segunda-feira, 19 de maio de 2014

Juiz “Eutolo”



O juiz Eugenio Rosa de Araújo, da 17ª Vara Federal do Rio, negou o pedido de retirada de vídeos do YouTube que eram considerados ofensivos a Umbanda e ao Candomblé, argumentando que “manifestações religiosas afro-brasileiros não se constituem religião”.

Este não dá nem pra falar que é problema de educação; gênio (?), só no nome, ou como deboche: “este é um gênio mesmo”, comprovando uma vez mais minha tese de que, educação não acorda o indivíduo para a inteligência, para a razão ou discernimento.

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JUSTIÇA NÃO RECONHECE CRENÇAS AFRO-BRASILEIRAS COMO RELIGIOSAS

Depois que a Justiça Federal decidiu pelo não reconhecimento das crenças afro-brasileiras como religião, o Ministério Público Federal (MPF) recorreu ao Tribunal Regional Federal da 2º Região (TRF-2), manifestando-se contra a decisão.

Tudo começou quando o MPF pediu que alguns vídeos considerados ofensivos à umbanda e ao candomblé fossem removidos do YouTube. O pedido foi negado pelo juiz Eugenio Rosa de Araújo, que argumentou que “manifestações religiosas afro-brasileiras não se constituem religião”.

De acordo com as informações do juiz, tanto a umbanda quanto o candomblé não “contêm os traços necessários de uma religião a saber, um texto base (corão, bíblia etc), ausência de estrutura hierárquica e ausência de um Deus a ser venerado”.

O MPF, por sua vez, criticou a decisão: “ao invés de conceder a tutela jurisdicional adequada, diante das graves violações que estão ocorrendo, a decisão excluiu do âmbito de proteção judicial grupos e consciências religiosas, ferindo assim, por exemplo, a Declaração Universal dos Direitos Humanos (…) e a Constituição Federal”.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Novos personagens...



...hábitos herdados


Como é bom viver em um estado onde temos poder sobre o outro e ignorância suficiente para lançar mão de tal poder.