quinta-feira, 20 de novembro de 2014

PTbras



                E se todo esse catatau da “ptbras” estiver servindo apenas de boi de piranha?

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                Afinal, se alguém mais poderoso do que você, não sendo alguma espécie de mentor, te explicar algo, não se engrandeça, preocupe-se, provavelmente algum proveito ele está buscando retirar da manobra.

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                São exatamente aqueles que podem criar as leis os verdadeiros desinteressados em que elas sejam realmente aprovadas.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Dignidade, direitos, espertezas. . .



. . . mas, de arrasto e inegociável, o atraso

Obrigatoriamente e automaticamente a caminhada social deve aparelhar todos os membros indistintamente e independentemente a que tribo pertençam, sobre seus direitos e deveres, isso é água morro abaixo. No máximo, o que o comando maior pode fazer por conta de seu caminhar desajustado para continuar negando-lhes alguns dos primeiros, é engastar medidas paliativas para que vontades ainda contrárias não atropelem o pensar macro, burocraticamente lento que veio sendo costurado há séculos por cabeças que instituíram cada qual a seu modo, muitas vezes a revelia, necessidades e interesses de sua época, se não particulares e indiferentes ao processo contínuo.

  Em contraparte, compreender agora, apenas uma fração do que significa dignidade e então falar apenas dela em refrões de protesto descuidados sem uma base de sustentação condigna, exigindo o que o grupo ouviu que lhes é de direito, sem também a preocupação de que nem toda a música lhes foi devidamente ensinada, não se torna apenas um ato falho como municia os síndicos na inevitável ação que mais uma vez negará, - com bases - dando-lhes o direito de proibir a execução da canção e até de rechaçar com truculência as propostas; fica então – ou continua – subentendido ou não para todos os grupos que uma parte de seus direitos seguem sendo negligenciados; mas, ainda assim, não é essa uma verdade incompleta?

Para se ter dignidade é preciso antes entender todo o processo, e geralmente quem é desrespeitado em seus direitos, de alguma forma falhou nesse aprendizado. Se não isso, é certo que algo capenga.

Queremos exigir o que entendemos ser nossos direitos sem nos preocupar que toda a sociedade em algum nível não é realmente digna da convivência exigida, repito; toda. Portanto isso não se constitui, afinal, um direito pleno ou na sua totalidade. Está mais para um regatear exclusivo, que por desconhecimento ou esperteza volteia camuflado entre a mesquinhez e o desentendimento exigindo respeitos que mais hoje protestam vestidos de valores novos adequados a uma realidade não concretada, baseada nos velhos, quando ainda faziam sentido.

Novidade aqui? Nenhuma. Esse é apenas mais um registro da nossa visão do conjunto, ou seria nossa versão? Apenas mais um pouco do mesmo que ao final, em poucas palavras, resume o que alguns de nós sabemos, mas pouco se pode fazer. Em resumo: enquanto não nivelarmos o conhecimento em bases aceitáveis não será possível paz entre os condôminos.

sábado, 1 de novembro de 2014

Papo de recalcado




PARA ALIMENTAR O CONSUMO - No dia em que multas mais caras começam a ser aplicadas em ultrapassagens indevidas e rachas, por exemplo, temos a abertura do Salão do Automóvel em São Paulo, onde a mídia televisiva aberta instiga seus pobres telespectadores ao apresentar um sonho de consumo de poucos, que alcança mais de 340km/hora e o modelo chinfrim custa R$ 3.500.000 - o série especial ultrapassa os cinco milhões - então me pergunto para que? No Brasil? Tanta velocidade para que? Para filhos de Eike’s atropelarem bicicleteiros e saírem impunes? Ok, ok, eu também adoro automóvel, mas que é um contra senso, é.