupção não existisse, o que acontece é que ela nunca foi tão atacada quanto no nosso governo”.

Devemos dizer que a fraqueza que ela vem demonstrando em seu governo não advém de sua perda de gordura, mas de sua mente não capaz de gerir os sérios problemas que estão congestionando o estado por eles criado.

Ela, - se sua perda de gordura não for de entendimento sobre sua situação real como “governanta” – então encontrou um caminho para melhorar sua silhueta, falta sabermos quando finalmente ira encontrar uma forma melhor de governar
*

Outras dos donos do estado:


Corrupção na Petrobras deveria ter sido investigada nos anos 90, diz Dilma1737
Do UOL, em Brasília

20/02/201510h21 > Atualizada 20/02/201516h15

 A presidente Dilma Rousseff (PT) disse nesta sexta-feira (20) que se casos suspeitos de corrupção na Petrobras tivessem sido investigados durante o governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), do PSDB, já na década de 1990, o esquema descoberto pela operação Lava Jato que envolve a estatal não ocorreria.

"Se em 1996 e 1997 tivessem investigado e tivessem naquele momento punido, nós não teríamos o caso desse funcionário que ficou quase 20 anos praticando atos de corrupção. A impunidade leva a água para o moinho da corrupção", disse Dilma após cerimônia no Palácio do Planalto.

Foi a primeira entrevista de Dilma em seu segundo mandato na Presidência. A presidente não dava declarações à imprensa desde dezembro de 2014.

O ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco afirmou, em delação premiada, que começou a receber propina da SBM Offshore, uma fornecedora da petrolífera, em 1997, ainda durante o governo FHC.

Barusco disse à PF que abriu uma conta na Suíça no final da década de 1990 para receber as remessas ilegais de dinheiro da SBM, que, segundo ele, totalizaram US$ 22 milhões até 2010.

"Dilma parece querer zombar da inteligência dos brasileiros ao atribuir o maior escândalo de corrupção a um governo de 15 anos atrás. Parece que ela volta a viver no mundo da fantasia", disse o senador Aécio Neves (PSDB-MG), em resposta às declarações de Dilma. "O PSDB não tem receio de que se investigue o que quer que seja."

Mais tarde, FHC disse, em nota, que Dilma deveria "ter mais cuidado" e não se isentar de "responsabilidades".

Dilma disse também que os esquemas de corrupção agora são investigados. "Hoje nós demos um passo e para esse passo devemos olhar e valorizar. Não tem 'engavetador da República', não tem controle da Polícia Federal, nós não nomeamos pessoas políticas para os cargos da Polícia Federal. E isso significa que o Ministério Público e a Justiça e todos os órgãos do Judiciário que o que está havendo no Brasil é o processo de investigação como nunca foi feito antes."

A presidente também isentou as empresas dos "malfeitos" investigados pela Lava Jato, dizendo que eles foram cometidos por funcionários.

Para Dilma, as investigações contra executivos e acionistas das empreiteiras suspeitas de participarem do esquema de corrupção não podem interferir nas obras no país. "É necessário criar emprego e gerar renda no Brasil".

"Isso não significa, de maneira alguma, ser conivente, ou apoiar, ou impedir qualquer investigação ou qualquer punição a quem quer que seja, doa a quem doer", afirmou.

Dilma disse ainda que não irá tratar a Petrobras como principal responsável pela corrupção e que quem deve responder pelas irregularidades cometidas na empresa são os funcionários que praticaram atos de desvio e lavagem de dinheiro da estatal.

"Quem praticou malfeitos foram funcionários da Petrobras, que vão ter de pagar por isso. Quem cometeu malfeito, quem participou de atos de corrupção vai ter de responder por eles, essa é a regra do Brasil", disse.


As declarações foram dadas pela presidente em uma entrevista coletiva após a cerimônia de entrega das cartas credenciais dos embaixadores estrangeiros no Palácio do Planalto, em Brasília. 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Em construção...





. . . ainda que não liberem mais verbas às empreiteiras.



O inferno ainda não é aqui, mas estamos caprichando para mudar isso.



quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Impeachment




“O parecer jurídico que diz haver fundamentos para o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) por causa dos escândalos da Petrobrás foi encomendado por um advogado que trabalha para o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PMDB) e integra o conselho do Instituto FHC”

Assim inicia-se a nota, “Advogado de FHC solicitou parecer sobre impeachment”, na Folha, hoje.

Nossa situação necessita tanto de atenção que qualquer atitude contra o atual governo, ainda que venha como tudo no Brasil ligado a justiça: muito tarde - isso quando vem -; deve ser observada com o devido respeito.


De que adianta buscar o impeachment da Dilma hoje, o estrago já foi feito, porém não é por isso que iremos contra, ou não vamos apoiá-lo com a máxima urgência.


#impeachment já

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Um castigo chamado PT



Dos partidos que premiam o roubo - Com o erro de muitos, muitos outros estão pagando o preço da adaptação a um estado posto que, se não premia, é conivente com as ações que a estes (erros) levam. 

Ajuda muito se você possui uma forma de afiliar-se contribuindo com seu lado pessoal jurídico; é mais fácil adaptar-se ao convalescente estado político atual com um CNPJ.


Da série:
 laranjas, ainda que podres; nada descartáveis.