sábado, 24 de janeiro de 2015

Água na bunda


Água, ou seria corda no pescoço?

Algum parlamentar propôs a não realização do carnaval em São Paulo este ano devido ao colapso eminente do sistema de abastecimento de água na capital e região, mas é claro que deram um "salve geral" na ideia, ou seja, ela foi rechaçada.

O que propomos; é que no lugar da represa do Sistema Cantareira, construamos um imenso sambódromo. Espaço tem de sobra. Querem carnaval (!?!), vamos dar liberdade a eles, chega de carnaval espremido nas ruas de São Paulo.

Agora nem podemos dizer que somente quando a água bater no pescoço é que vão aprender.

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Polêmica da vez



Natalini propõe suspensão do Carnaval em razão da crise hídrica

Consequências mais conhecidas do calor, as tempestades no fim da tarde têm provocado a queda de muitas árvores. Segundo a Defesa Civil, mais de 1.200 árvores já caíram neste ano. O vereador Gilberto Natalini, do PV, é autor de um projeto que virou lei e que trata do aproveitamento de madeira de poda de árvore.


Durante entrevista, o vereador defendeu a suspensão do Carnaval em virtude do perigo de colapso no fornecimento de água na Capital.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Acostumar-se ou acomodar-se



Mas como sempre... adaptar-se. É o que fazemos de melhor.

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No segundo mandato da presidenta “Diuma”, estamos assistindo – forçadamente? - algumas mudanças com relação à obrigatoriedade de seu governo em dar um rumo diferente a situação escatológica anunciada por economistas realistas sobre a derrocada, o colapso certo, não apenas da economia no Brasil.

Isso; caso a “viúva” (como se referem alguns ao país) continue sendo assediada, explorada, aviltada, mal cuidada como nas últimas décadas.

E o óbvio, a julgar pelas primeiras notícias, como não poderia ser diferente, se faz novamente: confirmando que a mudança maior é com relação ao povaréu, a massa, o contribuinte que movimenta isso tudo, ou seja, é por nossa conta; mais uma vez se desfaz sobre nossos ombros; às costas do trabalhador, do minifundiário, daqueles que se arriscam na informalidade, e do empresariado remediado para baixo.

 Nós, ordinários votantes e não votantes; situacionistas ou oposicionistas, chutando ou não cachorro-morto, deveremos uma vez mais nos curvar às varias notícias ainda piores do que as anteriores no que se refere a aperto de cinto, e continuarmos seguindo sem fazer nada por não haver nada o que fazer, mas não por isso, mas pelo estado instalado; e porque todo o governo conhece seus comandados, e então eles sabem até onde pode ser apertado o torniquete, afinal eles somente o utilizam no povo.

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Prévia da semana...


Racionamento há meses; apagão ontem (que o ministro Eduardo Braga, o sujeito mais arrogante que pode existir na face da terra, garante que foi um fato isolado); volta do Cide na gasolina; violência em alta; corrupção na mesma; dólar em alta; milícia; Ptbrás; impostos sem comentários; inflação; PIB?; IDH?; sem merenda; greves; aumentos dos transportes sucateado e etc...; usinas que levam milhões com atraso médio de 12 meses; aumento do salário dos políticos... E hoje a senhora “Diuma”, vetou, após elevar tributos, a correção da tabela do IR em 6,5%, medida aliviaria a tributação dos salários e outros rendimentos, mas Planalto diz que proposta levaria a perda de R$ 7 bilhões para as contas do governo. Como diz o vizinho “pus agora!?!”

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Não ao desrespeito



Liberdade de expressão sim, desrespeito não.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Para tudo há limite




Quando vamos amadurecer?

Estamos nas ruas por sede de justiça ou por medo do que poderá vir a acontecer?

Por que nos juntamos em defesa de pessoas que não sabemos se o que fizeram, apenas o fizeram com o intuito de chamarem a atenção?

Não é fácil concordar com a questão acima, justamente em um dia de comoção mundial com a atrocidade cometida contra o que muitos entendem como “liberdade de expressão”, porém, até onde devemos buscar respostas que nem mesmo entendemos fazer sentido neste momento?

O mundo está nas ruas protestando contra as mortes no Charlie Hebdo.

Mas e se a ideia sempre foi chamar a atenção?

Pronto... agora chamaram a atenção; o nome de seu compêndio mínimo é hoje o mais comentado em todos os veículos possíveis de comunicação.

E então devemos perguntar; até onde valeu a pena todo o desrespeito infligido em suas charges?

Qual charge deve veicular amanhã, se existisse algum compêndio com tamanho acinte quanto eles? Tão abusados quanto? “Oui maintenant obtenu au sommet.” (charges não sei fazer, mas tenho algumas ideias)

Devemos rezar pelos mortos; e estamos compadecidos daqueles que choram; mas então nos perguntar, até onde algumas de suas charges, não possuíam apenas a intenção maior de chamar a atenção, ainda que atacassem desrespeitosamente instituições e ideias?

Qual é o limite? Onde termina a arte; o chamar a atenção para o absurdo, e inicia-se o ataque gratuito e absurdo?

Pensemos, este é um momento de reflexão e não apenas de revolta.

“Ainda que sejamos ignorantes, precisamos buscar na sapiência o respeito da ignorância”

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Em 23 de setembro de 2012 já denunciávamos através deste espaço o absurdo da falta de respeito com qualquer que seja a religião ou ideia ainda que não a aceitemos; não é possível que concordemos, não devemos tolerar qualquer abuso contra a moral e a ética, porém, o desrespeitar escudado em ideologias também falhas é apoiar-se em garantias falíveis.

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Então aqui, em 23 de setembro de 2012

Idiotia

Semana passada foi a princesa "pagando peitinho" e o louco do diretor aloprado fazendo piadas em vídeo contra o Profeta Maomé, hoje outra charge ridicularizando o profeta; qual é o sentido de tudo isto?

 Cultura ou liberdade de expressão; é publicar qualquer coisa sem o mínimo de preocupação com a cultura alheia ou quão aculturado são os envolvidos e então pouco se lixar correndo o risco de que pessoas morrerão em nome do absurdo provocado?

 É perfeitamente compreensível que assistamos absurdos nas classes tidas como mais baixas da sociedade, porém o que nos parece é que com a busca da igualdade entre os homens, também os aculturados estão tomando conta de cargos mais importantes na sociedade ou até mesmo no governo, ou se não isto, aqueles que até então faziam a diferença selecionando o que se podia ou não fazer, também: ou já não existem ou fazem parte da classe que não possuem mais o discernimento entre o ético, o moral, o responsável, o digno de pessoa de bem.

É claro que não queremos a volta a ditadura, mas é impossível que vivamos bem em sociedade sem um mínimo de civilismo como rédeas de conduta e decência.

 (NÃO É POSSÍVEL QUE ASSISTAMOS IMPASSÍVEIS ESTES ANORMAIS IDIOTAS DESTA TAL REVISTA FRANCESA SEM QUE FAÇAMOS ALGO QUE OS DEFINAM EM UM CUBÍCULO ONDE APENAS PESSOAS RELES - QUE COM ELES COMPACTUEM - SE ENCONTREM)


Estas pessoas; (como o desta revista francesa ou o autor do famigerado vídeo) devem ser juntadas a um novo gênero que classifico como os “Para-humanos”, pessoas especiais que sofrem de algum tipo de idiotia incurável e das mais atrozes, e, a qual, não pode ser tratada, e destes, nada podemos esperar de útil ao grupo humano são.